Secretaria de
Agricultura e Abastecimento
Diretoria de Assistência Técnica Integral - CATI

Estande da CATI na 31.ª Hortitec promoverá atendimento gratuito a horticultores


Na feira, órgão da SAA-SP apresentará projetos e orientará produtores rurais sobre CAR, Feap, SPDH, além de cultivares propícias para a região de Mogi Mirim

A Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) estará mais uma vez presente na Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas. O evento, que chega à sua 31.ª edição em 2026, será realizado de 17 a 19 de junho no Recinto da Expoflora em Holambra (SP).

Considerada a principal feira de horticultura da América Latina, a Hortitec reúne empresários, produtores, pesquisadores e profissionais do setor para apresentar inovações, tecnologias e tendências voltadas à produção hortícola. Em 2025, participaram aproximadamente 500 empresas e mais de 30 mil visitantes.

Assim como na última edição, a CATI contará com um estande na feira, onde produtores rurais poderão conhecer de perto os serviços de assistência técnica e extensão rural que são executados gratuitamente pela instituição, ligada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA-SP).

Segundo o zootecnista Diego Barrozo, que é chefe de divisão da Regional de Mogi Mirim, o órgão da SAA-SP apresentará no evento o Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH), o Projeto Frutas Vermelhas SP, cultivares comercializadas pela CATI Sementes e Mudas, linhas de crédito do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap) disponíveis para horticultores, além de prestar atendimentos relacionados ao Cadastro Ambiental Rural (CAR). Ainda de acordo com ele, no mesmo espaço da secretaria, a Diretoria de Defesa Agropecuária apresentará seus programas aos visitantes.

“Para a CATI Regional Mogi Mirim, participar de mais uma edição da Hortitec é uma oportunidade estratégica de se conectar ainda mais com o produtor rural. Em nosso estande, levaremos soluções práticas e inovadoras que impactam diretamente o dia a dia do campo, bem como disponibilizaremos as cultivares de alta qualidade da CATI Sementes e Mudas. Mais do que isso, nossa equipe estará pronta para oferecer atendimento especializado a respeito do CAR e orientar os horticultores sobre como acessar as linhas de crédito do Feap, reforçando o compromisso da SAA-SP com o desenvolvimento técnico, econômico e ambiental da nossa região”, afirma Barrozo.

Serviço

31.ª Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas

Quando: de 17 a 19 de junho de 2026

Horário: das 9h às 17h

Onde: Alameda Maurício de Nassau, 675 – Centro – Holambra

Pré-credenciamento: https://hortitec.inotech.com.br/hortitec2026

Com parcerias estratégicas, tecnologia e extensão rural, a CATI, órgão vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, mostrou na Agrishow como políticas públicas e projetos sustentáveis estão gerando renda, oportunidades e dignidade no campo paulista

Balanço da participação da CATI na Agrishow 2026

Mais que um dever; a sensação é de missão cumprida! A presença da CATI na 31.ª Agrishow reafirmou um compromisso que vai muito além da difusão tecnológica, pois se trata de levar conhecimento, oportunidades e transformação real para quem vive e produz no campo. Em um dos maiores palcos do agronegócio no mundo, a instituição apresentou um conjunto robusto de políticas públicas, projetos e ações que impulsionam cadeias produtivas, promovem sustentabilidade e, sobretudo, impactam diretamente a vida de milhares de produtores rurais.

Ao longo da feira, realizada entre os dias 27 de abril e 1.° de maio, extensionistas e especialistas demonstraram como a atuação integrada da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, em parceria com diversas instituições, tem fortalecido o desenvolvimento rural sustentável. Iniciativas como os Projetos CATI Leite, Solo + Fértil, Integra SP Agro, Cacau SP, Frutas Vermelhas SP e Programa de Aquisição de Alimentos – PAA Cesta Verde mostraram, na prática, que é possível produzir mais, com qualidade e respeito ao meio ambiente, ao mesmo tempo em que se amplia a geração de renda e emprego no campo.

Com este cenário, o estande da CATI se transformou em um verdadeiro ponto de encontro entre conhecimento técnico e histórias de vida. Produtores e técnicos compartilharam experiências, visitantes se emocionaram com resultados e gestores públicos conheceram modelos que podem ser replicados em diferentes regiões do país.

“Vivemos um momento histórico nessa edição, com recorde de público e um interesse impressionante nos nossos projetos. Projetos como o Cacau SP, Frutas Vermelhas e CATI Leite despertaram mais que curiosidade, levaram esperança de que é possível promover desenvolvimento com sustentabilidade ambiental e econômica, transformando vidas com dignidade, renda e qualidade. O mais gratificante foi ouvir depoimentos de produtores e visitantes, muitos emocionados ao perceber que essas iniciativas estão, de fato, mudando realiddes e abrindo novos caminhos no campo”, comenta o diretor da CATI, Ricardo Domingos Luiz Pereira.

E são justamente esses relatos que dão sentido ao trabalho desenvolvido. Produtores destacaram o aumento da produtividade, a diversificação das atividades e a melhoria na qualidade de vida de suas famílias. Visitantes se surpreenderam com o alcance das ações e com a proximidade da assistência técnica oferecida pelas Casas da Agricultura, presentes na maioria dos municípios paulistas.

Sendo assim, a Agrishow 2026 consolidou a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio da CATI, como protagonista na construção de um agro mais inclusivo, inovador e sustentável, pois, mais do que apresentar projetos, a instituição mostrou resultados concretos: vidas transformadas, cadeias produtivas fortalecidas e um futuro mais promissor para o campo paulista.

Projetos, programas e ações chamam atenção de todas as faixas etárias

A CATI marcou presença com um time de extensionistas e especialistas parceiros da Secretaria de Agricultura e Abastecimento e do Governo de SP, apresentando e esclarecendo dúvidas sobre políticas públicas e projetos que impactam a geração de emprego e renda no campo, aliada ao desenvolvimento sustentável, destacando informações e orientações sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR); linhas de financiamento do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap); projetos e programas como o Cacau SP; CATI Leite; Integra SP, com ILPF – Integração, Lavoura, Pecuária e Floresta e Solo + Fértil; Frutas Vermelhas SP, PAA Cesta Verde, bem como comercialização de sementes e mudas com garantia de qualidade e apresentação de projetos da CATI Sementes e Mudas.

Na Agrishow, produtores rurais tiram dúvidas sobre o seu Cadastro Ambiental Rural (CAR)

“É um orgulho que CATI esteja presente na Agrishow, desde o seu início, há três décadas. Para nós da extensão rural, é uma oportunidade ímpar de apresentar nossas ações, bem como nossos programas e projetos executados não apenas para o público-alvo da instituição, os produtores rurais, como para todos os visitantes, incluindo gestores públicos que, muitas vezes, vêm de outros estados e até de outros países conhecer o trabalho de Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural) realizado como missão em todo o estado, pela capilariedade da nossa atuação, que tem nas Casas da Agricultura, instaladas na maioria dos municípios paulistas, a porta de acesso para que os agricultores acessem políticas públicas, projetos, capacitações e crédito rural; bem como o Governo de SP formalize parcerias público-privada para execução de ações e projetos com impacto nas áreas rural e urbana”, ressalta Ricardo Pereira, diretor da CATI.

Na Agrishow, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta com o Integra SP Agro e a Rede ILPF

Projeto Cacau SP

 A CATI mostra o Projeto Cacau SP na Agrishow

No espaço do projeto, os visitantes foram recebidos pelo mascote “Cacauzinho” e puderam participar de oficinas que mostraram o processo desde a amêndoa até a produção do chocolate (saboreando este que é conhecido como o “alimento dos deuses”) e esclarecer dúvidas sobre o projeto com especialistas do Grupo Técnico de Cacau da CATI.

Durante a Feira, também foi lançado o Documento Técnico 137 “Cenário atual da cacauicultura paulista e estratégias para expansão sustentável”, publicação que passa a integrar o portfólio da instituição, que mantém mais de mil títulos, e que já está disponível para download gratuito no site da CATI.

https://storage.googleapis.com/saa-repositorio/prd/saa-sites/cati/documentos/DT-137-Cacau-SP-3_2026.pdf

Projeto Frutas Vermelhas SP

 A CATI apresenta para os produtores, na Agrishow, o Projeto Frutas Vermelhas SP

Já no espaço do Projeto Frutas Vermelhas SP, os especialistas técnicos da CATI Regional Campinas, responsável pela execução e desenvolvimento em todo o território paulista, apresentaram as principais ações técnicas realizadas até o momento e esclareceram dúvidas de produtores e interessados em iniciar nas culturas de amora, mirtilo e framboesa, englobadas pelo projeto.

Por meio desse projeto, que está sendo desenvolvido para aprimorar a cadeia produtiva das frutas vermelhas, ampliando a área cultivada e a qualidade das frutas, a CATI tem difundido inovação, com tecnologia e variedades adaptadas para climas mais quentes, abrindo novas fronteiras para o cultivo dessas frutas de clima temperado em diversas regiões do estado, ao mesmo tempo em que disponibiliza mais uma opção rentável para os produtores rurais paulistas.

Atualmente, o projeto conta com o envolvimento de 10 Regionais da CATI e 47 produtores, incluindo a instalação de Unidades de Adaptação de Tecnologia e Unidades Demonstrativas. Além disso, já ultrapassou as fronteiras paulistas, por meio de termo de cooperação técnica assinado entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e a Secretaria de Estado de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal.

Outro ponto alto para os visitantes foi o lançamento da Instrução Prática 281 “Frutas Vermelhas – Cor, Sabor e Saúde”, que já está disponível para download gratuito, no site da CATI. 

https://storage.googleapis.com/saa-repositorio/prd/saa-sites/cati/documentos/IP-281-Frutas-Vermelhas.pdf

Projeto CATI Leite

Os produtores e visitantes do estande da CATI tiveram uma surpresa nesta edição. No espaço dedicado ao Projeto CATI Leite, foram recebidos pela mascote do projeto: a  Catiana!

E todos foram unânimes: a Catiana, uma réplica fiel de uma vaca de leite, conquistou os corações e motivou muitos a obterem mais informações junto a especialistas do Grupo Técnico de Bovinocultura de Leite sobre o projeto que, mais que levar tecnologia para aumentar a qualidade, a produtividade, a rentabilidade e a gestão nas propriedades leiteiras paulistas, além de melhoramento genético e conforto animal, principalmente em pequenas áreas, tem transformado vidas no campo.

De solicitações para levá-la para “passear” em outros eventos, levar a metodologia do Projeto CATI Leite para pastagens além das fronteiras do território paulista e encantar crianças e adultos, com lembranças emotivas, a Catiana também incentivou estudantes a querer aprofundar conhecimentos sobre os trabalhos da extensão rural paulista na cadeia produtiva do leite.

Uma dessas estudantes foi Giovana Denadai, aluna da graduação em Zootecnia na universidade Estadual Paulista (Unesp), câmpus de Ilha Solteira, que foi ao estande atraída pela mascote. “Eu tenho uma paixão pela área de bovinocultura de leite e não conhecia muito sobre projetos de extensão rural na área em São Paulo. E o CATI Leite me encantou, pois muda a vida de pessoas. Já vou entrar em contato com a responsável pelo Grupo Técnico de Bovinocultura de Leite da CATI, e quem sabe consigo um estágio ou visita técnica?”, comentou enquanto tirava fotos com os colegas da Universidade.

CATI Sementes e Mudas

Outro destaque desta edição foi a atuação da CATI Sementes e Mudas, que evidenciou como a base produtiva começa com qualidade genética, inovação e acesso. Com tecnologias como a Ecopot – que substitui embalagens plásticas por soluções biodegradáveis – e projetos voltados à sanidade e produtividade de culturas como mandioca e batata-doce, a unidade reforça seu papel estratégico no fortalecimento das cadeias produtivas.

A CATI Sementes e Mudas apresenta vitrine tecnológica com materiais produzidos pela CATI

Para o coordenador da CATI Sementes e Mudas, Gerson Cazentini Filho, o impacto da participação na feira foi marcante. “Mais do que falar em números, e eles foram muito expressivos, é preciso destacar a importância do trabalho de extensão rural promovido junto a produtores de diversas partes do país e até de outros países, que puderam conhecer as sementes e mudas produzidas em núcleos de excelência instalados em diversas regiões paulistas”.

 CATI Sementes e Mudas levando suas variedades na Agrishow 2026

Durante os cinco dias da Agrishow, foram comercializadas cerca de 4.000 mudas, sendo as mais vendidas de banana, frutas vermelhas (mirtilo, amora e framboesa), cacau e outras frutíferas comerciais, como manga, abacate e atemoia. “Entre vendas e orientação técnica, nossa equipe fez mais de mil atendimentos no estande. E muitos contatos foram feitos, os quais resultarão em atendimentos e vendas futuras”, celebra Cazentini.

CATI apresenta o AL Vassoura, o Sorgo-vassoura, que propicia aquelas vassouras naturais que usamos em casa

Balanço do Governo de SP na Agrishow

Acesse https://agricultura.sp.gov.br/arquivos/15588 e veja: SP fecha Agrishow com recorde de aporte a produtores rurais e 250 mil hectares regularizados

Sobre a Agrishow 2026

  • A Feira tem alcance internacional, pois reúne mais de 800 marcas expositoras, incluindo grandes potências agrícolas do mundo, e atrai visitantes de dezenas de países.
  • Mobiliza um volume bilionário de negócios, movimentando mais 11 bilhões de reais em intenções de negócios nesta 31.ª edição, consolidando-se como um termômetro econômico do setor.
  • É uma vitrine de tecnologia, por ser um dos principais palcos mundiais para o lançamento de máquinas agrícolas, agricultura de precisão, drones, IA (Inteligência Artificial) e soluções de automação no campo.
  • Tem uma dimensão física que ocupa uma área de mais de 520.000m², sendo frequentemente citada como a maior feira agrícola a céu aberto da América Latina e uma das maiores do mundo.

A seguir, a galeria de imagens:

Linha de crédito emergencial visa o apoio financeiro a agricultores para retomada imediata da produção local 

O Governo de São Paulo, por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), anunciou nesta sexta-feira (24), uma linha de crédito emergencial de R$ 5 milhões para os produtores rurais, especialmente de hortaliças, atingidos pelas chuvas em Ibiúna e Piedade. 

A liberação de crédito emergencial aos produtores rurais da região é uma medida essencial para garantir o apoio financeiro de até R$ 50 mil por produtor, com taxa de juros de 3% ao ano, aos agricultores impactados por eventos climáticos. A iniciativa visa a retomada imediata da produção local, garantindo o abastecimento, e integra um conjunto de ações do Governo de SP para assistir os moradores de Ibiúna e Piedade, duramente afetados pelas fortes chuvas do dia 18 de abril. 

Segundo a Defesa Civil do estado de São Paulo, mais de 700 famílias foram atingidas nas duas cidades. A Defesa Civil estadual atuou em conjunto com os municípios, realizando vistorias e garantindo o envio de ajuda humanitária, com a disponibilização de kits de limpeza, higiene, dormitório, cestas básicas e lonas para atendimento emergencial das famílias.

Imediatamente após o evento climático, a Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), por meio de sua regional de Sorocaba, realizou levantamento em campo junto aos produtores rurais para identificar os impactos nas propriedades e orientar as primeiras medidas de apoio. Os dados preliminares apontam que a maior parte das ocorrências se concentrou em hortaliças, com perdas variando conforme o porte das áreas e o estágio das culturas, incluindo casos de comprometimento total em propriedades menores e perdas significativas em áreas médias. O levantamento também identificou danos em diferentes fases de produção, o que reforça a necessidade de suporte ágil para viabilizar o replantio e a retomada das atividades.

O secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho, visitou a propriedade do produtor Alexandre Antonio de Almeida, no bairro Colégio, em Ibiúna, para verificar de perto a situação dos produtores rurais afetados pelas chuvas. A visita contribuiu para o detalhamento das medidas emergenciais voltadas à recuperação das áreas atingidas e à retomada da produção local. 

“Sabemos da importância dessas regiões para o abastecimento e para a economia do Estado, e por isso estamos mobilizando instrumentos ágeis para apoiar a recuperação das lavouras. Esse é um trabalho conjunto, próximo dos municípios, para que a atividade agrícola seja restabelecida o quanto antes.” reforçou o secretário durante a visita.

As duas cidades são importantes polos agrícolas do Estado, com destaque para o cultivo de hortaliças, flores e frutas. Piedade concentra cerca de 90% da produção nacional de alcachofra. Já Ibiúna se destaca pela gestão e pelo desempenho no setor, figurando entre os 20 melhores municípios no ranking do programa Município Agro, da SAA, que estimula a implementação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável do setor. 

A CATI Regional Ourinhos reafirmou seu compromisso com o fortalecimento da agricultura familiar ao participar de evento promovido pela Associação de Produtores do Vale do Paranapanema (Aprovale), que teve como foco a difusão de tecnologia e conhecimento para impulsionar o desenvolvimento rural sustentável em pequenas áreas.

Realizada no município de Ribeirão do Sul, a iniciativa reuniu um público expressivo de produtores rurais e parceiros do setor, consolidando-se como um espaço estratégico de troca de experiências e acesso a novas tecnologias. “O evento destacou inovações em mecanização agrícola de pequeno porte e empresas parceiras realizaram demonstrações práticas de implementos e tratores, evidenciando soluções que tornam o trabalho no campo mais eficiente, produtivo e sustentável”, explicou Alfredo Ferrari, especialista agropecuário da CATI Regional Ourinhos, que participou da atividade.

Além da tecnologia, temas essenciais para o fortalecimento da atividade rural também estiveram em pauta, como a reforma tributária e a recuperação de ICMS e PIS/Cofins, bem como o uso de bioestimulantes na produção de olerícolas, que tem se mostrado uma alternativa que contribui para a melhoria da renda e da qualidade da produção.

Neste contexto, Ferrari conduziu uma palestra sobre linhas de crédito voltadas à agricultura familiar, com destaque para o Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), reforçando o papel da CATI no apoio contínuo aos agricultores. “O trabalho da CATI junto à agricultura familiar é contínuo por meio das Casas da Agricultura, levando orientação técnica, acesso à informação e apoio no acesso ao crédito. Nosso objetivo é fortalecer a produção, garantir renda e promover mais qualidade de vida no campo. E o Feap é uma ferramenta importante nesse processo, e novas linhas virão para ampliar ainda mais essas oportunidades”.

Segundo o especialista agropecuário, a Aprovale, com forte atuação na região de Ourinhos, tem sido uma parceira fundamental no desenvolvimento da agricultura familiar, atuando desde a produção até a comercialização, com destaque para programas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). “Esse trabalho conjunto tem sido um instrumento essencial para impulsionar a atividade rural de forma inclusiva e sustentável, valorizando o agricultor familiar no cenário do desenvolvimento regional”.

Há mais de seis décadas, a presença da CATI no campo paulista ajuda a contar a história de uma das cadeias produtivas mais reconhecidas do Brasil: o café. E foi com esse legado de parceria, confiança e evolução técnica que a instituição marcou presença na 6.ª edição da Alta Café, reafirmando seu papel essencial no fortalecimento da cafeicultura da Alta Mogiana, uma das regiões mais reconhecidas do país pela qualidade de seus grãos.

Muito além de um evento, a Alta Café se consolidou como um espaço onde tradição e inovação caminham juntas, conectando produtores, pesquisadores, empresas e instituições em torno de um objetivo comum: produzir mais e melhor, com sustentabilidade e valor agregado. Desde as primeiras edições, a CATI segue como parceira ativa dessa construção coletiva, levando assistência técnica, políticas públicas e conhecimento ao produtor rural.

Nesta edição, a atuação integrada da equipe de extensionistas da CATI Regional Franca e da CATI Sementes e Mudas evidenciou a força dessa conexão contínua com o setor cafeeiro. No estande, produtores encontraram orientação sobre regularização ambiental por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR), acesso a linhas de financiamento do Feap, além de informações sobre Boas Práticas sustentáveis que impactam diretamente a produtividade e a qualidade do café, do plantio à pós-colheita, bem como puderam adquirir mudas de espécies frutíferas e essências florestais.

A abertura do evento contou com a presença do vice-governador Felício Ramuth, reforçando o peso econômico e social da cafeicultura para o estado de São Paulo e, especialmente, para a região da Alta Mogiana, onde o café é mais do que cultura agrícola, tendo se tornado identidade, tradição e fonte de renda para milhares de famílias. Para o chefe da CATI Regional Franca, Geraldo Nascimento Junior, a participação na feira simboliza a continuidade de um trabalho que atravessa gerações. “A CATI está presente na história da cafeicultura da Alta Mogiana desde a década de 1960, sempre ao lado do produtor, levando orientação técnica e construindo soluções conjuntas. E todo este contato gerou mais que uma conexão de técnico e produtor, onde nos encontramos é uma relação de amizade e troca de experiências. E, na Alta Café, essa relação cotidiana que temos nas Casas da Agricultura se consolida  com a força da parceria, pois esta feira, que tem crescido ano a ano, consegue aproximar ainda mais os elos da cadeia produtiva, promover inovação e garantir que o produtor tenha acesso ao que há de mais atual para seguir produzindo com qualidade e sustentabilidade”.

Abaixo, a galeria de imagens do evento:

Por meio do ‘Artesanal + Legal’, agricultores familiares são auxiliados pela CATI no processo de registro de seus produtos para venda

Agricultores familiares do Estado de São Paulo já podem subsidiar até 95% de suas despesas para viabilizar o registro de suas agroindústrias nos órgãos sanitários competentes, por meio do Projeto Artesanal + Legal, que é coordenado pela Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA). Financiado pelo Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), o projeto deve beneficiar cerca de 100 produtores rurais em sua primeira fase, que disponibilizará o montante global de R$ 3 milhões.

São beneficiários do Artesanal + Legal produtores rurais enquadrados como agricultores familiares, nos termos da Lei Federal n.º 11.326/2006, que realizem processamento de alimentos em suas propriedades – situadas no território paulista – e utilizem, no mínimo, 50% de matéria-prima própria. Além disso, devem possuir Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ativo, já estar em processo de registro agroindustrial junto ao serviço de inspeção ou à vigilância sanitária competente e apresentar projeto técnico elaborado em conjunto com os técnicos da CATI ou da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), o qual será analisado e aprovado pelo grupo gestor responsável.

Foco na regularização

“Altos custos estruturais, dificuldade para aquisição de equipamentos e falta de auxílio em serviços especializados são alguns dos gargalos enfrentados pelas agroindústrias familiares em nosso estado. Então, o Artesanal + Legal foi desenhado para ajudar o produtor a obter o registro da sua produção artesanal junto aos órgãos sanitários competentes. A subvenção econômica não reembolsável é a ferramenta que ataca diretamente esses entraves, tornando a regularização uma meta alcançável”, explica Mônica Fagundes, especialista agropecuária e integrante do grupo gestor do Artesanal + Legal.

Ainda de acordo com ela, o recurso do Feap viabiliza a compra de equipamentos e utensílios, reformas estruturais, serviços especializados diversos para, por exemplo, elaboração de plantas baixas, memoriais econômico-sanitários, programas de autocontrole, manuais de Boas Práticas, além de serviços de consultoria contábeis e jurídicos. “Nesse processo, a CATI atua como pilar de apoio técnico, acompanhando o produtor beneficiário desde o início, o que garante a correta aplicação do investimento para que a formalização se concretize, de modo a assegurar não apenas a produção de alimentos seguros, mas o acesso a novos mercados e a agregação de valor que fortalece a agricultura familiar”, ressalta Mônica.

Incentivo de até R$ 50 mil

O valor máximo a ser reembolsado é de até 95% das despesas, limitado a R$ 50 mil, para empreendimentos geridos exclusivamente por mulheres; e de até 90% das despesas, limitado a R$ 50 mil, para os demais beneficiários. O pagamento da subvenção ocorrerá mediante comprovação documental e vistoria técnica de conclusão. O recurso será concedido conforme a disponibilidade orçamentária e financeira do Feap e o projeto deverá ser executado em até 12 meses após sua aprovação. Caberão à CATI a análise, a aprovação e o acompanhamento dos projetos técnicos, além da verificação da execução das práticas subsidiadas.

Para mais informações sobre o Projeto Artesanal + Legal, acesse: agricultura.sp.gov.br/cati/projeto-artesanal-legal.

Leia também: família do interior ganha duas premiações com agroindústria artesanal e entra para as Rotas do Queijo de São Paulo

Recém reformado, o Laboratório de Micropropagação da CATI, em Tietê (SP), produz até 120 mil mudas matrizes de morango e banana por ano, que dão origem a milhões de mudas utilizadas na fruticultura do Estado de São Paulo

Antes de chegar às feiras, mercados e à mesa do consumidor, frutas amplamente consumidas como morango e banana passam por uma etapa essencial e pouco conhecida da cadeia produtiva: o trabalho científico realizado em laboratório. É nesse ambiente controlado que se inicia o primeiro passo para frutas de qualidade, com reflexos diretos na produtividade e no desempenho das lavouras no campo.

O trabalho é desenvolvido no Laboratório de Micropropagação do Núcleo de Produção de Mudas de Tietê, unidade da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento. No local, são produzidas mudas matrizes com alta qualidade genética e fitossanitária, utilizadas por viveiristas e produtores rurais em todo o estado.

O que são Mudas Micropropragadas?

Mudas micropropagadas são plantas produzidas em laboratório a partir de uma planta-mãe saudável. Por meio de uma técnica de clonagem em ambiente controlado, é possível obter, em pouco tempo, grande quantidade de mudas idênticas, livres de pragas e doenças e com alto padrão de qualidade. Após essa etapa em laboratório, as plantas passam por um período de adaptação em estufas, antes de serem destinadas ao plantio no campo.

Legenda: Laboratório dispõe de salas climatizadas para preservar material que dá origem às matrizes

Segundo Laura Becker, diretora técnica do laboratório, a produção é realizada exclusivamente com material vegetal regularizado. Ela explica que o laboratório trabalha com espécies já comerciais, a partir de matrizes mantidas em estufas registradas no Ministério da Agricultura. “A multiplicação ocorre conforme a demanda dos produtores, principalmente para as culturas de banana e morango, além da mandioca. A capacidade de produção da unidade é de até 120 mil mudas por ano, com expectativa de ampliação, especialmente para atender à crescente demanda por mudas de banana”, acrescenta.

O laboratório de Tietê foi inaugurado em 2018, a partir de uma demanda de produtores da região de Atibaia e Jarinu, e desde então a unidade se consolidou como referência no fornecimento de mudas matrizes adaptadas ao microclima paulista, produzidas em condições estéreis e livres de pragas e doenças.

No mês de dezembro, o Governo do Estado de São Paulo entregou a reforma completa do laboratório, com adequações estruturais e modernização das instalações. A unidade recebeu investimentos em tecnologia, incluindo um sistema de biorreatores, que permite ampliar a capacidade produtiva com maior eficiência e menor utilização de mão de obra.

Legenda: Secretário executivo, Alberto Amorim, descerra placa de reforma da unidade de Tietê (SP)

Com isso, o laboratório reforça seu papel estratégico no apoio à fruticultura paulista, ao garantir material vegetal confiável, padronizado e de alto desempenho, contribuindo para a competitividade do setor e para o desenvolvimento rural no Estado de São Paulo.

Crédito para fortalecer a cadeia do morango

Como ação complementar de fomento, o Governo do Estado de São Paulo anunciou a liberação de 3 milhões de reais em crédito por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista para o cultivo de morango.

A linha de crédito permite investimentos em estufas, túneis, sistemas de irrigação e aquisição de mudas certificadas. Produtores pessoa física podem financiar até 250 mil reais, pessoas jurídicas até 500 mil reais e associações ou cooperativas até 800 mil reais. Até 30 por cento do valor pode ser destinado ao custeio, com prazo de pagamento de até 84 meses e carência de 12 meses.

Para acessar a linha do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), procure a Casa da Agricultura do seu município ou a unidade do ITESP.

Tecnologia, sustentabilidade e compras públicas impulsionam a cadeia da alface em SP

Nutritiva e popular nos pratos de milhões de brasileiros, o estado de São Paulo é o maior produtor e consumidor nacional de alface. De acordo com os dados levantados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA – APTA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), no ano passado, foram cultivadas mais de 220 mil toneladas da hortaliça, o que representa um montante estimado de R$ 947 milhões.

As principais regiões produtoras estão localizadas no Cinturão Verde, sendo um polo de distribuição importante para o abastecimento da Grande São Paulo, com destaque para o cultivo da variedade crespa.

O engenheiro agrônomo da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), da SAA, Thiago Costa, destaca que a alface tem manejo simples, mas exige atenção contínua, já que se trata de uma cultura bastante sensível. Segundo ele, boas condições de água, solo e insolação são determinantes para a qualidade do cultivo. “A água sem contaminantes físicos, químicos e biológicos. O solo com uma boa disponibilidade de nutrientes e matérias orgânicas. Além de análise de solo, anualmente, e adubação equilibrada, seguindo cuidadosamente as recomendações agronômicas. Além de uma boa insolação, sem excesso de temperatura”, explicou Thiago Costa.

Para o diretor executivo do Instituto Brasileiro de Horticultura (Ibrahort), Manoel Oliveira, a cadeia de folhosas tem passado por um processo de profissionalização e investimentos nos últimos anos, o que estimula a produção em maior escala. “O avanço tecnológico está contribuindo para o aumento da produtividade com o cultivo protegido e para a redução de perdas e rupturas no fornecimento ao varejo”, ressaltou Oliveira.

Fortalecimento da produção com impacto social e compras públicas

Além de ser referência produtiva no cenário nacional, o estado de SP também é o maior comprador da folhosa oriunda da agricultura familiar paulista. Em 2025, foram adquiridas mais de 80 toneladas, movimentando cerca de R$ 800 mil através do Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS). Os produtos são destinados a escolas, universidades e unidades prisionais, aproximando o campo das políticas públicas e gerando impacto direto na renda das famílias produtoras.

A Cooperativa dos Produtores Familiares de Piedade (COFARP) atua principalmente no comércio varejista, com cerca de 50 cooperados, que produzem diversos alimentos hortifrutigranjeiros, como pepino, escarola, almeirão, salsa, brócolis e alface. A média de produção da folhosa fica em torno de 6 mil unidades mensais.

A COFARP é uma das cooperativas que comercializam diretamente ao Estado. “Hoje, para nós, esse programa do PPAIS está sendo muito importante, porque conseguimos ter uma garantia de venda. Por isso, nós fazemos uma programação de plantio já com a quantidade e as datas certas para entregar o produto”, destacou o presidente da COFARP, José Roberto.

Presidente da COFARP, José Roberto

Inovação Tecnológica e Sustentável: Alface Hidropônico

São Paulo foi pioneira na implantação e tornou-se o maior produtor hidropônico de alface. Esse tipo de produção utiliza técnicas como fazendas verticais e estufas para cultivo sem solo, otimizando o uso de água e espaço disponível.

A SAA, através do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), oferece crédito para produtores que desejam investir em sistemas hidropônicos, por meio do Projeto Desenvolvimento Rural Sustentável Paulista (DRS).

“No caso da hidroponia, os recursos podem ser utilizados para implantação ou modernização de estufas agrícolas, sistemas automatizados de irrigação e fertirrigação, equipamentos de controle ambiental, além de obras de infraestrutura e adequações tecnológicas nas propriedades rurais”, explicou o secretário executivo do FEAP, Felipe Alves.

Os financiamentos podem chegar a R$ 250 mil para produtores rurais pessoa física, R$500 mil para pessoa jurídica e R$800 mil para cooperativas ou associações, com juros a partir de 3% ao ano e prazo de pagamento de até 84 meses, incluindo carência de até 12 meses.

Com uma aliança inédita entre poder público estadual e municipal, entidades do setor e iniciativa privada, a CATI Regional Pindamonhangaba inicia um movimento decisivo para transformar áreas degradadas em solos produtivos, fortalecendo a agricultura local por meio do Programa Solo + Fértil

A Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) está ampliando sua atuação na área de conservação do solo, em Pindamonhangaba, por meio de uma forte articulação interinstitucional que fortalece o Programa Solo + Fértil, iniciativa que busca elevar a fertilidade dos solos paulistas e inserir pequenos e médios produtores na moderna agricultura brasileira.

“O Programa Solo + Fértil tem como objetivo central promover a recuperação e conservação dos solos, aumentando a produtividade agrícola e garantindo práticas ambientalmente sustentáveis. Em Pindamonhangaba, a CATI vem integrando esforços com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável; o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar)/Sindicato Rural, por meio do Programa AteG; e a Sociedade Extrativa Dolomia, formando uma rede de cooperação inédita no município, como um passo estratégico para reverter a degradação do solo e impulsionar a produtividade no campo”, explica Haley Silva de Carvalho, chefe da CATI Regional Pindamonhangaba.

Segundo Carvalho, essa integração permite otimizar recursos e unificar estratégias, garantindo que as ações cheguem de forma mais efetiva aos produtores rurais. A parceria foi formalizada em reunião realizada no final de novembro, quando cada instituição apresentou suas contribuições ao Solo + Fértil. “Durante o encontro, também foram divulgadas as linhas de crédito do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), importante ferramenta de apoio ao desenvolvimento agropecuário paulista”, informa.

Sobre o tema, o engenheiro agrônomo Domingos Vaz, da CATI Regional Pindamonhangaba, destacou a urgência das ações no município. “Pindamonhangaba tem cerca de 30 mil hectares de pastagens, sendo que aproximadamente 80% apresentam algum grau de degradação. A implantação do programa permitirá reverter esse cenário a médio e longo prazo, promovendo um novo patamar produtivo e ambiental”, afirmou.

Apoio técnico e logístico aos produtores

O secretário municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável, Mauro Muassab Junior, reforçou que a cidade oferece suporte direto aos produtores. “Temos legislação específica para o transporte de calcário agrícola e disponibilizamos anualmente 30 horas de máquinas para preparo do solo, sem custos ao produtor”, explicou.

A parceria também envolve o setor privado. O engenheiro agrônomo Sergio Peretta, da Dolomia, apresentou a proposta de custeio do envio das amostras de solo para análise laboratorial, sem cobrança aos produtores que aderirem ao programa. “Essa iniciativa aproxima ainda mais os produtores das instituições envolvidas e fortalece o Programa Solo + Fértil”, disse.

No âmbito do Programa ATeG, o médico-veterinário Daniel Camillo relatou dificuldades encontradas nas propriedades acompanhadas pelo Senar. “Identificamos uma grande deficiência na produção de alimentos volumosos de qualidade. Buscamos apoio da Secretaria de Desenvolvimento Rural, que nos conectou com a CATI, e rapidamente o Solo + Fértil se mostrou uma oportunidade concreta de solução”, destacou.

Além disso, o Laboratório IBRA Megalab, parceiro da CATI por meio de convênio, oferece análises de solo com valores diferenciados, contribuindo para maior acessibilidade e precisão técnica no diagnóstico das propriedades.

Referência na gestão integrada do solo

Para o chefe da CATI Regional Pindamonhangaba, o trabalho conjunto consolida o Solo + Fértil como um modelo de política pública sustentável. “Essa rede colaborativa fortalece a agricultura, contribui para a segurança alimentar e preserva os recursos naturais. É um passo importante para uma agricultura mais eficiente e sustentável, com gestão integrada do solo”, afirmou, enfatizando que, “com a união entre o setor público, o setor privado e demais entidades, em Pindamonhangaba, o município avança rumo à revitalização de suas áreas produtivas, impulsionando uma nova fase para o desenvolvimento agropecuário local”, avalia Carvalho.

A CATI Regional Itapeva teve participação ativa em diferentes municípios durante a Semana do Agricultor, entre os dias 22 e 30 de julho, reforçando seu compromisso com a assistência técnica, as políticas públicas e a valorização do produtor rural.

Em Apiaí, a Regional atuou na organização da 2.ª Festa do Agricultor, realizada nos dias 22 e 23, na praça de eventos. O evento contou com ampla programação técnica, cultural e institucional. A CATI esteve presente com palestra e atendimento aos produtores em relação ao Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Em Ribeirão Branco, sob a liderança do secretário Flávio de Paula, foi realizado um Ciclo de Palestras nos bairros, com foco técnico e institucional. A extensionista Francine Tomaz, da CATI, abordou temas ligados às políticas públicas e ao Cadastro da Agricultura Familiar (CAF). Já o engenheiro agrônomo Julio Cesar de Lima falou sobre viroses no tomate, com destaque para a geminivirose, que tem causado grandes perdas nos últimos anos. A palestra contribuiu para ampliar a segurança dos produtores no início da safra. Mesmo com o frio, houve forte presença do público à noite, encerrando cada encontro com churrasco e confraternização.

Em Guapiara, a convite da secretária Regina Colhassi, a CATI participou do evento sobre “Crédito rural” no dia 24. Francine apresentou informações sobre políticas públicas e o CAF e o papel do Feap (Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista) no desenvolvimento local. Na ocasião, os representantes da CATI, ao lado do técnico Heli Moraes, da Defesa Agropecuária, foram homenageados com medalhas, simbolizando o reconhecimento ao trabalho conjunto do Estado com os produtores do município.

   

A presença ativa da CATI na Semana do Agricultor reafirma sua missão de promover o desenvolvimento rural sustentável com foco no produtor rural e na construção de soluções locais junto às secretarias municipais e parceiros.

(Com informações da CATI Regional Itapeva)

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