CATI recebeu 395 amostras produzidas por cafeicultores de 80 municípios paulistas
A Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) recebeu 395 amostras de cafés, em cinco categorias, para o 25.º Concurso Estadual Qualidade do Café de São Paulo, promovido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento. O número de inscritos é recorde nos últimos cinco anos. Depois de classificadas, as amostras de grãos de arábica e canephora foram encaminhadas ao Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital-APTA), em Campinas (SP), onde já estão sendo avaliadas pela Comissão Classificadora e Julgadora do certame.
De 5 a 9 de outubro, as 387 amostras classificadas passam pela torra com seis mestres e, na sequência, seguem para a etapa de provas, quando 10 provadores profissionais as avaliam sensorialmente.
O concurso elegerá os melhores cafés nas categorias natural, cereja descascado, fermentado e orgânico, para cafés arábica, e na categoria natural, para cafés canephora. Estão concorrendo cafeicultores de 80 municípios paulistas. As provas estão sendo realizadas no Ital e a cerimônia de premiação está prevista para novembro.
Números impressionam
“Neste ano, produtores de todo o estado enfrentaram muitas adversidades climáticas. Mesmo assim, superamos os números de inscritos e municípios participantes em 2026. Isso demonstra a força da cafeicultura paulista, que, cada vez mais, produz cafés de excelente qualidade”, afirma a diretora da CATI, Fabiana Gouvêa.
Participam da organização do certame, além da CATI, a Câmara Setorial de Café; a Diretoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro); a Defesa Agropecuária; a Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (APTA), por meio de seus institutos APTA REGIONAL, Ital e Instituto Agronômico (IAC-APTA); a Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag); além de sindicatos e associações do setor.
Em 2025, a Comissão Classificadora e Julgadora contabilizou 391 amostras recebidas; dessas, 376 foram selecionadas para provas. Naquele ano, o número de municípios participantes foi 77.

Com os olhos voltados para os desafios reais do produtor rural e para o futuro da agricultura, a
CATI (Diretoria de Assistência Técnica Integral) protagonizou, entre os dias 9 e 11 de abril, uma
ação inédita que reforça seu papel estratégico na construção de soluções concretas para a segurança
hídrica e alimentar no estado de São Paulo. Em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e
o Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, a iniciativa marca a primeira visita técnica conjunta do
Centro para Segurança Hídrica e Alimentar em Zonas Críticas (CCD) diretamente no campo.
O projeto, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), reúne
ciência, extensão rural e experiência prática para enfrentar desafios cada vez mais urgentes
relacionados à água, ao clima e à produção de alimentos. Desde 2022, a CATI e o IAC integram
oficialmente o CCD, um centro vinculado à USP que atua em sete macrorregiões paulistas,
conectando conhecimento científico às realidades locais.
Durante as visitas, produtores dos municípios de Mogi das Cruzes (ligado à area de atuação da
CATI Regional Mogi das Cruzes) e São Miguel Arcanjo (ligado da mesma forma à CATI Regional
Itapetininga) abriram suas propriedades e compartilharam práticas, desafios e soluções no uso da
água na produção agropecuária. O contato direto com o campo permitiu alinhar pesquisas e
tecnologias às necessidades concretas do dia a dia rural. “O sociólogo David Rodrigues, da CATI
Regional Mogi das Cruzes, e o especialista agropecuário Guilherme Felisberto, da Casa da
Agricultura de São Miguel Arcanjo, com a ajuda de seus parceiros produtores rurais, organizaram
essa série de visitas que possibilitaram a prospecção de novas vertentes de pesquisa, bem como a
orientação prática de eixos multidisciplinares de ações pelo CCD”, informa Antoniane Arantes, líder
do Grupo Técnico de Conservação do Solo e da Água da CATI e representante da instituição no
CCD.

Para Arantes, a experiência reforçou o valor da aproximação entre ciência e produtor. “Essa
primeira visita técnica conjunta foi essencial para compreendermos, na prática, como pequenos e
médios produtores utilizam a água. A partir disso, conseguimos direcionar melhor as ferramentas
técnicas e metodológicas, garantindo soluções mais eficientes, aplicáveis e adaptadas à realidade do
campo”, informando que o CCD estrutura suas ações em áreas como hidroclimatologia,
hidrogeologia e agrometeorologia, desenvolvendo desde sistemas de monitoramento e previsão
climática até estratégias para gestão hídrica e aumento da produtividade agrícola. “No componente
agrícola, o foco está em aprimorar decisões sobre plantio, irrigação e colheita; já no hídrico, busca-se
ampliar a previsibilidade e melhorar a gestão de recursos, incluindo reservatórios e outorgas”,
explica.

Para as pesquisadoras Jane Silveira e Angélica Prela Pantano, do IAC, esta primeira visita mostrou
o impacto da integração entre pesquisa e prática. “A diversidade de sistemas produtivos observada
nas propriedades é extremamente ampla. Isso nos permite desenvolver pesquisas mais direcionadas,
com impacto direto na produtividade e no uso sustentável da água na agricultura”, destacando a
riqueza de detalhes das técnicas e culturas adotadas nas propriedades visitadas, assim como a
possibilidade de desdobramentos de novas pesquisas alinhadas aos objetivos do centro e conectadas
aos anseios e necessidades dos produtores rurais.
Já o pesquisador Humberto Rocha, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
da Universidade de São Paulo (IAG/USP) e coordenador do CCD, ressaltou o caráter inovador da
iniciativa: “Essa aproximação com o campo, desde o início, fortalece o desenvolvimento de
soluções mais assertivas. Estamos construindo conhecimento junto com os produtores, o que
aumenta significativamente a efetividade das ações”.

Nesse contexto, o papel da CATI se mostra decisivo. Além de participar da construção científica do
projeto, a instituição é responsável por validar as tecnologias no campo e promover sua difusão
entre os produtores. O protagonismo do Grupo Técnico de Conservação do Solo e da Água,
liderado por Antoniane Arantes, tem sido fundamental para garantir que as soluções propostas sejam
viáveis e sustentáveis.
A iniciativa já conta com pesquisas em andamento, incluindo estudos de mestrado e doutorado, e
até experimentos instalados em propriedades rurais participantes – sinal claro de que a integração
entre instituições e produtores está gerando resultados concretos.

Ao unir ciência, extensão rural e prática agrícola, a parceria entre a CATI, a USP e o IAC inaugura
uma nova etapa na construção de uma agricultura mais resiliente, sustentável e preparada para os
desafios climáticos. Mais do que um projeto, o CCD se consolida como um modelo de cooperação
capaz de transformar o presente e garantir o futuro da segurança hídrica e alimentar no estado de
São Paulo.
Especialistas alertam que a preservação do solo é vital para garantir segurança alimentar e resiliência econômica. Manejo técnico e práticas conservacionistas são ações centrais de estratégia produtiva
A Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo realizou, nesta quarta-feira, 15 de abril, o XVII Seminário sobre Conservação do Solo e Proteção de Recursos Naturais em Campinas (SP). O evento, que celebrou o Dia Nacional da Conservação do Solo, reuniu cerca de 150 participantes entre técnicos, pesquisadores e produtores para debater práticas sustentáveis e medidas de impacto direto no campo.
Para Alberto Amorim, secretário executivo de Agricultura, o seminário integra um conjunto de iniciativas estratégicas que conferem transparência às ações da Pasta e reiteram o compromisso do Estado com a sustentabilidade.
“O protagonismo tecnológico alcançado pelo setor, nos últimos 50 anos, deixou claro que a segurança alimentar e energética é indissociável da saúde do solo. Por ser um recurso finito e de lenta renovação, sua preservação é o alicerce de qualquer modelo econômico resiliente”, destaca. “Este evento consolida a integração entre a pesquisa científica e a prática no campo. O objetivo central é fortalecer uma rede de conhecimento que assegure a integridade desse patrimônio ambiental e produtivo para a população e para as futuras gerações”, diz.
Durante a programação, a Defesa Agropecuária lançou oficialmente a cartilha educativa de conservação de solos “O sítio que voltou a sorrir”. O Instituto Agronômico (IAC-Apta) apresentou um documento atualizado sobre Manejo Conservacionista, consolidando décadas de pesquisa em diretrizes aplicáveis à realidade.
O diretor da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), Ricardo Pereira, destacou a importância da integração entre a pesquisa e a extensão rural durante o encontro. “O sucesso do trabalho está nas ações integradas. Temos orgulho de levar as tecnologias de conservação de solo para os produtores rurais e ajudar em sua implantação. São práticas que não transformam apenas as paisagens, mas a vida das pessoas”, comenta.
Da teoria ao campo
A programação teve início no período da manhã, no anfiteatro do IAC-Apta, com painéis sobre a história da conservação no território paulista e palestras técnicas. À tarde, o aprendizado foi levado para a prática na Fazenda Santa Elisa, do IAC-Apta. Antoniane Arantes, líder do Grupo Técnico de Conservação de Solo da CATI, explicou que a proposta combina técnicas, metodologias e tecnologias de conservação à aplicação prática. Sob a coordenação de especialistas, os participantes percorreram estações de campo que abordaram aspectos da paisagem, pedologia e tecnologias de precisão.
O evento foi promovido pela SAA, por meio da CATI, do IAC-Apta, da Defesa Agropecuária e da Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag), consolidando a relevância do tema nas discussões sobre a preservação do maior patrimônio do produtor rural: o solo.
Abaixo, a galeria de imagens do evento:










Evento, que vai celebrar o Dia Nacional da Conservação do Solo, já está com inscrições abertas
Em comemoração ao Dia Nacional da Conservação do Solo, 15 de abril, será realizado, em Campinas (SP), o XVII Seminário sobre Conservação do Solo e Proteção de Recursos Naturais. O evento, que deve contar com a participação de 250 pessoas, está sendo promovido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo, por meio da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (Apta), Instituto Agronômico (IAC-Apta), Defesa Agropecuária, além da Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag).
O seminário reunirá especialistas em conservação do solo, profissionais do segmento agropecuário, técnicos dos setores público e privado, pesquisadores, professores e estudantes para debaterem as melhores práticas para reverter os processos de degradação do solo agrícola. “Consideramos que o solo é um recurso natural não renovável e um importante componente dos ecossistemas, responsável por serviços ambientais como regular o ciclo da água. O solo é base da produção agropecuária; por isso, é fundamental também para a segurança alimentar da população”, diz a pesquisadora do IAC e coordenadora técnica do evento, Isabella Clerici De Maria.
Da teoria à prática
No primeiro período, das 8h às 12h30, o seminário acontecerá no anfiteatro do Instituto Agronômico, localizado na Avenida Barão de Itapura, 1481. Após o almoço, a partir das 14h, os participantes vão concluir as atividades na Fazenda Santa Elisa (IAC-Apta), situada na Avenida Dr. Theodureto de Almeida Camargo, 1500. O encerramento está previsto para as 17h, com a avaliação do evento.
“Esperamos que o seminário traga um conjunto de entendimentos, técnicas e conhecimentos aplicáveis a manejos conservacionistas no meio rural, visando à redução da erosão e à garantia de um agro que preserve o elemento base de sua produção: o solo”, afirma o engenheiro agrícola da CATI e coordenador pedagógico desta capacitação, Antoniane Arantes de Oliveira Roque.
Programação
8h – Recepção
8h30 – Abertura (IAC, CATI, Defesa Agropecuária e Fundag)
8h50 – A história da conservação do solo paulista e a importância de intervenções sistêmicas – Afonso Peche Filho e Isabella Clerici De Maria (IAC)
9h20 – O Projeto Agro Paulista Mais Verde – Marcia Cristina de Moraes (CATI)
9h45 – Apresentação do mapa “Propriedade Rural Amiga da Água” – Melissa Pin Luchetti Sampaio, Denis Herisson da Silva, Kátia Gotardi e Miguel Madalena Milinski (PCJ)
10h10 – Lançamento da cartilha sobre conservação de solos – Ana Flavia Mangeti Metzner e Gustavo Bissoli (Defesa Agropecuária)
10h35 – Intervalo para o café
10h50 – Webmapas para planejamento da conservação do solo – Antoniane Arantes de Oliveira Roque (CATI)
11h15 – Gestão de risco e fiscalização do uso do solo em São Paulo – Marcelo Zonta (Defesa Agropecuária)
11h40 – Clima e recursos hídricos na conservação do solo – Orivaldo Brunini (Fundag)
12h05 – Agricultura conservacionista de precisão para pequenas propriedades – Leandro Guimarães Maranha (CATI)
12h30 – Almoço (por conta do participante)
14h – Tópicos fundamentais para a conservação de solos em microbacias (campo)
14h05 – Aspectos da paisagem – Afonso Peche Filho (IAC)
14h45 – Aspectos conservacionistas – Isabella Clerici De Maria (IAC)
15h25 – Aspectos pedológicos – Ricardo Marques Coelho (IAC)
16h05 – Aspectos tecnológicos – Antoniane Arantes de Oliveira Roque (CATI)
16h45 – Encerramento e avaliação final
Serviço
XVII Seminário sobre Conservação do Solo e Proteção de Recursos Naturais
Quando: 15 de abril de 2026
Onde: Anfiteatro do IAC, das 8h às 12h30; Fazenda Santa Elisa, das 14h às 17h
Inscrições: https://tinyurl.com/2aks68jv


Cuidar do solo é cuidar da vida. Com esse propósito, técnicos das Casas da Agricultura ligadas à CATI Regional Fernandópolis participaram de uma capacitação, no dia 31 de março, sobre o Boletim 100, publicação técnica do Instituto Agronômico (IAC) – referência na área de conservação do solo -, reforçando práticas sustentáveis que impactam diretamente a produtividade agrícola e a preservação dos recursos naturais.
O treinamento, intitulado “Utilização Prática do Boletim 100”, reuniu os extensionistas em um momento de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento do compromisso com a conservação do solo. A iniciativa integra o Projeto Solo Mais Fértil, que vem se consolidando como uma importante estratégia para promover o manejo sustentável e aumentar a eficiência produtiva no campo.
O curso teve como foco atualizar os profissionais no uso do Boletim 100, ferramenta fundamental para a correta interpretação das análises de solo. A partir dessas informações, os técnicos conseguem orientar os produtores rurais com maior precisão sobre práticas de correção e adubação, promovendo não apenas melhores colheitas, mas também a preservação da saúde do solo a longo prazo.
A engenheira agrônoma Monalisa Verginia Felicio Ferreira, da Casa da Agricultura de Estrela d’Oeste, destacou a importância da capacitação para o trabalho no campo. “Esse treinamento fortalece nossa atuação junto aos produtores. Quando entendemos profundamente a análise de solo, conseguimos recomendar práticas mais assertivas, que preservam o solo e aumentam a produtividade de forma sustentável. É um ganho para o agricultor e para o meio ambiente.”
A condução do curso ficou a cargo do engenheiro agrônomo Gilberto José Batista Pelinson, da CATI Regional Jales, especialista no tema, que trouxe uma abordagem prática e aplicada ao dia a dia dos técnicos. Durante a capacitação, foram trabalhados exemplos reais de análises de solo, permitindo uma compreensão detalhada dos parâmetros da publicação técnica e sua aplicação nas diferentes culturas. Para Gilberto, o impacto vai além do conteúdo técnico: “O Boletim 100 é uma ferramenta estratégica. Quando bem utilizado, ele evita desperdícios, melhora o uso de insumos e, principalmente, contribui para a conservação do solo. Nosso objetivo é que cada técnico possa aplicar os conceitos aprendidos no atendimento aos produtores rurais, contribuindo para o aumento da eficiência na utilização dos recursos naturais e melhoria da qualidade do solo nas propriedades assistidas”.
A engenheira agrônoma Monalisa Verginia, da Casa da Agricultura de Estrela d’Oeste, destacou a importância da capacitação para o trabalho no campo. “Esse treinamento fortalece nossa atuação junto aos produtores. Quando entendemos profundamente a análise de solo, conseguimos recomendar práticas mais assertivas, que preservam o solo e aumentam a produtividade de forma sustentável. É um ganho para o agricultor e para o meio ambiente”, ressaltou a agrônoma, acrescentando que, além do conteúdo técnico, o encontro também promoveu a integração entre os participantes, incentivando a troca de experiências e o alinhamento de práticas entre os municípios da região. Segundo Mauro Leitão, chefe da CATI Regional Fernandópolis, ao investir na capacitação contínua de seus profissionais, a unidade reforça seu compromisso com o desenvolvimento rural sustentável. “Promover uma agenda de capacitação contínua para os nossos técnicos é ferramenta fundamental para o desenvolvimento agropecuário aliado à conservação do meio ambiente e dos recursos naturais; além disso, fortalece o desenvolvimento das ações do Projeto Solo Mais Fértil na região, o qual evidencia que produtividade e conservação do solo devem caminhar juntas”.






Ação conjunta entre CATI, IAC, Prefeitura de Campinas e Associação Mata Ciliar reforça a biodiversidade local e utiliza tecnologia hídrica para garantir o estabelecimento das espécies
A Avenida Brasil, na região do Parque Chapadão, em Campinas, ganhou um novo fôlego verde nos últimos dias. A sede da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) finalizou uma etapa crucial em seu projeto de revitalização ambiental, com o plantio de 165 mudas de espécies nativas. A iniciativa, que visa ao enriquecimento arbóreo do Parque da CATI, é fruto de uma rede de colaboração interinstitucional que une preservação do bioma local e recuperação de áreas verdes urbanas.
O projeto foi viabilizado por meio de uma articulação estratégica entre a CATI, o Instituto Agronômico (IAC-Apta), a Associação Mata Ciliar e a Prefeitura Municipal de Campinas. Mais do que uma ação estética, o plantio seguiu rigorosos protocolos agronômicos para assegurar que as mudas prosperem no ambiente urbano.



Tecnologia e manejo do solo
Para garantir o sucesso do projeto, foram aplicadas técnicas modernas de manejo. Os “berços” para plantio foram preparados com maquinário e suporte técnico da Fazenda Santa Elisa (IAC-Apta). O solo recebeu correção de acidez e adubação com composto orgânico fornecido pela Usina Verde Sustentável da prefeitura.
Um diferencial técnico da ação foi o uso de gel para plantio, tecnologia que retém a água junto às raízes, garantindo a umidade necessária durante a fase crítica de adaptação das mudas ao solo.
Visão de futuro
Para o diretor da CATI, Ricardo Pereira, a ação simboliza a missão da instituição de ser um modelo de boas práticas ambientais.
“Este enriquecimento arbóreo não é apenas um ganho para a nossa sede, mas um presente para a cidade de Campinas e um exemplo do que a união entre instituições públicas e o terceiro setor pode realizar”, afirma.
“Ao transformarmos o Parque da CATI com espécies nativas e tecnologia de manejo, queremos enfatizar que a assistência técnica e a preservação ambiental caminham juntas. Nosso objetivo é que este espaço sirva de inspiração para outras áreas urbanas e lembre que é possível aliar o desenvolvimento institucional à sustentabilidade prática e efetiva”, complementa.
As mudas plantadas foram doadas pela Associação Mata Ciliar de Jundiaí, pelo Viveiro Municipal de Campinas e pela CATI Sementes e Mudas. O apoio operacional contou com o esforço conjunto de servidores das instituições envolvidas.
A execução direta do plantio foi acompanhada por uma equipe técnica dedicada, reforçando o papel das instituições ligadas à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA-SP) na vanguarda da recuperação ambiental no território paulista.


Expressamos nosso reconhecimento aos servidores que atuaram diretamente na execução:
Ricardo Domingos Luiz Pereira (CATI), Jairo Tcatchenco (CATI), Silvana Cristina Cuchi (CATI), Daniel Paulo Menegatti (CATI), Raimundo Gonçalves Monteiro (CATI), Roberto Maximiniano (CATI), Francisco de Assis Leitão de Moraes (IAC-Apta), Lucicleide Maria de Souza Barbosa (Associação Mata Ciliar) e Marco Brito (Viveiro Municipal Engenheiro Otávio Tisseli Filho).
Apoio Estratégico:
Gerson Cazentini Filho (CATI Sementes e Mudas) e Vinicius Roberto da Silva (Fazenda Santa Elisa/IAC-Apta).
Maior evento do agronegócio do Vale do Paranapanema destaca a atuação integrada da Secretaria junto ao produtor rural
A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) participou da abertura da Coopershow 2026, realizada de 27 a 30 de janeiro, em Cândido Mota. A presença institucional reúne institutos de pesquisa, assistência técnica, defesa agropecuária e ações voltadas à transferência de tecnologia, inovação e sustentabilidade no campo.
Durante a abertura da feira, o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho, destacou o papel da Secretaria na escuta ativa do setor produtivo e na integração entre pesquisa, cooperativismo e tecnologia.
“A Secretaria de Agricultura e Abastecimento segue de portas abertas, ouvindo as prefeituras, produtores e colocando toda a sua estrutura técnica aqui presente — IAC, Apta Regional, Instituto Biológico, Instituto de Zootecnia, CATI e Defesa Agropecuária — ao lado do cooperativismo, da tecnologia e do conhecimento que fortalecem o agro paulista e brasileiro”, afirmou.
Pesquisa aplicada e inovação no campo
Pesquisadores do Instituto Agronômico (IAC-APTA) e da APTA Regional também integram a programação técnica do VI Simpósio “Mandioca e Mudanças: Rusticidade, Inovação e Sustentabilidade”, no dia 29 de janeiro, com temas que abordam desde condições hídricas do solo e época de plantio até novas cultivares de mandioca de mesa e manejo sustentável da cultura.
O IAC também participa da Coopershow com estande institucional e áreas demonstrativas no campo experimental, apresentando cultivares e tecnologias voltadas à realidade regional. Entre os destaques estão as culturas da mandioca, batata-doce biofortificada, citros, feijão, café e cana-de-açúcar.

O Instituto Biológico (IB-APTA) leva à Coopershow conhecimento técnico sobre controle biológico de pragas da mandioca, com foco no uso de fungos e bactérias entomopatogênicas. A atuação do Instituto reforça estratégias de manejo sustentável, contribuindo para a redução do uso de defensivos químicos na agricultura.
Já o Instituto de Zootecnia (IZ-APTA) participa com a Caravana Giro do Leite, um laboratório móvel que realiza análises em tempo real da qualidade do leite, avaliando composição, contagem de células somáticas e orientando produtores para a melhoria da saúde do rebanho. O serviço inclui ainda detecção de fraudes, identificação de leite A2, análises para o Selo de Pureza 100% Búfalo e testes genéticos voltados ao maior rendimento na produção de queijos.
Transferência de tecnologia e atendimento ao produtor
A APTA Regional marca presença com unidades de Assis, Presidente Prudente e Monte Alegre, apresentando experimentos e tecnologias aplicadas às culturas da mandioca, batata-doce, cana-de-açúcar e uva Niágara Rosada. Pesquisadores também participam do simpósio técnico, abordando novas cultivares de mandioca para a indústria e a gastronomia como ferramenta de valorização da mandiocultura, com foco em produtividade, diversificação de renda e adaptação regional.
A Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) participa da feira em espaço conjunto com a APTA, Defesa Agropecuária e Embrapa, oferecendo atendimento direto aos produtores sobre programas, serviços e políticas públicas executadas pela diretoria. A ação inclui divulgação do programa Milho + SP e atuação da CATI Sementes e Mudas, com oferta de sementes de grãos, plantas de cobertura e mudas nativas, frutíferas e silvestres, além da ampliação prevista para mandioca e batata-doce.

A Defesa Agropecuária também integra a programação da Coopershow com atendimento ao público e palestras técnicas sobre temas estratégicos para a sanidade animal e vegetal, como controle e erradicação da brucelose, cadastro de áreas de produção de soja e orientações sobre o Sisp Artesanal e o Selo Arte.
Com presença institucional robusta, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento reforça, na Coopershow 2026, o compromisso com a inovação, a sustentabilidade e a aproximação entre ciência, políticas públicas e o produtor rural paulista.
Acompanhe os melhores momentos:
Estado contabilizada 12 IGs, sendo que metade delas envolve a produção de café
O estado de São Paulo celebrou, recentemente, mais uma conquista envolvendo o agronegócio: o registro de Indicação Geográfica (IG) da procedência do palmito pupunha do Vale do Ribeira. Até a última sexta-feira (9), das 12 IGs reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no âmbito paulista, nove são relacionadas ao agro.
O selo abrange os municípios de Barra do Turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado, Iguape, Ilha Comprida, Iporanga, Itariri, Jacupiranga, Juquiá, Miracatu, Pariquera-açu, Pedro de Toledo, Registro, Ribeira, Sete Barras e Tapiraí. A região contabiliza mais de 1.800 produtores familiares, que cultivam pupunha em aproximadamente 10 mil hectares.
O engenheiro agrônomo da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) Regional Registro, Rogério Sakai, destaca as condições ideais que fizeram do Vale do Ribeira um polo que concentra cerca de 80% da produção estadual. “O cultivo do palmito pupunha é feito, em sua maioria, por pequenos e médios produtores. No geral, os plantios são em terras altas, com terreno levemente ondulado e sem a necessidade de irrigação, devido à incidência de chuvas bem distribuídas durante o ano, favorecendo o desenvolvimento da planta”, informa o técnico da CATI, órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) paulista.
“No passado, a região explorava o palmito juçara da Mata Atlântica. Com a proibição da extração dessa espécie na floresta, as fábricas migraram para a pupunha, porque já tinham expertise no processamento. Como a pupunheira perfilha, os produtores aderiram ao cultivo”, ressalta Sakai.

Pesquisa e melhoramento genético
As primeiras sementes de pupunheira chegaram ao estado em 1940, trazidas pelo Instituto Agronômico (IAC-Apta/SAA). A adaptação positiva levou, a partir dos anos de 1970, ao tratamento da cultura como atividade comercial em ascensão. Na década de 1980, estudos do IAC identificaram o Vale do Ribeira como área ideal devido ao clima tropical úmido e solo favorável, consolidando novas bases para o desenvolvimento regional.
Atualmente, o instituto segue com um programa de melhoramento genético de pupunheira voltado à obtenção de variedades com maior produtividade e qualidade de palmito. “O IAC possui, ainda, uma coleção de palmeiras que conta com mais de 400 espécies, nativas e exóticas, com potencial para uso ornamental ou de produção de palmito. Essa coleção está em estudo, pois diferentes espécies de palmeiras, com distintas características de cultivo, podem produzir palmito com sabor, cor e textura inerentes a cada uma delas”, acrescenta a pesquisadora do IAC, Valéria Modolo.
IGs do agro paulista
No mês passado, o Brasil chegou à marca de 150 Indicações Geográficas reconhecidas pelo INPI. Ao todo, o país contabiliza 161 IGs, somando 120 Indicações de Procedência (IPs) – 119 nacionais e uma estrangeira – e 41 Denominações de Origem (DOs) – 31 nacionais e 10 estrangeiras). Abaixo, confira a lista dos selos relacionados ao agronegócio do estado de São Paulo:
- Alta Mogiana (café);
- Jundiahy (uva niagara rosada);
- Nova Alta Paulista (café);
- Região de Garça (café);
- Região de Pinhal (café);
- Torrinha (café);
- Vale da Grama (café);
- Vale do Paraíba (mel e própolis);
- Vale do Ribeira (palmito pupunha).
As outras três IGs paulistas são de Birigui (calçado infantil), Franca (calçados) e Porto Ferreira (cerâmica artística). Lembrando que a IP de uma Indicação Geográfica reconhece o nome de um país, cidade, região ou localidade que se tornou conhecido como centro de produção, fabricação ou extração de determinado produto. Já a Denominação de Origem vai além e exige que as características e qualidades do produto sejam essencialmente ou exclusivamente atribuídas ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos.
Gerson Cazentini Filho, coordenador da CATI Sementes e Mudas, foi o premiado pela Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (AEASP), na 53.ª edição da Cerimônia Deusa Ceres, tradicional solenidade que homenageia os destaques da Agronomia nas áreas da Ação Ambiental, Assistência Técnica e Extensão Rural, Defesa Agropecuária, Ensino, Iniciativa Privada e Pesquisa, reconhecendo também profissionais do setor, instituições e empresas que contribuem para o desenvolvimento sustentável e fortalecimento do agronegócio

Na cerimônia realizada com auditório lotado, na sede do Instituto Agronômico (IAC), em Campinas, e criada para valorizar profissionais e instituições que deixam um legado na agropecuária paulista, a qual leva o nome da Deusa Ceres, que simboliza fertilidade, prosperidade e o compromisso com o futuro do campo, Cazentini Filho demonstrou toda a sua alegria em receber a Medalha Fernando Costa, na Categoria Assistência Técnica e Extensão Rural, outorgada aos destaques nas áreas da Ação Ambiental, Assistência Técnica e Extensão Rural, Defesa Agropecuária, Ensino, Iniciativa Privada e Pesquisa na Categoria Assistência Técnica e Extensão Rural.
“É uma alegria e uma honra ter sido indicado por tantos colegas e poder receber esta homenagem, que não é só minha, mas de todos os engenheiros agrônomos da CATI, que é a nossa casa, onde desenvolvemos mais que um trabalho, desenvolvemos uma missão, pois tudo que é feito com amor não é trabalho. Tudo que sou como profissional da Agronomia e extensionista rural tem sido construído, há mais de 30 anos, na escola chamada CATI”, declarou emocionado Cazentini, contando um pouco de sua vida, sua trajetória profissional e o trabalho diário junto aos produtores rurais.

Para o diretor da CATI, Ricardo Domingos Luiz Pereira, o agrônomo premiado personifica o espírito da instituição e da extensão rural. “Além de um excelente profissional, o Gerson é um grande amigo e um catiano que honra a extensão rural, pois caminha lado a lado com o produtor rural todos os dias. E sempre disposto e aberto a transferir conhecimento e apoiar os colegas na missão que é o trabalho da CATI”, comentou Pereira, parabenizando a todos os premiados. “Valorizar esses profissionais é também preservar o futuro do agro e o fortalecimento dos produtores rurais”.

Da esq. para a dir., o diretor da CATI, Ricardo Pereira; o presidente da Agroesp, Victor Branco de Araújo; os engenheiros agrônomos Celso Roberto Panzani, Fernando Alves dos Santos e Marcos Augusto Franco Júnior, da CATI Sementes e Mudas, celebraram a premiação do eng. agr. Gerson Cazentini.
Um pouco sobre o homenageado

Nascido em Ribeirão Preto (SP), onde residiu até 1982, quando saiu para estudar Agronomia em Paraguaçu Paulista, local em que se formou engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista (ESAPP) em 1985.
Gerson é servidor público da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, atuando na Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), ingressando como efetivo no concurso realizado em setembro de 1991 no município de Paulo de Faria.
Iniciou sua carreira atuando como engenheiro agrônomo da Prefeitura Municipal de Pontes Gestal, por meio de convênio com a Secretaria de Agricultura e Abstecimento, entre os anos de 1987 e 1991, em trabalhos de assistência técnica e extensão rural aos produtores do município, na cultura do algodão e, principalmente, no Manejo Integrado de Pragas (MIP). Ainda em 1991, ingressou como servidor público da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, atuando na CATI, após realização de concurso, passando a atuar no município de Paulo de Faria.
A convite, em 1996, atuou no Centro de Testes e Avaliação e Divulgação (Cetadi) do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes – DSMM (atual CATI Sementes e Mudas), lotado no Núcleo de Produção de Sementes de São José do Rio Preto, onde trabalhou entre os anos de 1996 e 1998. Após esse período, passou a atuar na Casa da Agricultura de Cardoso, entre 1998 e 2008, desenvolvolvendo ações principalmente na área de agricultura irrigada, orientando e regularizando a implantação de pivôs centrais. Participou também da introdução do plantio direto na palha e o desenvolvimento da cultura da soja na região, onde se especializou nas culturas de cereais irrigados de alta produção.
Transferiu-se, também a convite, para o Núcleo de Produção de Sementes de Fernandópolis, onde atuou, entre 2008 e 2016, na produção de sementes de feijão e sorgo, assumindo a direção da unidade, em 2012.
Em 2016, foi designado como diretor do Centro de Produção de Sementes (CPS) na sede do DSMM, em Campinas, onde, até 2020, planejou e acompanhou os campos de produção de sementes dos Núcleos do Departamento e da Fazenda Ataliba Leonel, realizando vários trabalhos de desenvolvimento e reorganização das unidades.
A partir de 2021 (até o momento), assumiu a Diretoria Geral do DSMM, o qual foi reorganizado e modernizado, passando a ser denominado CATI Sementes e Mudas, unidade que recentemente se tornou uma coordenadoria da CATI. Participa dos trabalhos de Ater, organização de produtores, experimentação agrícola, organização de cursos, palestras, Dias de Campo, acompanhamento da produção, distribuição e venda de sementes e mudas junto às Casas da Agricultura, bem como participa de programas especiais da CATI e do Governo do Estado, produzindo insumos estratégicos e prestando suporte técnico como facilitador e orientação aos extensionistas da CATI. Participou de 16 publicações de resultados de testes regionais realizados pela CATI em todo estado, sendo membro da Comissão Técnica de Grãos da CATI.

Híbrida entre cherimoia e fruta-do-conde, a atemoia tem excelente aceitação nos mercados nacional e internacional
A terceira edição do Atemoia Tec, realizada em 14 de março deste ano, em Capão Bonito, com apoio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) Regional Itapetininga, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, reuniu especialistas e profissionais em fruticultura para debater inovação e tecnologia voltadas ao cultivo da atemoia.




Fruta exótica da família das anonáceas, híbrida entre cherimoia e fruta-do-conde, a aparência, textura e sabor da atemoia são costumeiramente comparados ao leite condensado. A doçura da fruta faz dela um produto de alta aceitação em todos os mercados, ainda com espaço para expansão.
Para este ano, a organização do evento contou com a CATI em sua comissão, juntamente com empresas e consultores da área de fruticultura. Instituto Biológico (IB-Apta); Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agrônomico (IAC-Apta) e a Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade Estadual Paulista (Unesp) campus de Botucatu participaram com palestras, bem como a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe (Uniarp-SC), com palestra de pesquisador aposentado da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Dr. José Luiz Petri.
Próxima edição da feira, em 2026, o Atemoia Tec IV será realizado em Holambra II (Campo de Holambra), em parceria com a Associação Paulista dos Produtores de Algodão e produtores da Holambra, entre a segunda quinzena de março e a primeira quinzena de abril.

Durante o evento, o secretário da Agricultura e Meio Ambiente de Capão Bonito, Felipe Marques, reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento da agricultura do município.

Takanoli Tokunaga, aposentado da CATI, ex-chefe do Núcleo de Produção de Mudas de São Bento do Sapucaí, homenageado no Atemoia Tec III por sua atuação na expansão da cultura da atemoia no Brasil.

Valério Thomasetto, anfitrião do evento, colocou toda sua equipe para preparação do local

Três palestrantes, da esquerda para a direita: Dr.José Luiz Petri, Epagri; DR.César Jr Bueno, IB Campinas; Dr. Ricardo Harakava, IB São Paulo.

Palestrante: Dr. Hamilton Ramos, do CEA Jundiaí. Centro de Pesquisa em Engenharia e Automação do IAC
Palestrante: Dr. Luis Buso, da Amazon AgroScience
Palestrante: Fernanda Custódio, a Menina do Agro. Palestra motivacional.
Valdir Tanabe e Eduardo Guimarães, os criadores do Atemoia Tec