Há mais de seis décadas, a presença da CATI no campo paulista ajuda a contar a história de uma das cadeias produtivas mais reconhecidas do Brasil: o café. E foi com esse legado de parceria, confiança e evolução técnica que a instituição marcou presença na 6.ª edição da Alta Café, reafirmando seu papel essencial no fortalecimento da cafeicultura da Alta Mogiana, uma das regiões mais reconhecidas do país pela qualidade de seus grãos.
Muito além de um evento, a Alta Café se consolidou como um espaço onde tradição e inovação caminham juntas, conectando produtores, pesquisadores, empresas e instituições em torno de um objetivo comum: produzir mais e melhor, com sustentabilidade e valor agregado. Desde as primeiras edições, a CATI segue como parceira ativa dessa construção coletiva, levando assistência técnica, políticas públicas e conhecimento ao produtor rural.
Nesta edição, a atuação integrada da equipe de extensionistas da CATI Regional Franca e da CATI Sementes e Mudas evidenciou a força dessa conexão contínua com o setor cafeeiro. No estande, produtores encontraram orientação sobre regularização ambiental por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR), acesso a linhas de financiamento do Feap, além de informações sobre Boas Práticas sustentáveis que impactam diretamente a produtividade e a qualidade do café, do plantio à pós-colheita, bem como puderam adquirir mudas de espécies frutíferas e essências florestais.
A abertura do evento contou com a presença do vice-governador Felício Ramuth, reforçando o peso econômico e social da cafeicultura para o estado de São Paulo e, especialmente, para a região da Alta Mogiana, onde o café é mais do que cultura agrícola, tendo se tornado identidade, tradição e fonte de renda para milhares de famílias. Para o chefe da CATI Regional Franca, Geraldo Nascimento Junior, a participação na feira simboliza a continuidade de um trabalho que atravessa gerações. “A CATI está presente na história da cafeicultura da Alta Mogiana desde a década de 1960, sempre ao lado do produtor, levando orientação técnica e construindo soluções conjuntas. E todo este contato gerou mais que uma conexão de técnico e produtor, onde nos encontramos é uma relação de amizade e troca de experiências. E, na Alta Café, essa relação cotidiana que temos nas Casas da Agricultura se consolida com a força da parceria, pois esta feira, que tem crescido ano a ano, consegue aproximar ainda mais os elos da cadeia produtiva, promover inovação e garantir que o produtor tenha acesso ao que há de mais atual para seguir produzindo com qualidade e sustentabilidade”.
Abaixo, a galeria de imagens do evento:




















