Nova legislação de autoria do executivo amplia eficiência do Fundo e garante mais segurança na aplicação dos recursos destinados ao produtor rural
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou, nesta terça-feira (14), o Projeto de Lei nº 272/2026, que moderniza as regras do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP-BANAGRO), principal instrumento de financiamento do setor no estado.
Encaminhada pelo governador Tarcísio de Freitas, a proposta atualiza a legislação do Fundo para ampliar sua capacidade de gestão, controle e fiscalização dos recursos destinados a agricultores, pecuaristas e pescadores artesanais.
A principal mudança autoriza o FEAP a utilizar parte de seus recursos para a contratação de serviços, bens e tecnologias voltados à análise técnica e à fiscalização da aplicação dos financiamentos concedidos. A medida traz mais eficiência operacional, transparência e segurança ao uso do dinheiro público.
“O que estamos fazendo é dar um salto de qualidade na gestão do FEAP. Não se trata apenas de ampliar controle, mas de garantir inteligência na aplicação dos recursos, com mais capacidade técnica, mais precisão na análise dos projetos e mais segurança para que o crédito cumpra seu papel de transformar a produção no campo”, afirma o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho.
Para o secretário, o aperfeiçoamento da governança do Fundo contribui diretamente para melhorar a política pública de crédito rural no estado. “Ao qualificar o acompanhamento e a fiscalização, conseguimos assegurar que o recurso chegue com mais agilidade e impacto positivo ao pequeno e médio produtora, que mais depende desse apoio.”
Para o secretário executivo do FEAP, Felipe Alves, a aprovação representa um avanço estrutural na operação do Fundo. “A nova legislação resolve um passivo histórico, ao permitir que o FEAP incorpore ferramentas modernas de gestão e monitoramento. Isso significa mais capacidade de análise, mais agilidade nos processos e maior rastreabilidade na aplicação dos recursos”, explica.
Segundo ele, a mudança também fortalece a governança do Fundo. “Quando você estrutura melhor os mecanismos de controle, você fortalece o crédito público direcionado e cria um ambiente mais seguro para ampliar o acesso, com regras claras e maior previsibilidade para quem está na ponta.”
Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista
Criado para fomentar o desenvolvimento agropecuário paulista, o FEAP mantém como objetivo central a oferta de crédito em condições acessíveis, por meio de linhas de financiamento e subvenções econômicas voltadas ao fortalecimento da produção, modernização das propriedades e estímulo à agricultura familiar.
Na atual gestão, o fundo já soma mais de 57 mil operações realizadas, com cerca de R$ 830 milhões investidos desde 2023.
Com a aprovação na Alesp, o projeto segue agora para sanção do Executivo.
Secretaria de Agricultura de SP inaugura Cozinhalimento em Promissão e reforça integração entre produção e beneficiamento
A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) inaugurou, nesta terça-feira (14), a unidade do programa Cozinhalimento no município de Promissão, no interior paulista. A entrega contou com a presença do prefeito Hamilton Foz, da presidente da Câmara Municipal, Isabel Cristina Roz de Carvalho Santaella, e do subsecretário de Abastecimento, Diógenes Kassaoka.
A cozinha profissional entregue é a 277ª unidade implantada no estado, com investimento de R$ 90 mil, reforçando a meta do Governo de São Paulo de alcançar 300 unidades até meados de 2026. Na atual gestão, o programa já ultrapassa mais de 220 cozinhas inauguradas em diferentes regiões paulistas.
Com foco em segurança alimentar, inclusão produtiva e geração de renda, o Cozinhalimento promove a instalação de cozinhas equipadas para a realização de cursos, oficinas e capacitações voltadas à população local, formando agentes multiplicadores e incentivando o empreendedorismo.
Para o secretário de Agricultura e Abastecimento de SP, Geraldo Melo Filho, a importância da iniciativa é o contato direto da política pública com o final da cadeia produtiva.
“O Cozinhalimento representa o fechamento de um ciclo que começa no campo. Hoje estivemos com produtores, acompanhando de perto a produção, e aqui vemos esse alimento sendo transformado, gerando renda, oportunidade e qualidade de vida para a população. É a política pública conectando quem produz a quem consome, com valor agregado e inclusão”, destacou o secretário.
O subsecretário de Abastecimento, Diógenes Kassaoka, ressaltou o papel do programa. “O Cozinhalimento é uma ferramenta que une segurança alimentar, capacitação e desenvolvimento local. A formação de agentes multiplicadores amplia o alcance das políticas públicas e fortalece as comunidades”, afirmou.
O programa já capacitou mais de 35 mil pessoas em todo o estado, com cursos voltados à alimentação saudável, aproveitamento integral dos alimentos e geração de renda.

Sobre o programa
O Cozinhalimento é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, executada pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, que promove a instalação de cozinhas profissionais nos municípios para treinamento da população em alimentação, nutrição e empreendedorismo.
As unidades são estruturadas com equipamentos completos e destinadas à realização de cursos e oficinas práticas, com foco na inclusão produtiva e na disseminação de conhecimento nas comunidades.
O programa tem como base legal o Decreto nº 50.807, de 18 de maio de 2006, e atua na formação de agentes multiplicadores, ampliando o impacto das ações de segurança alimentar em todo o estado.
Com incentivo e ações da Secretaria de Agricultura, SP conquista a 14° indicação geográfica
A região do Vale do Ribeira conquistou a Indicação Geográfica (IG) da banana Cavendish e Prata, reconhecimento que impulsiona o setor produtivo da fruta e consolida a região como um dos grandes pólos produtivos do Brasil.
A banana é uma das frutas mais consumidas no mundo e está presente em todo o Brasil. Em São Paulo, o cultivo começou no litoral e, a partir da década de 1930, avançou para o Vale do Ribeira. A região ganhou espaço por ter solos mais adequados e menos sujeitos a inundações.
Emitido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que reconhece produtos ou serviços com origem geográfica específica com qualidades, tradição ou reputação únicas devido ao local de produção, a Indicação Geográfica é a 14ª conquistada pelo estado de São Paulo.
A iniciativa contou com grande apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, através da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI). Para solicitar uma IG ao INPI, a entidade precisa comprovar a notoriedade do produto; em São Paulo, a Secretaria de Agricultura emite o Instrumento Oficial de Delimitação de Área Geográfica (IOD), enquanto a CATI recebe, protocola e encaminha a documentação para análise de uma comissão técnica que avalia o pedido. Com o registro, o nome “Vale do Ribeira-SP” fica protegido e passa a identificar oficialmente a origem das bananas produzidas na região.
No processo de solicitação da IG da Banana, a CATI Regional de Registro desempenhou um papel ativo na articulação institucional, participando de diversas reuniões estratégicas com a Associação dos Bananicultores do Vale do Ribeira (ABAVAR) e parceiros como o IFSP e o Sebrae. Esses encontros foram cruciais para definir tecnicamente o recorte territorial da IG e para a construção coletiva do Caderno de Especificações Técnicas (CET), garantindo que as normas de produção refletissem a realidade local.
“Essa IG representa um novo horizonte para o bananicultor, protegendo a origem das variedades Cavendish (Nanica) e Prata e gerando novas oportunidades de mercado que valorizam o trabalho no campo. Mais do que um selo técnico, é uma ferramenta de desenvolvimento regional que combate a desvalorização do produto e promove a justiça social para quem vive da terra. Para nós, da CATI, é uma honra ver que a dedicação dos produtores e suas organizações agora possui um diferencial competitivo que assegura a sustentabilidade das comunidades rurais e o orgulho de pertencer ao maior polo produtor de banana do Estado”, disse Tais Canola, chefe de Divisão da CATI Regional de Registro.
Augusto Aranha, presidente da ABAVAR, também celebrou a conquista da Indicação Geográfica da Banana do Vale do Ribeira, destacando que o selo impulsiona cada vez mais a agricultura da região, principalmente a familiar.
“Mais do que um selo, esta é uma conquista da dedicação do nosso setor produtivo. Ele reafirma o compromisso do Vale com uma agricultura moderna, que respeita o meio ambiente e fortalece a agricultura familiar. Esse selo sintetiza tudo o que acreditamos e praticamos no campo”, ressaltou.
Na delimitação geográfica da IG da Banana do Vale do Ribeira, farão parte 13 municípios: Cajati, Cananéia, Eldorado, Iguape, Itariri, Iporanga, Jacupiranga, Juquiá, Miracatu, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Registro e Sete Barras.
A Indicação Geográfica reforça a força do Vale do Ribeira na produção não apenas estadual, mas nacional da banana. Segundo dados do IBGE e do Projeto LUPA, a região corresponde a 7,07% de toda a área nacional destinada à bananicultura.
No Dia Mundial do Café, relembre o papel deste ponto histórico no Centro da capital São Paulo
A economia agrícola ajudou a construir cidades brasileiras. O café foi o maior responsável pela urbanização do Sudeste do país a partir do final do século XIX. O lucro dos cafeicultores financiou a construção de ferrovias, que, por sua vez, fizeram surgir cidades ao longo dos trilhos no interior de São Paulo e Minas Gerais. Quem passeia pelo coração da capital paulista pode relembrar os tempos áureos de quando a riqueza do café teve impacto direto na aceleração da urbanização da cidade. No Dia Mundial do Café, comemorado neste 14 de abril, relembre o papel de um ponto importante das negociações do grão no estado: o Largo do Café.
O café se consolidou como base da economia do país entre meados do século XIX e primeiras décadas do século XX. Neste período, uma bolsa informal para negociação do grão foi instalada no famoso triângulo histórico do centro de São Paulo. O Largo do Café ficava entre as ruas São Bento, Álvares Penteado e Rua do Comércio. Na época, corretores, comissários e representantes de exportadores ali se reuniam para negociar cargas que seguiam para países como Itália, França e Estados Unidos, conforme lembra o pesquisador do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA) e especialista no mercado de café, Celso Vegro. “No Largo do Café, estes atores negociavam os lotes que vinham do interior do estado com destino à Baixada Santista, de onde eram exportados. Além da Baixada Santista, o Largo do Café também foi uma praça de corretagem e comercialização do café paulista”, complementa.

Atualmente, quem passa pelo Centro Histórico revive esta memória ao observar os prédios antigos que ali se instalaram em uma das áreas mais valorizadas à época. Próximo do Largo do Café, outros pontos também fazem parte desse roteiro urbano do café e rememoram o período histórico, entre eles, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), antiga sede do Banco do Brasil, a Estação da Luz e o Theatro Municipal de São Paulo, por exemplo. Tais construções urbanas se somaram à difusão das artes e desenvolvimento de novas cidades do interior paulista. Conforme o pesquisador Celso Vegro, cabe ressaltar ainda que a cultura do café no Brasil foi estruturada sobre os pilares da escravidão e de uma oligarquia agrária. “Essa riqueza advinda dos cafezais criou o imaginário social dos ‘Barões do Café’, que amealharam fortunas incomensuráveis. Ao reunir tamanha riqueza congregaram, também, poder político de natureza oligárquica, exibindo sua melhor expressão na arquitetura dos palacetes paulistas, refletindo o esforço de reproduzir as alamedas parisienses nos trópicos da cidade de São Paulo. Para tanto, importaram profissionais europeus como arquitetos para conduzir os projetos. Outros elementos da paisagem citadina se juntaram às mansões, como teatros, hospedaria, infraestrutura ferroviária e de eletrificação urbana. Enfim, a virada do século retrasado foi um período de formação do patrimônio histórico urbanístico da cidade de São Paulo”, enfatiza Vegro.
Ao longo dos anos, o setor produtivo do café passou por altos e baixos. No entanto, a relevância do produto para a economia paulista se mantém atualmente. São Paulo é um dos principais estados produtores do país. A cadeia produtiva do café beneficiado figura entre as dez principais do estado no que se refere a valor de produção, alcançando R$ 6,504 milhões em 2024, segundo dados do Valor de Produção Agropecuária (VPA) calculado pelo IEA, instituto de pesquisa vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA).
Mais informações:
Andressa Pesce (jornalista)
Assessoria de comunicação do Instituto de Economia Agrícola (IEA)
(11) 98833 6103 – andressa.pesce@fundepag.br
O APTAHub e o Cietec oficializam a Inova Prudente como escritório expandido, conectando startups locais a aceleração e fomento no agronegócio
O AptaHub, órgão vinculado a APTA e a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, dá mais um passo na expansão de sua atuação no Estado ao iniciar, oficialmente, sua parceria com a Fundação Inova Prudente (FUNDEPI), em Presidente Prudente. A colaboração marca a consolidação de um movimento iniciado em 2025, quando a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo firmou um Memorando de Entendimento com a Prefeitura do município.
Historicamente reconhecida pela força no agronegócio, Presidente Prudente vem pavimentando um caminho sólido rumo à tecnologia. No centro dessa transformação está a Inova Prudente, que atua como catalisadora e articuladora da inovação regional, unindo o Sistema S, poder público, universidades e sociedade civil.
Reconstrução e Novo Perfil Estratégico
A parceria com o APTAHub faz parte de um novo momento de reativação da Fundação. Segundo o Diretor Presidente da Inova Prudente, José Pascoal, que assumiu a gestão em janeiro de 2025 após anos como empresário residente no local, a fase atual é de reconstrução. “Estamos reconectando a Fundação às pessoas e entidades que sempre fizeram o ecossistema pulsar, retomando workshops, palestras e atividades fundamentais de empreendedorismo e inovação”, afirma o gestor.
Após um intenso processo de benchmarking com outros centros de inovação, a Inova desenhou um novo perfil de atuação focado em resultados reais. A chegada do APTAHub, em conjunto com o Cietec, é vista como uma das conquistas de peso para 2026, visando o fortalecimento do ambiente de startups e negócios de base tecnológica voltados ao agronegócio.
Conexão entre Ciência, Mercado e Campo
Na prática, o Inova Prudente passa a atuar como escritório avançado do APTAHub na região. A instituição, que já é um celeiro de aceleração, transformando projetos acadêmicos e TCCs em Produtos Mínimos Viáveis (MVPs), será o ponto focal para conectar o ecossistema local às oportunidades do hub.
Essa união potencializa o trabalho com startups locais de destaque, como as deep techs e AgTechs. Um exemplo é a Inspectral, especializada em inteligência geoespacial com IA, que ganhou visibilidade nacional em 2025 no reality Shark Tank Brasil.
Oportunidades e Legado Regional
Além do apoio a editais e programas de aceleração online, a parceria reforça a missão de reter talentos no Oeste Paulista. Pascoal encara o desafio como uma missão de vida: “Meu compromisso é deixar um legado de realização e garantir que a Fundação seja reconhecida como o coração e o principal articulador do ecossistema de inovação do Oeste Paulista. Agradeço muito à prefeitura de Presidente Prudente por ter acreditado no meu projeto e ter me indicado para estar à frente da Fundação”.
O modelo de escritório expandido permite que o AptaHub amplie sua capilaridade sem a necessidade de infraestrutura física dedicada, aproveitando a robusta rede de parcerias da Inova, que inclui também convênios para se tornar uma extensão da Inova USP na região.
Sobre o AptaHub
O AptaHub é uma rede de ambientes de inovação no agro vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e à APTA. A iniciativa tem execução do Cietec e coexecução da Impact Hub e da Wylinka.
Sobre a Fundação Inova Prudente
Criada em 2017 e mantida pela Prefeitura de Presidente Prudente, a FUNDEPI fomenta a Ciência, Inovação e Tecnologia através de infraestrutura de ponta e programas de pré-aceleração.
Informações para imprensa
Deborah Rebello
_deborah@cietec.org.br | (11) 98640-0509
Parceria da instituição de pesquisa com o Sindusvinho, o IFSP e a Prefeitura Municipal, faz do munícipio do interior de SP destaque nas categorias máximas de qualidade de suco de uva no Brasil
A dedicação conjunta dos trabalhos de pesquisa da APTA Regional e parceiros rendeu mais um fruto de excelência para o Estado de São Paulo. O suco elaborado com as uvas cultivadas no vinhedo agroecológico da Unidade de São Roque, instituição de pesquisa vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado São Paulo (SAA), rendeu a Medalha de Platina no 1º Concurso Brasileiro de Suco de Uva, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE) em Bento Gonçalves (RS).
O concurso marca um momento histórico para a vitivinicultura nacional. Segundo a ABE, o concurso inédito no mundo foi o primeiro dedicado exclusivamente à avaliação técnica e profissional do suco de uva, utilizando o mesmo rigor sensorial aplicado aos grandes vinhos e espumantes. Nesta primeira edição, reuniu 190 amostras de 69 empresas de seis estados brasileiros – Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Pernambuco.
Localizada na região turística da Rota do Vinho Bandeirantes, no interior paulista, a APTA Regional de São Roque, destaque pela excelência em pesquisa aplicada à vitivinicultura, foi protagonista na competição.
“Dentre as 85 amostras premiadas, o suco da nossa unidade de pesquisa consagrou-se na categoria de elevada qualidade de bebida, com notas entre 90 e 95 pontos”, enfatiza o pesquisador Wilson Tivelli, coordenador do projeto Vinhedo Agroecológico.
Segundo Tivelli, o volume de uvas colhido na safra 2025-2026 superou as expectativas para o manejo agroecológico, entregando frutos com excelente equilíbrio entre açúcar e acidez. O destino da produção foi o processamento de vinhos e sucos integrais, que levam ao consumidor o sabor autêntico do terroir local, preservando as características naturais de cada variedade.

Legenda: Pesquisadores da Apta Regional, estudantes do IFSP, técnicos da Prefeitura de São Roque na colheita da uva da safra 2025/2026 do vinhedo agroecológico
O trabalho no vinhedo agroecológico é desenvolvido, desde 2018, em parceria com o Sindicato da Indústria do Vinho de São Roque (Sindusvinho), a Prefeitura da Estância Turística de São Roque e o Instituto Federal de São Paulo (Campus de São Roque) com o Curso Superior de Tecnologia em Viticultura e Enologia — instituições que fortalecem a pesquisa aplicada e o desenvolvimento sustentável da vitivinicultura regional. A elaboração do desengace e envase do suco de uva integral também contou com a parceria da vinícola Casa da Árvore.
O reconhecimento neste concurso nacional, para Tivelli, é o resultado direto da dedicação da equipe e da força da pesquisa agroecológica. “Este prêmio reforça a importância da pesquisa aplicada ao campo e mostra que São Roque, com sua tradição vitivinícola, segue como referência nacional na produção de qualidade com sustentabilidade”, destaca o pesquisador.
“O projeto Vinhedo Agroecológico de São Roque é um exemplo de como ciência, tradição e cooperação institucional podem se unir para gerar produtos de excelência e reconhecimento nacional”, ressalta Daniel Gomes, coordenador da APTA Regional. A Instituição atua no desenvolvimento de pesquisas voltadas à alimentos mais saudáveis com inovação e sustentabilidade das cadeias produtivas do agronegócio paulista.

Reconhecimento nacional
No total, 51% das amostras avaliadas obtiveram notas acima de 90 pontos, evidenciando o padrão consistente e uniforme da produção nacional:
- 12 (6,3%) das amostras receberam Medalha Diamante (pontuação acima de 95 pontos).
- 85 (45%) das amostras, incluindo o suco da APTA REGIONAL de São Roque, conquistaram Medalha Platina (90 a 95 pontos).
- 66 (34%) das amostras foram reconhecidas com o Mérito Uva (85 a 90 pontos).
Os resultados refletem uma média geral elevada, indicando que o suco de uva brasileiro apresenta um padrão qualitativo consistente em diferentes regiões e estilos de elaboração. Mais detalhes da classificação no site da ABE em www.enologia.org.br
SOBRE A APTA REGIONAL
Considerada o maior hub descentralizado de pesquisa agropecuária do Estado, aAPTA Regional oferece soluções tecnológicas aplicadas, adaptadas às realidades edafoclimáticas locais e regionais, contribuindo para o fortalecimento das cadeias produtivas e para uma agricultura mais sustentável e competitiva. Com 18 unidades regionais de pesquisa no Estado de São Paulo, atua em áreas como agronomia, zootecnia, pesca continental, sanidade vegetal e animal, agregação de valor em produtos agropecuários, sistemas integrados de produção e segurança alimentar. Possui 11 Redes de Pesquisas, com estudos que unem pesquisadores de várias áreas, transformando conhecimento em desenvolvimento, valorizando o futuro. Acesse nosso site www.agricultura.sp.gov.br/apta-regional e acompanhe nossas pesquisas. A APTA Regional instituição de pesquisa científica e tecnológica é ligada à Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (APTA), e vinculadas à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA).
Lisley Silvério (MTb. 26.194)
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Seção de Comunicação Científica
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Índia assume liderança nas compras do açúcar de São Paulo
Nos três primeiros meses de 2026, o agronegócio paulista apresentou desempenho expressivo no comércio exterior, registrando superávit de US$ 4,49 bilhões. Esse resultado foi impulsionado por exportações que somaram US$ 6,03 bilhões, frente a importações de US$ 1,54 bilhão. No período, o setor respondeu por 38,5% do total das exportações do estado, enquanto as importações do agronegócio representaram 7,4% do total estadual. Cabe destacar que esse resultado positivo ocorre em um contexto de déficit na balança comercial geral de São Paulo, que, no primeiro trimestre de 2026, apresentou saldo negativo de US$ 5,24 bilhões.
Em março, as exportações de São Paulo para o Oriente Médio recuaram 17,5% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, enquanto as vendas destinadas ao Irã registraram retração de 8,5% no acumulado do primeiro trimestre. A queda ocorre em meio à persistência de tensões geopolíticas na região, especialmente no contexto da Guerra Israel-Hamas, que tem provocado instabilidade e afetado fluxos logísticos e comerciais. Apesar da redução no volume médio de embarques para esses mercados, os impactos foram pontuais, sem comprometer o desempenho global da balança comercial do agronegócio paulista no período.
PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS
O complexo sucroalcooleiro foi responsável por 25,6% do total exportado pelo agro paulista, totalizando US$1,5 bilhão. Deste total, o açúcar representou 95,3% e o álcool etílico, etanol, 4,7%. O setor de carnes veio logo em seguida com 16,1% das vendas externas do setor, totalizando US$972 milhões, com a carne bovina respondendo por 81,7%. Produtos florestais representaram 13,9% do volume exportado, com US$837 milhões, com 66,2% de celulose e 28,3% de papel. Sucos responderam por 8,9% de participação, somando US$534 milhões, dos quais 97,2% são referentes ao suco de laranja. E o complexo soja, teve participação de 8,4% do total exportado, registrando US$504 milhões, 82,8% referentes à soja em grão e 10,3% de farelo de soja.
Esses cinco grupos representaram, em conjunto, 72,9% das exportações do agronegócio paulista. E na sexta posição fica o café, com 6,9% de participação na pauta de exportações, somando US$418 milhões, 71,7% referentes ao café verde e 24,9% de café solúvel.
Vale dizer que as variações de valores, em comparação com o mesmo período do ano passado, apontaram aumentos das vendas para os grupos de produtos florestais (+10,3%), carnes (+9,5%) e quedas nos grupos de sucos (-41,2%), complexo soja (-10,8%), sucroalcooleiro (-14,2%) e café (-10,2%). Essas variações nas receitas do comércio exterior são derivadas da composição das oscilações tanto de preços como de volumes exportados.
PRINCIPAIS DESTINOS DAS EXPORTAÇÕES DO AGRO PAULISTA
A China segue sendo o principal destino das exportações, com 23,6% de participação, adquirindo principalmente produtos florestais, carnes, fibras têxteis e itens do complexo soja. A União Europeia vem em seguida com 15,8% de participação, e os Estados Unidos somaram 9,4% de participação.
No período analisado, houve mudança no destino das exportações de açúcar do setor alcooleiro, é o que destaca o diretor da APTA, Carlos Nabil Ghobril. “No ano passado, a China liderava como principal importadora. Já neste primeiro trimestre, o país não aparece nem entre os cinco maiores destinos. Em contraste, a Índia, que também é uma grande produtora e, em alguns momentos, rivaliza com o Brasil, assumiu a liderança como principal importadora. Assim, o principal destino das nossas exportações de açúcar alcooleiro passou a ser a Índia. Esse movimento evidencia uma mudança relevante nos mercados compradores desse que é um dos nossos principais produtos”.
PARTICIPAÇÃO PAULISTA NO AGRO NACIONAL
No cenário nacional, o agronegócio paulista ocupa o 2º lugar no ranking de exportações, com 15,8% de participação, logo atrás de Mato Grosso (20,9%).

Fonte: elaborado pelo IEA-APTA a partir dos dados do COMEXSTAT do MDIC.
A análise da balança comercial do agronegócio paulista é elaborada mensalmente pelo diretor da Apta, Carlos Nabil Ghobril, e os pesquisadores José Alberto Ângelo e Marli Dias Mascarenhas Oliveira, do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.
SOBRE A APTA
A Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (APTA) é o órgão responsável por coordenar as atividades de pesquisa científica da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Em sua estrutura estão presentes sete Instituições de Ciência e Tecnologia, com unidades distribuídas por todas as regiões do estado: Instituto Agronômico (IAC), Instituto Biológico (IB), Instituto de Economia Agrícola (IEA), Instituto de Pesca (IP), Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), Instituto de Zootecnia (IZ) e APTA Regional.
INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA
Nesta quinta-feira (9), a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), por meio das Coordenadoria das Câmaras Setoriais e Temáticas, promoveu o evento “As Mulheres do Agro tem Força”, reforçando o protagonismo feminino no agronegócio paulista. A iniciativa destaca a crescente participação e liderança das mulheres no setor, evidenciando sua contribuição estratégica para o desenvolvimento, a inovação e a sustentabilidade das cadeias produtivas do agro.
O evento contou com a presença de presidentes mulheres das Câmaras Setoriais, além de lideranças do setor e pesquisadoras dos institutos ligados à SAA. Foram realizadas palestras dos mais variados temas, como exportação, crédito rural, empreendedorismo feminino, técnicas de produção e segurança alimentar.
“As mulheres são pessoas que nos honram e nos brindam com sua presença e atuação. Mais do que mulheres, são empreendedoras, técnicas, inventivas e criadoras. São elas que desempenham um papel fundamental em prol do nosso Estado e que elevam o setor agro a lugares cada vez melhores”, destacou o secretário executivo de Agricultura e Abastecimento, Alberto Amorim.
Fabiana Gouveia, coordenadora das Câmaras Setoriais, destacou o avanço e o crescimento feminino no agro paulista, e a presença das mulheres nas cadeias produtivas “Hoje, a presença feminina na presidência de cadeias estratégicas e diversas prova que, quando uma mulher assume o comando, ela entrega inovação e sustentabilidade. Mais do que liderança, as mulheres trazem uma gestão voltada para o coletivo, moldando o futuro do nosso setor agropecuário paulista”.
Laura Vicentini, presidente da Câmara Setorial da Cachaça desde 2024, também destacou o avanço das mulheres dentro da produção e da gestão das câmaras. Hoje, aproximadamente 25% delas são presididas por mulheres. “Isso nos traz grande alegria, pois reforça o movimento da presença e da exposição que temos conquistado, tanto em câmaras historicamente consolidadas quanto nas mais novas. Vemos uma oportunidade enorme em culturas onde a mulher já é extremamente atuante e, agora, lidera essas câmaras no Estado de São Paulo”.
Homenagem
Durante o evento, Ume Shimada, uma referência na produção de chá no Brasil, foi homenageada. Ela e sua família são especializados na produção orgânica e artesanal da bebida, e a produtora foi fundamental para revitalizar a produção de chá no Vale do Ribeira, interior de São Paulo.
Nascida em 1927, na cidade de Registro (SP), filha caçula de agricultores japoneses, cresceu em meio ao trabalho rural e teve contato com o cultivo de chá desde a infância. Entre seus feitos, destaca-se a inauguração de uma fábrica artesanal de chá preto em 2014, aos 87 anos, no sítio da família, com o objetivo de preservar a produção e incentivar novos produtores, que transformou o Sítio Shimada como destaque nacional e Internacional.

Mecanismo do Governo de São Paulo protege produtor rural de impactos da febre aftosa no rebanho
A partir de maio deste ano, o Estado de São Paulo contará com o Fundo de Defesa da Sanidade Animal para a Pecuária (Fundesa-PEC), que vai agilizar respostas em casos de febre aftosa no rebanho. Com isso, os pecuaristas paulistas normalizam mais rapidamente as relações comerciais e atenuam impactos econômicos.
São Paulo não apresenta casos de febre aftosa há 30 anos. Ainda assim, é preciso manter o status de livre da doença sem vacinação – apenas com vigilância – para acessar mercados de ponta como Japão e Coreia do Sul.
“A criação do Fundesa-PEC representa um passo estratégico para fortalecer o sistema de defesa sanitária de São Paulo. Estamos estruturando um mecanismo que protege o produtor, garante capacidade de resposta rápida diante de emergências e reforça a credibilidade da carne paulista nos mercados mais exigentes do mundo. A sanidade animal é um ativo econômico fundamental para a competitividade do agro paulista”, afirma o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Geraldo Melo Filho.
A vacinação contra febre aftosa está suspensa desde 2024 em São Paulo, medida que integra uma estratégia nacional do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Nesse contexto, o Fundesa-PEC surge para garantir uma resposta rápida ao pecuarista em caso de surto da doença.
“O fundo garante que o produtor notifique rapidamente qualquer suspeita de reintrodução da doença. Quanto mais rápido essa notificação ocorrer, mais rápidas serão as ações da Defesa Agropecuária. Assim, o foco pode ser contido mais cedo e o status de área livre sem vacinação pode ser retomado mais rapidamente”, explica Luiz Henrique Barrochelo, diretor da Defesa Agropecuária.
Com isso, o impacto sobre o volume de exportações é reduzido e diminuem os riscos de o pecuarista perder mercados. “Sabemos que a febre aftosa pode causar a eliminação do rebanho. Para que o produtor não fique no prejuízo, foi criado esse fundo, que garante ao produtor a indenização caso isso aconteça”, diz Barrochelo.
Com o Fundesa-PEC, o pecuarista é ressarcido pelo valor do rebanho. Assim, o Fundesa-PEC protege o patrimônio pecuário e evita colapsos financeiros em propriedades afetadas.
Sobre o Fundesa-PEC
A contribuição ao Fundesa-PEC é calculada com base no número de bovídeos declarados pelos produtores durante a atualização do rebanho, realizada em maio e novembro. O valor é estimado em cerca de R$ 1,06 por animal em 2026. O fundo fortalece o sistema de sanidade animal e ajuda a manter São Paulo como área livre de febre aftosa sem vacinação, condição importante para o acesso da carne paulista a mercados internacionais.
O Programa de Pós-Graduação do Instituto Biológico (PPG-IBSP), referência na formação de mestres e doutores em “Sanidade, Segurança Alimentar e Ambiental no Agronegócio”, alcançou nota 5 na avaliação da Comissão da Área Interdisciplinar da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), consolidando-se entre os programas de excelência em nível nacional. O reconhecimento ocorre no momento em que o programa do Instituto vinculado à APTA, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, celebra 20 anos de trajetória.
Criado em 2006 com a aprovação do curso de mestrado e ampliado em 2013 com o início do curso de doutorado, o PPG-IBSP já titulou, até 2025, 252 mestres e 37 doutores. Ao longo dessas duas décadas, o programa tem se destacado pela formação de profissionais altamente qualificados e pela produção de conhecimento interdisciplinar voltado às áreas de sanidade vegetal, sanidade animal e suas inter-relações com o meio ambiente.
A conquista da nota 5 reflete a maturidade acadêmica do programa, a qualidade da formação oferecida e sua contribuição para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Além disso, amplia as oportunidades de captação de recursos, fortalece a inserção no cenário acadêmico nacional e impulsiona a realização de pesquisas inovadoras.

Nomes de destaque abrilhantam evento comemorativo
A celebração dos 20 anos do PPG-IBSP foi marcada por um evento especial realizado no Instituto Biológico, que reuniu pesquisadores, estudantes, convidados e representantes do setor, além de ex-docentes e ex-discentes. A abertura foi conduzida pelo coordenador do programa, o pesquisador Marcelo Eiras, que deu as boas-vindas ao público e destacou a importância histórica do PPG-IBSP, apresentando um panorama da evolução do programa desde a sua criação, em 2006. Em seguida, ex-docentes que idealizaram e participaram da criação da pós-graduação foram homenageados: Luiz Carlos Luchini (primeiro coordenador do PPG-IBSP), Adalton Raga (primeiro Pró-Reitor de Ensino e Pesquisa), Mara Mercedes de Andréa, Antonio Batista Filho, Margareth Élide Genovez, Mario Eidi Sato, Joana D’Arc Felicio de Souza e Addolorata Colariccio.
Na sequência, a coordenadora do IB, Ana Eugênia de Carvalho Campos, que também é docente do programa, ressaltou seu papel estratégico na formação de profissionais qualificados e no fortalecimento de uma agropecuária mais sustentável.
O ponto alto da programação ficou com a Aula Magna ministrada por Mariângela Hungria (Embrapa Soja), pesquisadora de destaque nacional e internacional e ganhadora, em 2025, do “Prêmio Mundial da Alimentação” (World Food Prize, WFP), considerado o “Nobel” da Agricultura. Em sua fala, Mariângela compartilhou sua trajetória profissional, experiências e reflexões sobre ciência, inovação e dedicação à pesquisa. A convidada emocionou a todos ao destacar as dificuldades que enfrentou, desde a escolha pela Engenharia Agronômica, incluindo o descrédito em um ambiente predominantemente masculino e, por vezes, machista, até os desafios de conciliar a carreira acadêmica com a maternidade. Ao final da apresentação, foi aplaudida de pé, em um reconhecimento do público à excelência de sua trajetória acadêmica.
No período da tarde, mesas-redondas promoveram o diálogo entre academia e setor produtivo. A primeira, coordenada pelo docente do programa César Junior Bueno, abordou temas relacionados aos bioinsumos, à inovação e à aplicação do conhecimento científico no mercado de trabalho. Participaram como palestrantes, Wagner Bettiol, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e medalhista Rocha Lima pelo Instituto Biológico, Isabella Gotti, coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento em Microbiológicos da Koppert Brasil, e Patrícia Elias Haddad, pesquisadora da Itatijuca Biotech, trazendo contribuições sobre o desenvolvimento científico na área. Além da presença de Bettiol, considerado um dos maiores nomes do controle biológico no Brasil, a mesa teve um significado especial por contar com a participação de duas ex-alunas do Programa, atualmente atuantes no mercado de trabalho, um exemplo inspirador para os que estão iniciando a carreira profissional.
Após o intervalo, uma segunda mesa-redonda, coordenada pelo pesquisador Ricardo Harakava (Pró-Reitor de Ensino e Pesquisa do PPG-IBSP) reuniu Robert Cardoso de Freitas, diretor de tecnologia da Biome4All, e Hannes Fischer, docente da Fatec Pompeia Shunji Nishimura, ampliando as discussões sobre sustentabilidade, tecnologia e novos modelos de produção.
Capacitação que impulsiona a agricultura
Com duas décadas de atuação, o PPG-IBSP reafirma seu compromisso com a formação de excelência e com a geração de soluções inovadoras para os desafios do Agro. Em um cenário que exige produtividade com sustentabilidade, segurança alimentar e responsabilidade ambiental, o programa se consolida como peça-chave no desenvolvimento de um Agro ainda mais competitivo e socialmente responsável.