Evento promovido pela CATI e Defesa Agropecuária reuniu mais de 100 participantes para debater tecnologia, crédito e manejo sustentável da cultura
O Parque Duílio Maziero, em Atibaia, transformou-se em um centro de difusão tecnológica no último dia 6 de maio. O Dia de Campo sobre a Cultura do Morango reuniu mais de 100 pessoas, entre produtores, técnicos e especialistas, com o objetivo de elevar o padrão de qualidade e segurança das hortas e lavouras da região.
Organizado em conjunto pela Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) e pela Defesa Agropecuária, órgãos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, o evento focou na profissionalização de todas as etapas do cultivo, desde o armazenamento de insumos até o acesso ao crédito rural.
Prática e segurança no campo
A programação matinal foi dedicada às atividades práticas. Os produtores receberam orientações sobre a calibração correta de equipamentos de pulverização e manutenção preventiva, por meio do programa “Aplique Bem”, orientações dadas pelo Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (IAC-APTA).
Um dos momentos de maior impacto foi a demonstração sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Os participantes puderam visualizar como a ausência do uso correto desses itens resulta na contaminação imediata da pele e das roupas. Além disso, as equipes da Defesa Agropecuária demonstraram as normativas vigentes para a organização e o armazenamento seguro de insumos nas propriedades.
Rastreabilidade e controle biológico
No período da tarde, as palestras técnicas destacaram o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos (Peara-POV). Camila Grzybowski, gerente do programa pela Defesa Agropecuária, apresentou dados que reforçam a segurança do alimento no estado. Com 100% de rastreabilidade, o programa permite que o produtor demonstre a saudabilidade de seu produto ao mercado.
A substituição de químicos por métodos sustentáveis também esteve na pauta. A Dra. Fagoni Calegario, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), demonstrou que o uso de predadores naturais, iscas e controle orgânico deve ser a primeira escolha do produtor, deixando o uso de agroquímicos registrados como último recurso, sempre respeitando dosagens e períodos de carência.
Normas e crédito rural
O encerramento do evento trouxe atualizações regulatórias e financeiras essenciais para o setor. O chefe da Casa da Agricultura (CA) de Atibaia, Adriano Campbell, detalhou a Portaria MAPA n.º 886/2026, que estabelece os novos padrões de identidade e qualidade para a comercialização do morango. Já André Luiz Barreto, chefe da CA de Jarinu, explicou as linhas do Feap (Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista) para 2026, orientando sobre a regularização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a organização documental necessária para acessar subvenções.
Para Adriano Campbell, o evento cumpriu seu papel integrador. “Foi uma excelente oportunidade para o produtor ter acesso, em um só local, a informações que vão desde o manejo racional até linhas de crédito”, destacou.
André Barreto reforçou que a competitividade do mercado exige excelência. “O mercado busca qualidade no produto final e, para isso, a excelência deve estar presente em todas as fases do cultivo”, afirmou. O Dia de Campo contou com o apoio fundamental da Associação de Produtores de Morango de Atibaia e Jarinu, representada pelo presidente Osvaldo José Maziero, e parcerias com a Associação Hortifrúti Flores, empresa Massey Ferguson (A9), Sicredi e Agroverde.






Com os olhos voltados para os desafios reais do produtor rural e para o futuro da agricultura, a
CATI (Diretoria de Assistência Técnica Integral) protagonizou, entre os dias 9 e 11 de abril, uma
ação inédita que reforça seu papel estratégico na construção de soluções concretas para a segurança
hídrica e alimentar no estado de São Paulo. Em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e
o Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, a iniciativa marca a primeira visita técnica conjunta do
Centro para Segurança Hídrica e Alimentar em Zonas Críticas (CCD) diretamente no campo.
O projeto, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), reúne
ciência, extensão rural e experiência prática para enfrentar desafios cada vez mais urgentes
relacionados à água, ao clima e à produção de alimentos. Desde 2022, a CATI e o IAC integram
oficialmente o CCD, um centro vinculado à USP que atua em sete macrorregiões paulistas,
conectando conhecimento científico às realidades locais.
Durante as visitas, produtores dos municípios de Mogi das Cruzes (ligado à area de atuação da
CATI Regional Mogi das Cruzes) e São Miguel Arcanjo (ligado da mesma forma à CATI Regional
Itapetininga) abriram suas propriedades e compartilharam práticas, desafios e soluções no uso da
água na produção agropecuária. O contato direto com o campo permitiu alinhar pesquisas e
tecnologias às necessidades concretas do dia a dia rural. “O sociólogo David Rodrigues, da CATI
Regional Mogi das Cruzes, e o especialista agropecuário Guilherme Felisberto, da Casa da
Agricultura de São Miguel Arcanjo, com a ajuda de seus parceiros produtores rurais, organizaram
essa série de visitas que possibilitaram a prospecção de novas vertentes de pesquisa, bem como a
orientação prática de eixos multidisciplinares de ações pelo CCD”, informa Antoniane Arantes, líder
do Grupo Técnico de Conservação do Solo e da Água da CATI e representante da instituição no
CCD.

Para Arantes, a experiência reforçou o valor da aproximação entre ciência e produtor. “Essa
primeira visita técnica conjunta foi essencial para compreendermos, na prática, como pequenos e
médios produtores utilizam a água. A partir disso, conseguimos direcionar melhor as ferramentas
técnicas e metodológicas, garantindo soluções mais eficientes, aplicáveis e adaptadas à realidade do
campo”, informando que o CCD estrutura suas ações em áreas como hidroclimatologia,
hidrogeologia e agrometeorologia, desenvolvendo desde sistemas de monitoramento e previsão
climática até estratégias para gestão hídrica e aumento da produtividade agrícola. “No componente
agrícola, o foco está em aprimorar decisões sobre plantio, irrigação e colheita; já no hídrico, busca-se
ampliar a previsibilidade e melhorar a gestão de recursos, incluindo reservatórios e outorgas”,
explica.

Para as pesquisadoras Jane Silveira e Angélica Prela Pantano, do IAC, esta primeira visita mostrou
o impacto da integração entre pesquisa e prática. “A diversidade de sistemas produtivos observada
nas propriedades é extremamente ampla. Isso nos permite desenvolver pesquisas mais direcionadas,
com impacto direto na produtividade e no uso sustentável da água na agricultura”, destacando a
riqueza de detalhes das técnicas e culturas adotadas nas propriedades visitadas, assim como a
possibilidade de desdobramentos de novas pesquisas alinhadas aos objetivos do centro e conectadas
aos anseios e necessidades dos produtores rurais.
Já o pesquisador Humberto Rocha, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
da Universidade de São Paulo (IAG/USP) e coordenador do CCD, ressaltou o caráter inovador da
iniciativa: “Essa aproximação com o campo, desde o início, fortalece o desenvolvimento de
soluções mais assertivas. Estamos construindo conhecimento junto com os produtores, o que
aumenta significativamente a efetividade das ações”.

Nesse contexto, o papel da CATI se mostra decisivo. Além de participar da construção científica do
projeto, a instituição é responsável por validar as tecnologias no campo e promover sua difusão
entre os produtores. O protagonismo do Grupo Técnico de Conservação do Solo e da Água,
liderado por Antoniane Arantes, tem sido fundamental para garantir que as soluções propostas sejam
viáveis e sustentáveis.
A iniciativa já conta com pesquisas em andamento, incluindo estudos de mestrado e doutorado, e
até experimentos instalados em propriedades rurais participantes – sinal claro de que a integração
entre instituições e produtores está gerando resultados concretos.

Ao unir ciência, extensão rural e prática agrícola, a parceria entre a CATI, a USP e o IAC inaugura
uma nova etapa na construção de uma agricultura mais resiliente, sustentável e preparada para os
desafios climáticos. Mais do que um projeto, o CCD se consolida como um modelo de cooperação
capaz de transformar o presente e garantir o futuro da segurança hídrica e alimentar no estado de
São Paulo.
Especialistas alertam que a preservação do solo é vital para garantir segurança alimentar e resiliência econômica. Manejo técnico e práticas conservacionistas são ações centrais de estratégia produtiva
A Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo realizou, nesta quarta-feira, 15 de abril, o XVII Seminário sobre Conservação do Solo e Proteção de Recursos Naturais em Campinas (SP). O evento, que celebrou o Dia Nacional da Conservação do Solo, reuniu cerca de 150 participantes entre técnicos, pesquisadores e produtores para debater práticas sustentáveis e medidas de impacto direto no campo.
Para Alberto Amorim, secretário executivo de Agricultura, o seminário integra um conjunto de iniciativas estratégicas que conferem transparência às ações da Pasta e reiteram o compromisso do Estado com a sustentabilidade.
“O protagonismo tecnológico alcançado pelo setor, nos últimos 50 anos, deixou claro que a segurança alimentar e energética é indissociável da saúde do solo. Por ser um recurso finito e de lenta renovação, sua preservação é o alicerce de qualquer modelo econômico resiliente”, destaca. “Este evento consolida a integração entre a pesquisa científica e a prática no campo. O objetivo central é fortalecer uma rede de conhecimento que assegure a integridade desse patrimônio ambiental e produtivo para a população e para as futuras gerações”, diz.
Durante a programação, a Defesa Agropecuária lançou oficialmente a cartilha educativa de conservação de solos “O sítio que voltou a sorrir”. O Instituto Agronômico (IAC-Apta) apresentou um documento atualizado sobre Manejo Conservacionista, consolidando décadas de pesquisa em diretrizes aplicáveis à realidade.
O diretor da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), Ricardo Pereira, destacou a importância da integração entre a pesquisa e a extensão rural durante o encontro. “O sucesso do trabalho está nas ações integradas. Temos orgulho de levar as tecnologias de conservação de solo para os produtores rurais e ajudar em sua implantação. São práticas que não transformam apenas as paisagens, mas a vida das pessoas”, comenta.
Da teoria ao campo
A programação teve início no período da manhã, no anfiteatro do IAC-Apta, com painéis sobre a história da conservação no território paulista e palestras técnicas. À tarde, o aprendizado foi levado para a prática na Fazenda Santa Elisa, do IAC-Apta. Antoniane Arantes, líder do Grupo Técnico de Conservação de Solo da CATI, explicou que a proposta combina técnicas, metodologias e tecnologias de conservação à aplicação prática. Sob a coordenação de especialistas, os participantes percorreram estações de campo que abordaram aspectos da paisagem, pedologia e tecnologias de precisão.
O evento foi promovido pela SAA, por meio da CATI, do IAC-Apta, da Defesa Agropecuária e da Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag), consolidando a relevância do tema nas discussões sobre a preservação do maior patrimônio do produtor rural: o solo.
Abaixo, a galeria de imagens do evento:










Evento, que vai celebrar o Dia Nacional da Conservação do Solo, já está com inscrições abertas
Em comemoração ao Dia Nacional da Conservação do Solo, 15 de abril, será realizado, em Campinas (SP), o XVII Seminário sobre Conservação do Solo e Proteção de Recursos Naturais. O evento, que deve contar com a participação de 250 pessoas, está sendo promovido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo, por meio da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (Apta), Instituto Agronômico (IAC-Apta), Defesa Agropecuária, além da Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag).
O seminário reunirá especialistas em conservação do solo, profissionais do segmento agropecuário, técnicos dos setores público e privado, pesquisadores, professores e estudantes para debaterem as melhores práticas para reverter os processos de degradação do solo agrícola. “Consideramos que o solo é um recurso natural não renovável e um importante componente dos ecossistemas, responsável por serviços ambientais como regular o ciclo da água. O solo é base da produção agropecuária; por isso, é fundamental também para a segurança alimentar da população”, diz a pesquisadora do IAC e coordenadora técnica do evento, Isabella Clerici De Maria.
Da teoria à prática
No primeiro período, das 8h às 12h30, o seminário acontecerá no anfiteatro do Instituto Agronômico, localizado na Avenida Barão de Itapura, 1481. Após o almoço, a partir das 14h, os participantes vão concluir as atividades na Fazenda Santa Elisa (IAC-Apta), situada na Avenida Dr. Theodureto de Almeida Camargo, 1500. O encerramento está previsto para as 17h, com a avaliação do evento.
“Esperamos que o seminário traga um conjunto de entendimentos, técnicas e conhecimentos aplicáveis a manejos conservacionistas no meio rural, visando à redução da erosão e à garantia de um agro que preserve o elemento base de sua produção: o solo”, afirma o engenheiro agrícola da CATI e coordenador pedagógico desta capacitação, Antoniane Arantes de Oliveira Roque.
Programação
8h – Recepção
8h30 – Abertura (IAC, CATI, Defesa Agropecuária e Fundag)
8h50 – A história da conservação do solo paulista e a importância de intervenções sistêmicas – Afonso Peche Filho e Isabella Clerici De Maria (IAC)
9h20 – O Projeto Agro Paulista Mais Verde – Marcia Cristina de Moraes (CATI)
9h45 – Apresentação do mapa “Propriedade Rural Amiga da Água” – Melissa Pin Luchetti Sampaio, Denis Herisson da Silva, Kátia Gotardi e Miguel Madalena Milinski (PCJ)
10h10 – Lançamento da cartilha sobre conservação de solos – Ana Flavia Mangeti Metzner e Gustavo Bissoli (Defesa Agropecuária)
10h35 – Intervalo para o café
10h50 – Webmapas para planejamento da conservação do solo – Antoniane Arantes de Oliveira Roque (CATI)
11h15 – Gestão de risco e fiscalização do uso do solo em São Paulo – Marcelo Zonta (Defesa Agropecuária)
11h40 – Clima e recursos hídricos na conservação do solo – Orivaldo Brunini (Fundag)
12h05 – Agricultura conservacionista de precisão para pequenas propriedades – Leandro Guimarães Maranha (CATI)
12h30 – Almoço (por conta do participante)
14h – Tópicos fundamentais para a conservação de solos em microbacias (campo)
14h05 – Aspectos da paisagem – Afonso Peche Filho (IAC)
14h45 – Aspectos conservacionistas – Isabella Clerici De Maria (IAC)
15h25 – Aspectos pedológicos – Ricardo Marques Coelho (IAC)
16h05 – Aspectos tecnológicos – Antoniane Arantes de Oliveira Roque (CATI)
16h45 – Encerramento e avaliação final
Serviço
XVII Seminário sobre Conservação do Solo e Proteção de Recursos Naturais
Quando: 15 de abril de 2026
Onde: Anfiteatro do IAC, das 8h às 12h30; Fazenda Santa Elisa, das 14h às 17h
Inscrições: https://tinyurl.com/2aks68jv


Cuidar do solo é cuidar da vida. Com esse propósito, técnicos das Casas da Agricultura ligadas à CATI Regional Fernandópolis participaram de uma capacitação, no dia 31 de março, sobre o Boletim 100, publicação técnica do Instituto Agronômico (IAC) – referência na área de conservação do solo -, reforçando práticas sustentáveis que impactam diretamente a produtividade agrícola e a preservação dos recursos naturais.
O treinamento, intitulado “Utilização Prática do Boletim 100”, reuniu os extensionistas em um momento de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento do compromisso com a conservação do solo. A iniciativa integra o Projeto Solo Mais Fértil, que vem se consolidando como uma importante estratégia para promover o manejo sustentável e aumentar a eficiência produtiva no campo.
O curso teve como foco atualizar os profissionais no uso do Boletim 100, ferramenta fundamental para a correta interpretação das análises de solo. A partir dessas informações, os técnicos conseguem orientar os produtores rurais com maior precisão sobre práticas de correção e adubação, promovendo não apenas melhores colheitas, mas também a preservação da saúde do solo a longo prazo.
A engenheira agrônoma Monalisa Verginia Felicio Ferreira, da Casa da Agricultura de Estrela d’Oeste, destacou a importância da capacitação para o trabalho no campo. “Esse treinamento fortalece nossa atuação junto aos produtores. Quando entendemos profundamente a análise de solo, conseguimos recomendar práticas mais assertivas, que preservam o solo e aumentam a produtividade de forma sustentável. É um ganho para o agricultor e para o meio ambiente.”
A condução do curso ficou a cargo do engenheiro agrônomo Gilberto José Batista Pelinson, da CATI Regional Jales, especialista no tema, que trouxe uma abordagem prática e aplicada ao dia a dia dos técnicos. Durante a capacitação, foram trabalhados exemplos reais de análises de solo, permitindo uma compreensão detalhada dos parâmetros da publicação técnica e sua aplicação nas diferentes culturas. Para Gilberto, o impacto vai além do conteúdo técnico: “O Boletim 100 é uma ferramenta estratégica. Quando bem utilizado, ele evita desperdícios, melhora o uso de insumos e, principalmente, contribui para a conservação do solo. Nosso objetivo é que cada técnico possa aplicar os conceitos aprendidos no atendimento aos produtores rurais, contribuindo para o aumento da eficiência na utilização dos recursos naturais e melhoria da qualidade do solo nas propriedades assistidas”.
A engenheira agrônoma Monalisa Verginia, da Casa da Agricultura de Estrela d’Oeste, destacou a importância da capacitação para o trabalho no campo. “Esse treinamento fortalece nossa atuação junto aos produtores. Quando entendemos profundamente a análise de solo, conseguimos recomendar práticas mais assertivas, que preservam o solo e aumentam a produtividade de forma sustentável. É um ganho para o agricultor e para o meio ambiente”, ressaltou a agrônoma, acrescentando que, além do conteúdo técnico, o encontro também promoveu a integração entre os participantes, incentivando a troca de experiências e o alinhamento de práticas entre os municípios da região. Segundo Mauro Leitão, chefe da CATI Regional Fernandópolis, ao investir na capacitação contínua de seus profissionais, a unidade reforça seu compromisso com o desenvolvimento rural sustentável. “Promover uma agenda de capacitação contínua para os nossos técnicos é ferramenta fundamental para o desenvolvimento agropecuário aliado à conservação do meio ambiente e dos recursos naturais; além disso, fortalece o desenvolvimento das ações do Projeto Solo Mais Fértil na região, o qual evidencia que produtividade e conservação do solo devem caminhar juntas”.






Ao promover o diálogo entre extensão rural, pesquisa, Defesa Agropecuária e segurança pública, a iniciativa reforçou o conceito de que não há desenvolvimento sustentável sem conservação; e nem conservação eficaz sem cooperação
Em um momento marcado por desafios crescentes na preservação ambiental e no uso sustentável do território rural, uma parceria entre a CATI (Diretoria de Assistência Técnica Integral), o Instituto Agronômico (IAC), a Defesa Agropecuária e o 5.º Batalhão da Polícia Militar Ambiental ganhou um novo e significativo capítulo. Nos dias 24 e 27 de março, cerca de 100 policiais participaram do treinamento técnico “Visão Sistêmica do Ambiente Natural e Rural de Produção”, uma iniciativa que uniu teoria e prática, em uma formação que integrou conhecimento técnico, gestão territorial e proteção dos recursos naturais, com incentivo para aprimoramento de instrumentos que visam coibir crimes e infrações ambientais.
A formação aconteceu em Campinas, em dois ambientes complementares, sendo a parte teórica realizada no Anfiteatro do 5.º Batalhão da Polícia Militar Ambiental, enquanto as atividades práticas ocorreram na Fazenda Santa Elisa, área vinculada ao IAC. O curso teve como foco a padronização de operações ambientais, o planejamento de missões em campo e a aplicação de metodologias de leitura da paisagem, “ferramentas essenciais para uma atuação mais estratégica e eficiente no território rural”, segundo Antoniane Arantes, especialista agropecuário da CATI, responsável pela palestra sobre Webmapas (mapas interativos disponíveis na internet, que permitem aos usuários visualizarem, explorarem e, muitas vezes, manipularem dados geográficos diretamente no navegador, sem precisar de softwares complexos de GIS (Sistemas de Informação Geográfica).
Mais do que capacitação técnica, o encontro simbolizou a retomada de uma aproximação institucional fundamental, pois a integração entre os órgãos reforça a importância do alinhamento de práticas agronômicas à conservação ambiental, criando uma base sólida para o desenvolvimento rural sustentável.
Para o diretor da CATI, Ricardo Pereira, a iniciativa representa um avanço significativo na construção de políticas públicas integradas. “Essa parceria mostra que é possível unir conhecimento técnico, gestão territorial e ação em campo para promover um modelo de desenvolvimento rural mais equilibrado. A conservação do solo e dos recursos naturais precisa estar no centro das estratégias; e isso só se fortalece com instituições trabalhando juntas, com objetivos comuns”.
Durante a programação, Arantes conduziu a referida palestra sobre o uso de webmapas aplicados à gestão ambiental, destacando o papel da tecnologia no apoio às ações de fiscalização e planejamento. “As ferramentas de geotecnologia permitem uma leitura mais precisa do território, ajudando a identificar alterações na paisagem, padrões de uso do solo e possíveis irregularidades. Isso amplia a capacidade de resposta das equipes em campo e contribui para decisões mais assertivas na proteção dos recursos naturais”, explicou.




A formação teve como objetivo atender às diretrizes do Comando de Policiamento Ambiental, especialmente no fortalecimento do policiamento rural e das ações de fiscalização. A proposta foi oferecer aos participantes uma visão sistêmica do ambiente natural e produtivo, capacitando-os a identificar perturbações antrópicas e naturais, muitas vezes associadas a infrações ambientais.

Para o capitão da Polícia Militar Ambiental, André Manoel, o impacto da capacitação vai além da sala de aula. “Essa formação técnica amplia nossa capacidade de atuar na preservação da ordem pública, assim como na fiscalização de infrações contra o meio ambiente em áreas especialmente protegidas, contra a flora e fauna, assim como pesca, o combate às queimadas, ao tráfico de animais, dentre outras”, destacou, frisando que “trabalhar de forma integrada com a área agrícola é essencial para resultados mais efetivos”.
Projeto sediado no Ital e na Unicamp, em Campinas-SP, envolve 91 profissionais de onze instituições
O Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, anunciou nesta terça-feira (3) os 18 temas prioritários do Centro de Ciência para o Desenvolvimento de Soluções Inovadoras para o Desenvolvimento Sustentável da Cadeia Produtiva do Cacau em SP (Cacau 360°). O projeto, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapesp), será liderado pelo Ital e executado em parceria com outras dez instituições brasileiras de pesquisa e extensão, nos próximos cinco anos.
Com sede no Ital e na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o CCD Cacau 360° tem como missão fomentar o cultivo de cacau, a produção de chocolate e o desenvolvimento de ingredientes inovadores em SP com foco em produtividade, qualidade e aproveitamento integral do fruto.
Para ampliar a produtividade da cacauicultura paulista, a Plataforma I – Sistemas produtivos de cacau em áreas não tradicionais terá como prioridades a comparação de sistemas agroflorestais (SAFs) com sistemas a pleno sol, incluindo sistemas de irrigação, controle biológico de pragas, mecanização e uso de inteligência artificial. Inicialmente estão envolvidos 26 profissionais, sob coordenação do pesquisador Charleston Gonçalves, do Instituto Agronômico (IAC-APTA), e do docente Anderson Ferreira da Cunha, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Quanto à qualidade do cacau produzido, a Plataforma II – Desenvolvimento de sistemas fermentativos priorizará a avaliação da influência genética, influência edafoclimática e de safra, sistemas de fermentação natural e induzida, isolamento de micro-organismos e uso como “startes” e protocolos de fermentação. Para conduzir esses trabalhos, estão previstos 20 profissionais sob coordenação da docente Priscilla Efraim, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp.
A sustentabilidade será foco da Plataforma III – Bioprocessos para o aproveitamento integral do cacau pós-colheita, também liderada pela Unicamp através da docente Gabriela Alves Macedo. A equipe a princípio composta por 19 profissionais terá como prioridades pesquisar processos biotecnológicos (fermentativos e enzimáticos), obtenção de novos ingredientes e novos materiais para embalagem a partir de resíduos e coprodutos, e estudos de funcionalidade de ingredientes com testes pré-clínicos.
Os aspectos de saúde serão abordados pela Plataforma IV – Produtos alimentícios contendo compostos bioativos e funcionais, coordenada pela pesquisadora Gisele Camargo, diretora de Programação de Pesquisa e vice-coordenadora do Ital, além de gestora executiva do Cacau 360°. Serão 26 profissionais dedicados ao desenvolvimento de novos alimentos com viés de funcionalidade e saudabilidade, com estudos de estabilidade e vida útil dos produtos e avaliação da bioacessibilidade.
Por fim, a Plataforma V – Métricas de gestão de risco para controle de contaminantes químicos, sob coordenação do pesquisador Marcelo Morgano, vice-diretor do Centro de Ciência e Qualidade de Alimentos (CCQA) do Ital, terá como prioridade a avaliação toxicológica do cacau e de produtos derivados. Com nove profissionais previstos para a equipe, o foco será contaminantes orgânicos e inorgânicos, abrangendo micotoxinas, bactérias patogênicas, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), metais pesados e acrilamida.
“É um projeto que congrega o ideal da Secretaria de Agricultura de SP, que é juntar as competências para fazer algo melhor para a sociedade, para a economia, para nosso estado e para o Brasil”, ressaltou a coordenadora do Ital, Eloísa Garcia, durante encontro on-line que oficializou o início do CCD Cacau 360°. “Eu me sinto bastante honrado em coordenar um projeto tão estratégico e dessa magnitude ao lado de pessoas e lideranças tão qualificadas”, frisou o pesquisador responsável pelo projeto e do Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolate (Cereal Chocotec) do Ital, Valdecir Luccas, lembrando que mais 32 bolsistas devem ser agregados à equipe.
“O essencial é a união dos esforços, dos saberes, dos conhecimentos, para trazer uma nova oportunidade para nossos agricultores e para nossos consumidores – a população paulista e até do mundo – de terem acesso a produtos de cacau de qualidade com ciência, com compromisso e, o mais importante, com todo nosso amor envolvido nesse projeto”, destacou Ricardo Pereira, diretor da Diretoria de Assistência Técnica Integral (Cati), que coordena o Cacau SP, programa da Secretaria de Agricultura que inspirou o Cacau 360°.
Sobre o Cacau 360°
O Centro de Ciência para o Desenvolvimento de Soluções Inovadoras para o Desenvolvimento Sustentável da Cadeia Produtiva do Cacau em São Paulo (Cacau 360°) reúne 91 profissionais de pesquisa e extensão para fomentar o cultivo de cacau, a produção de chocolate e o desenvolvimento de ingredientes inovadores no estado com foco em produtividade, qualidade e aproveitamento integral do fruto. Aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de SP (Fapesp), tem como sede o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que atuam em parceria com nove instituições e duas empresas e contam com oito apoiadores.
Também representam a Secretaria no projeto o Instituto Agronômico (IAC-APTA), o Instituto Biológico (IB-APTA), a Apta Regional e a Diretoria de Assistência Técnica Integral (Cati). Completam as parcerias a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a BioinFood, startup sediada no Ital, a Gencau e a Harald.
Apoiam o Cacau 360° a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio (Fundepag), o FoodTech Hub Latam, a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), a Associação Brasileira da Indústria e Comércio de Ingredientes e Aditivos para Alimentos (Abiam), a Associação para o Desenvolvimento da Indústria de Produção de Alimentos (Adipa), a Associação Comercial e Empresarial de São José do Rio Preto (Acirp) e a Prefeitura Municipal de Campinas.
Estado contabilizada 12 IGs, sendo que metade delas envolve a produção de café
O estado de São Paulo celebrou, recentemente, mais uma conquista envolvendo o agronegócio: o registro de Indicação Geográfica (IG) da procedência do palmito pupunha do Vale do Ribeira. Até a última sexta-feira (9), das 12 IGs reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no âmbito paulista, nove são relacionadas ao agro.
O selo abrange os municípios de Barra do Turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado, Iguape, Ilha Comprida, Iporanga, Itariri, Jacupiranga, Juquiá, Miracatu, Pariquera-açu, Pedro de Toledo, Registro, Ribeira, Sete Barras e Tapiraí. A região contabiliza mais de 1.800 produtores familiares, que cultivam pupunha em aproximadamente 10 mil hectares.
O engenheiro agrônomo da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) Regional Registro, Rogério Sakai, destaca as condições ideais que fizeram do Vale do Ribeira um polo que concentra cerca de 80% da produção estadual. “O cultivo do palmito pupunha é feito, em sua maioria, por pequenos e médios produtores. No geral, os plantios são em terras altas, com terreno levemente ondulado e sem a necessidade de irrigação, devido à incidência de chuvas bem distribuídas durante o ano, favorecendo o desenvolvimento da planta”, informa o técnico da CATI, órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) paulista.
“No passado, a região explorava o palmito juçara da Mata Atlântica. Com a proibição da extração dessa espécie na floresta, as fábricas migraram para a pupunha, porque já tinham expertise no processamento. Como a pupunheira perfilha, os produtores aderiram ao cultivo”, ressalta Sakai.

Pesquisa e melhoramento genético
As primeiras sementes de pupunheira chegaram ao estado em 1940, trazidas pelo Instituto Agronômico (IAC-Apta/SAA). A adaptação positiva levou, a partir dos anos de 1970, ao tratamento da cultura como atividade comercial em ascensão. Na década de 1980, estudos do IAC identificaram o Vale do Ribeira como área ideal devido ao clima tropical úmido e solo favorável, consolidando novas bases para o desenvolvimento regional.
Atualmente, o instituto segue com um programa de melhoramento genético de pupunheira voltado à obtenção de variedades com maior produtividade e qualidade de palmito. “O IAC possui, ainda, uma coleção de palmeiras que conta com mais de 400 espécies, nativas e exóticas, com potencial para uso ornamental ou de produção de palmito. Essa coleção está em estudo, pois diferentes espécies de palmeiras, com distintas características de cultivo, podem produzir palmito com sabor, cor e textura inerentes a cada uma delas”, acrescenta a pesquisadora do IAC, Valéria Modolo.
IGs do agro paulista
No mês passado, o Brasil chegou à marca de 150 Indicações Geográficas reconhecidas pelo INPI. Ao todo, o país contabiliza 161 IGs, somando 120 Indicações de Procedência (IPs) – 119 nacionais e uma estrangeira – e 41 Denominações de Origem (DOs) – 31 nacionais e 10 estrangeiras). Abaixo, confira a lista dos selos relacionados ao agronegócio do estado de São Paulo:
- Alta Mogiana (café);
- Jundiahy (uva niagara rosada);
- Nova Alta Paulista (café);
- Região de Garça (café);
- Região de Pinhal (café);
- Torrinha (café);
- Vale da Grama (café);
- Vale do Paraíba (mel e própolis);
- Vale do Ribeira (palmito pupunha).
As outras três IGs paulistas são de Birigui (calçado infantil), Franca (calçados) e Porto Ferreira (cerâmica artística). Lembrando que a IP de uma Indicação Geográfica reconhece o nome de um país, cidade, região ou localidade que se tornou conhecido como centro de produção, fabricação ou extração de determinado produto. Já a Denominação de Origem vai além e exige que as características e qualidades do produto sejam essencialmente ou exclusivamente atribuídas ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos.
Promovido pela SAA, 24.º Concurso Estadual Qualidade do Café de São Paulo bateu recorde de participação em 2025
A Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) divulgou, nesta segunda-feira (17), a lista com os nomes dos 50 finalistas do “24.º Concurso Estadual Qualidade do Café de São Paulo”. A cerimônia de premiação será amanhã (18), a partir das 8h, no Instituto Agronômico (IAC), em Campinas.
A edição deste ano ranqueará os 40 cafés mais bem pontuados da espécie arábica – nas categorias natural, cereja descascado, fermentado e orgânico –, e os 10 melhores da espécie canephora (conilon e robusta). Estão concorrendo 328 cafeicultores, que tiveram 376 amostras selecionadas pela CATI, órgão vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA-SP).

Ganhadores da 23.ª edição do Concurso de Qualidade do Café de São Paulo
Foto: Divulgação/Governo de SP
Além da CATI, também participam da organização do certame a Coordenação das Câmaras Setoriais, a Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro) e a Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (Apta), por meio da Apta Regional, do Instituto Biológico (IB-Apta) e do IAC-Apta.
Com recorde de inscritos, em 2025 – 391, de 77 municípios –, o concurso é realizado em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag), Sindicato da Indústria de Café de Estado de São Paulo (Sindicafé-SP), Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Syngenta, Carmomaq, Kaleido, Bunn e Cropster.
Saiba quem são os 50 finalistas e suas respectivas cidades:
| Adamantina | André Tiveron Teixeira | Canephora |
| Adamantina | Berenice Tiveron Teixeira | Canephora |
| Adamantina | Edson Frasson Teixeira | Canephora |
| Adamantina | Gumercindo Fernandes da Silva | Canephora |
| Águas da Prata | Josué Augusto Pancini | Convencional via seca |
| Altinópolis | Guilherme Custodio Vicentini | Orgânico |
| Barra do Turvo | Ozico Pereira | Convencional via úmida |
| Bragança Paulista | Jose Adil Braggion | Convencional via seca |
| Bragança Paulista | Luis Eduardo dos Santos | Convencional via úmida |
| Brotas | Rodrigo de Oliveira | Convencional via seca |
| Caconde | João Hamilton dos Santos | Convencional via fermentação |
| Caconde | João Hamilton dos Santos | Convencional via seca |
| Campinas | Tito Enrique da Silva Neto | Convencional via fermentação |
| Catanduva | Talles Gabriel Martins da Conceição | Canephora |
| Cristais Paulista | Agropecuária Minamihara Orgânicos | Orgânico |
| Descalvado | Melhen Khalil | Convencional via úmida |
| Divinolândia | Paulo Izidro Archanjo | Convencional via fermentação |
| Divinolândia | Mateus Valeiti Mengali | Convencional via seca |
| Divinolândia | Paulo Izidro Archanjo | Convencional via seca |
| Espírito Santo do Pinhal | Fábio Colletti Barbosa | Convencional via fermentação |
| Espírito Santo do Pinhal | Jonas Tadeu Ragazzo | Convencional via fermentação |
| Franca | Alexandre Henrique Leonel | Orgânico |
| Garça | Cassiano Terciotti Tosta | Convencional via úmida |
| Getulina | Paulo Sonehara | Canephora |
| Itapira | Ricardo Maklouf Junior | Convencional via fermentação |
| Itapira | Ricardo Maklouf Junior | Convencional via úmida |
| Itapira | Eduardo Secchi Munhoz | Orgânico |
| Itapira | Ricardo Maklouf Junior | Orgânico |
| Paulicéia | Altair Aparecido Berton | Canephora |
| Registro | Alex Mendonça de Carvalho | Canephora |
| Ribeirão Corrente | Andre Luis da Cunha | Orgânico |
| Ribeirão Corrente | Luis Claudio Cunha | Orgânico |
| São Sebastião da Grama | Alexandre Magno Belchior Ribeiro | Convencional via seca |
| São Sebastião da Grama | Alexandre Magno Belchior Ribeiro | Convencional via úmida |
| São Sebastião da Grama | Andre Stein Carvalho Dias | Convencional via úmida |
| São Sebastião da Grama | Arnaldo Alves Vieira | Convencional via úmida |
| São Sebastião da Grama | Homero Teixeira de Macedo Junior | Convencional via úmida |
| Serra Negra | Roberto Broto Marchi | Convencional via fermentação |
| Serra Negra | Rosana Ap. Preto da Silva Marchi | Convencional via fermentação |
| Serra Negra | Vinicius Vicente de Carvalho Faria Santos | Convencional via fermentação |
| Serra Negra | Roberto Broto Marchi | Convencional via seca |
| Serra Negra | Rosana Aparecida Preto da Silva Marchi | Convencional via seca |
| Serra Negra | Edevarde Fonte | Orgânico |
| Serra Negra | Reginaldo Farias Santos | Orgânico |
| Socorro | João Paulo Ribeiro Capobianco | Convencional via fermentação |
| Socorro | João Ferreira da Rocha | Convencional via seca |
| Socorro | Luiz Eduardo de Bovi | Convencional via úmida |
| Socorro | João Paulo Ribeiro Capobianco | Orgânico |
| Tupi Paulista | Álvaro Troiano | Canephora |
| Tupi Paulista | Vanderlei Benites Scabilabrim | Canephora |
Serviço
Cerimônia de premiação do 24.º Concurso Estadual Qualidade do Café de São Paulo
Quando: 18/11/2015, a partir das 8h
Onde: IAC-Apta, situado na Avenida Barão de Itapura, 1481 – Campinas (SP)
Regulamento: https://bit.ly/4lu5TmB

“Hoje, temos a alegria de compartilhar algo que os produtores rurais nos pediam muito, que são as máquinas. Uma pá carregadeira, um rolo compactador e um trator agrícola podem dar suporte, principalmente para os pequenos produtores, e apoiar as prefeituras na manutenção de estradas, por exemplo, o que possibilita que as crianças cheguem à escola, que a produção seja escoada, que as famílias rurais tenham seu direito de ir e vir garantidos”, frisou Tarcísio de Freitas, diante de um público de mais de 300 pessoas de todas as regiões paulistas.

O governador destacou, também, outros motivos para que o evento fosse especial. “Este evento também é uma homenagem ao agro, representando um fortalecimento a este segmento que, com sua gama de produtos – carne, frutas, café, leite, ovos, grãos, cana, hortaliças, amendoim etc. -, eleva São Paulo ao posto de maior produtor e exportador em muitas frentes. Onde a gente chega, encontramos o maior produtor ou exportador, em nível nacional ou mundial, de alguma cadeia”, destacou o governador, compartilhando outro motivo de alegria: “E a entrega estes maquinários aqui, em Campinas, é muito especial também, principalmente sendo realizada aqui na Fazenda Santa Elisa, do IAC, que fica ao lado da Escola de Cadetes, a Especex, onde, há 33 anos, eu estudei e passei momentos marcantes da minha vida”.

Durante o evento, outros anúncios e acordos foram firmados, como o que promoverá o estreitamento do trabalho conjunto entre a Secretaria de Agricultura e a Defesa Civil: “A partir de hoje, a Defesa Civil e a Secretaria de Agricultura estarão cada vez mais conectadas, por meio do acordo assinado hoje, que vai nos ajudar nas questões de prevenção, alertas e preparação para o enfrentamento de desastres, especialmente nas áreas rurais. E as máquinas aqui entregues terão um papel importante nessa prevenção”, ressaltou o governador.


Entregas
Trator, retroescavadeira, rolo compactador e roçadeira hidráulica fazem parte dos equipamentos que, segundo Ricardo Pereira, diretor da CATI, serão utilizados em ações de adequação de estradas rurais, conservação do solo e da água, bem como no plantio e manejo de culturas que geram renda e emprego no campo. “Mais que números, esta entrega significa mais qualidade de vida, infraestrutura, escoamento da produção, conservação dos recursos naturais e o desenvolvimento sustentável do agro paulista”, avalia Pereira.
E aproveitando o momento de entregas especiais, o diretor da CATI entregou ao governador, Tarcísio de Freitas, uma caixa de chocolates produzidos com amêndoas de cacau cultivado em solo paulista por produtores que integram o Programa Cacau SP, da Secretaria de Agricultura, desenvolvido pela CATI e por parceiros, mostrando que, entre tantas cadeias produtivas destacadas durante o evento, agora São Paulo tem cacau!

Ricardo Pereira, diretor da CATI, entregou, ao lado do secretário Guilherme Piai, uma caixa de chocolates artesanais com amêndoas de cacau produzido no âmbito do Programa Cacau SP.