Com foco na conservação do solo e na redução dos custos de produção, técnicos são capacitados em SPDH e implantam Unidades Demonstrativas para disseminar a tecnologia adaptada ao cenário agro de Itapeva, Nova Campina e Bom Sucesso do Itararé
Reconhecido por sua forte vocação hortifrutícola, o sudoeste paulista ganhou mais um reforço em direção à sustentabilidade e à eficiência produtiva: a CATI Regional Itapeva sediou, em 20 de maio, um treinamento técnico avançado sobre o Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH). O evento reuniu não apenas o corpo técnico local, mas também extensionistas da CATI Regional Itapetininga.
A capacitação foi ministrada pelo engenheiro agrônomo e especialista agropecuário Sergio Faria, profissional com ampla experiência prática no manejo. Embora o SPDH já conte com um histórico de aplicação e propriedades de referência no estado de São Paulo, o atual intercâmbio técnico e a parceria firmada entre a CATI e a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) buscam absorver a metodologia catarinense, onde o manejo já é uma política tradicional de larga escala.
O SPDH adequa-se à realidade do sudoeste paulista, já que as condições de topografia acidentada e clima de altitude se assemelham às condições vistas em Santa Catarina. O sistema baseia-se em pilares como o não revolvimento do solo, a rotação de culturas e a manutenção permanente de uma camada de palhada (cobertura vegetal viva ou morta) sobre os canteiros.
Essa engenharia de cultivo proporciona uma série de benefícios integrados que impactam diretamente a rentabilidade do agricultor. “Itapeva tem um relevo desafiador e climas de altitude que exigem um cuidado redobrado com a conservação do solo. Trazer essa engenharia de cultivo para o sudoeste paulista significa dar ao nosso agricultor uma ferramenta real para reduzir custos, mantendo a produtividade em alta mesmo diante de adversidades climáticas”, diz Paulo Roberto Leite, chefe de divisão da CATI Regional Itapeva.
A recepção dos técnicos da CATI ao treinamento foi extremamente positiva. Como desdobramento prático da capacitação, a equipe da CATI já deu início à instalação de novas Unidades Demonstrativas em pontos estratégicos dos municípios de Itapeva, Nova Campina e Bom Sucesso do Itararé. Essas unidades funcionarão como polos de difusão de tecnologia aplicada. Nelas, os agricultores familiares da região poderão acompanhar, lado a lado com os extensionistas, os resultados práticos, os balanços de custos e a eficiência do SPDH adaptado à realidade local.






Participação em rede internacional e em simpósio científico reforça ações da CATI voltadas à conservação do solo e da água e ao fortalecimento da agricultura paulista frente às mudanças climáticas
A CATI (Diretoria de Assistência Técnica Integral), órgão responsável pelas ações de assistência técnica e extensão rural na Secretaria de Agricultura e Abastecimento, amplia sua atuação internacional ao integrar a Rede Ibero-Americana sobre o Uso de Silício na Mitigação de Múltiplos Estresses (SiAgro-Red), iniciativa vinculada ao Programa Ibero-Americano de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (Cyted), criado por governos ibero-americanos (como Brasil, Portugal e Chile) para promover a cooperação em ciência, tecnologia e inovação entre eles.
Segundo o engenheiro agrícola Antoniane Arantes, líder do Grupo Técnico de Conservação do Solo e da Água da CATI e integrante da Rede SiAgro-Red, a participação da instituição fortalece as ações desenvolvidas junto aos agricultores paulistas, especialmente em projetos como Solo + Fértil e naqueles voltados à conservação do solo e da água, sustentabilidade produtiva e adaptação da agricultura às mudanças climáticas.
“O principal objetivo da rede SiAgro é reunir e difundir conhecimentos científicos já existentes e em desenvolvimento sobre o uso do silício na agricultura, levando essas informações aos produtores rurais de forma acessível e aplicada. Trata-se de uma iniciativa voltada à disseminação de Boas Práticas, fortalecendo diretamente as ações que a CATI já realiza junto aos agricultores paulistas”, destaca.

E no dia 13 de maio, o tema ganhou destaque durante o XXIII Simpósio de Ciências Aplicadas do Fait (Centro Universitário Unigrupo – Faef), realizado em Itapeva, município ligado à área de atuação da CATI Regional sediada no município. Na ocasião, Arantes ministrou a palestra “Produção agrícola frente às mudanças climáticas”, abordando os impactos climáticos na agricultura, estratégias de adaptação e práticas de manejo conservacionista do solo e da água.
Sobre o uso de sílicio na agricultura, Arantes destacou: “O silício é um elemento benéfico que ajuda as plantas a resistirem melhor aos diversos estresses do ambiente, como altas ou baixas temperaturas, déficit hídrico, toxicidade por metais pesados, salinidade e o desbalanço nutricional, por exemplo. Os produtores rurais podem utilizá-lo de duas formas práticas, seja aplicando-o no solo, para absorção pelas raízes, ou pulverizando-o diretamente nas folhas. Uma vez absorvido, o silício melhora a eficiência da fotossíntese, regula o uso da água e otimiza o aproveitamento de nutrientes, além de proteger as células contra danos internos. Na prática, essa aplicação mantém o potencial de crescimento e incremento da biomassa das culturas agrícolas, devendo ser utilizado sempre de forma preventiva para fortalecer a cultura agrícola, antes que ocorram eventos de estresse intenso”.

Sobre o Cyted e a Rede SiAgro
Criado em 1984, o Cyted reúne países ibero-americanos em ações colaborativas de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico. Ao longo de sua trajetória, o programa já mobilizou mais de 28 mil pesquisadores, empreendedores e especialistas em áreas estratégicas do conhecimento, promovendo a integração científica e tecnológica da região.
Na área agroalimentar, o programa atua no desenvolvimento de tecnologias voltadas à segurança alimentar, sustentabilidade produtiva e agregação de valor aos sistemas agrícolas. Atualmente, o Cyted conta com oito redes ativas no setor, entre elas a SiAgro-Red, da qual a CATI faz parte.
A Rede SiAgro reúne 17 instituições de nove países ibero-americanos e tem como objetivo fortalecer o conhecimento sobre o uso do silício na mitigação de múltiplos estresses agrícolas, promovendo maior sustentabilidade nos sistemas agroalimentares, bem como nas interações com o setor agropecuário e na difusão de seu uso no meio rural. Na CATI, os trabalhos relacionados ao tema são conduzidos pelo engenheiro agrônomo Guilherme Felisberto, responsável pela Casa da Agricultura de São Miguel Arcanjo, ligada à CATI Regional Itapetininga, e responsável pelo grupo da instituição na rede SiAgro. Recentemente, Felisberto publicou artigo científico na revista BMC Plant Biology, demonstrando o potencial do silício na mitigação do estresse oxidativo causado pela deficiência de zinco em culturas de soja e arroz, disponível clicando aqui. Felisberto destaca ainda que “a participação em redes internacionais amplia as oportunidades de desenvolvimento de soluções adaptadas à realidade nacional e fortalece projetos estratégicos da CATI. A pandemia de covid-19 e os conflitos internacionais evidenciaram a vulnerabilidade do Brasil em relação à dependência de insumos importados; por isso, precisamos valorizar mais os recursos e o conhecimento que temos aqui. Além disso, fazer parte do SiAgro fortalece iniciativas da CATI e pode abrir novas perspectivas para políticas públicas voltadas à sustentabilidade e à segurança alimentar”.

As ações da CATI em conservação do solo e da água vêm sendo ampliadas em todo o estado de São Paulo, por meio de assistência técnica, capacitação de produtores e de incentivo à adoção de práticas conservacionistas, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade do solo, aumento da produtividade agrícola, redução da erosão e uso mais eficiente dos recursos hídricos, promovendo maior resiliência das propriedades rurais frente aos desafios climáticos.
“Com a integração entre pesquisa, inovação e extensão rural, a CATI reafirma seu papel estratégico no apoio aos agricultores paulistas e no desenvolvimento de uma agricultura mais sustentável, produtiva e preparada para os desafios do futuro”, declara Arantes.
Para conhecer o SiAgro-Red, acesse: Cyted
Capacitação reuniu especialistas e extensionistas para alinhar metodologias de manejo, gestão e reprodução, visando ao aumento da rentabilidade dos pequenos produtores
Com o objetivo de impulsionar a assistência técnica e a extensão rural no sudoeste paulista, as Regionais da CATI de Avaré, Itapeva e Itapetininga realizaram, nos dias 6 e 7 de maio, em Avaré, um encontro de nivelamento técnico do Projeto CATI Leite. A atividade reuniu 15 técnicos (do próprio quadro e conveniados) para uma imersão em metodologias voltadas à retomada estratégica das ações junto aos produtores da região.
O treinamento focou na padronização do atendimento em campo, garantindo que as ferramentas de gestão e as práticas produtivas cheguem de forma eficiente às propriedades, especialmente aquelas inseridas na agricultura familiar.
A zootecnista Ana Paula Roque, da CATI Regional Itapetininga, conduziu os painéis sobre manejo de pastagens e gestão de custos. Durante a capacitação, ela reforçou que o CATI Leite é uma iniciativa vital para elevar a rentabilidade da atividade. “O encontro foi essencial para atualizar as equipes e apresentar ferramentas que aprimoram nossa atuação. O foco é transformar a prática produtiva em um negócio sustentável”, destacou.
No âmbito da eficiência biológica, o manejo reprodutivo foi o tema central da palestra ministrada pelo médico-veterinário Francisco César de Moura e Silva, da CATI Regional Itapeva. O especialista enfatizou que o planejamento reprodutivo é essencial para a produtividade constante nas propriedades leiteiras. A integração entre as três Regionais foi apontada como um dos pontos altos do evento. O chefe de divisão da CATI Regional Avaré, Euvaldo Neves Pereira Junior, ressaltou que o nivelamento das ações é o que garante a qualidade do serviço prestado pela instituição. “Nosso foco principal são os pequenos produtores. Por meio do gerenciamento da atividade, buscamos a redução de custos e o aumento real da produtividade para garantir a viabilidade econômica dessas famílias”, afirmou.









Com os olhos voltados para os desafios reais do produtor rural e para o futuro da agricultura, a
CATI (Diretoria de Assistência Técnica Integral) protagonizou, entre os dias 9 e 11 de abril, uma
ação inédita que reforça seu papel estratégico na construção de soluções concretas para a segurança
hídrica e alimentar no estado de São Paulo. Em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e
o Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, a iniciativa marca a primeira visita técnica conjunta do
Centro para Segurança Hídrica e Alimentar em Zonas Críticas (CCD) diretamente no campo.
O projeto, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), reúne
ciência, extensão rural e experiência prática para enfrentar desafios cada vez mais urgentes
relacionados à água, ao clima e à produção de alimentos. Desde 2022, a CATI e o IAC integram
oficialmente o CCD, um centro vinculado à USP que atua em sete macrorregiões paulistas,
conectando conhecimento científico às realidades locais.
Durante as visitas, produtores dos municípios de Mogi das Cruzes (ligado à area de atuação da
CATI Regional Mogi das Cruzes) e São Miguel Arcanjo (ligado da mesma forma à CATI Regional
Itapetininga) abriram suas propriedades e compartilharam práticas, desafios e soluções no uso da
água na produção agropecuária. O contato direto com o campo permitiu alinhar pesquisas e
tecnologias às necessidades concretas do dia a dia rural. “O sociólogo David Rodrigues, da CATI
Regional Mogi das Cruzes, e o especialista agropecuário Guilherme Felisberto, da Casa da
Agricultura de São Miguel Arcanjo, com a ajuda de seus parceiros produtores rurais, organizaram
essa série de visitas que possibilitaram a prospecção de novas vertentes de pesquisa, bem como a
orientação prática de eixos multidisciplinares de ações pelo CCD”, informa Antoniane Arantes, líder
do Grupo Técnico de Conservação do Solo e da Água da CATI e representante da instituição no
CCD.

Para Arantes, a experiência reforçou o valor da aproximação entre ciência e produtor. “Essa
primeira visita técnica conjunta foi essencial para compreendermos, na prática, como pequenos e
médios produtores utilizam a água. A partir disso, conseguimos direcionar melhor as ferramentas
técnicas e metodológicas, garantindo soluções mais eficientes, aplicáveis e adaptadas à realidade do
campo”, informando que o CCD estrutura suas ações em áreas como hidroclimatologia,
hidrogeologia e agrometeorologia, desenvolvendo desde sistemas de monitoramento e previsão
climática até estratégias para gestão hídrica e aumento da produtividade agrícola. “No componente
agrícola, o foco está em aprimorar decisões sobre plantio, irrigação e colheita; já no hídrico, busca-se
ampliar a previsibilidade e melhorar a gestão de recursos, incluindo reservatórios e outorgas”,
explica.

Para as pesquisadoras Jane Silveira e Angélica Prela Pantano, do IAC, esta primeira visita mostrou
o impacto da integração entre pesquisa e prática. “A diversidade de sistemas produtivos observada
nas propriedades é extremamente ampla. Isso nos permite desenvolver pesquisas mais direcionadas,
com impacto direto na produtividade e no uso sustentável da água na agricultura”, destacando a
riqueza de detalhes das técnicas e culturas adotadas nas propriedades visitadas, assim como a
possibilidade de desdobramentos de novas pesquisas alinhadas aos objetivos do centro e conectadas
aos anseios e necessidades dos produtores rurais.
Já o pesquisador Humberto Rocha, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
da Universidade de São Paulo (IAG/USP) e coordenador do CCD, ressaltou o caráter inovador da
iniciativa: “Essa aproximação com o campo, desde o início, fortalece o desenvolvimento de
soluções mais assertivas. Estamos construindo conhecimento junto com os produtores, o que
aumenta significativamente a efetividade das ações”.

Nesse contexto, o papel da CATI se mostra decisivo. Além de participar da construção científica do
projeto, a instituição é responsável por validar as tecnologias no campo e promover sua difusão
entre os produtores. O protagonismo do Grupo Técnico de Conservação do Solo e da Água,
liderado por Antoniane Arantes, tem sido fundamental para garantir que as soluções propostas sejam
viáveis e sustentáveis.
A iniciativa já conta com pesquisas em andamento, incluindo estudos de mestrado e doutorado, e
até experimentos instalados em propriedades rurais participantes – sinal claro de que a integração
entre instituições e produtores está gerando resultados concretos.

Ao unir ciência, extensão rural e prática agrícola, a parceria entre a CATI, a USP e o IAC inaugura
uma nova etapa na construção de uma agricultura mais resiliente, sustentável e preparada para os
desafios climáticos. Mais do que um projeto, o CCD se consolida como um modelo de cooperação
capaz de transformar o presente e garantir o futuro da segurança hídrica e alimentar no estado de
São Paulo.
Desde 2022, a família de produtores rurais recebe acompanhamento da CATI, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo, dentro do Programa CATI Leite
Em Itapetininga, no sudoeste do estado de São Paulo, o casal de produtores rurais José Geraldo Soares Júnior e Fátima de Medeiros Soares tem visto seu rebanho leiteiro prosperar e sua rentabilidade aumentar com o CATI Leite. A rotina na propriedade, onde vivem com seus dois filhos, é dividida entre o cuidado com a produção de leite e outros animais e tarefas.

Atendidos pela zootecnista Ana Paula Roque, da CATI Regional Itapetininga, José e Fátima acolhem as orientações técnicas e o acompanhamento do CATI Leite, desde 2022, quando se mudaram para a atual propriedade de seis hectares, menor do que a anterior, que tinha 20 hectares, e sentiram necessidade de otimizar seu trabalho e seus ganhos.
Abaixo, assista ao vídeo desta reportagem:
“Somos produtores de leite, mas não tecnificados. Procuramos acompanhamento para melhorar nossa condição de vida e de produção”, conta Geraldo. Ali, foram implantados controles zootécnicos e financeiros. O planejamento das atividades foi feito desde o início do atendimento na propriedade, de acordo com Ana Paula. “Fizemos amostragem de solo, correções de calagem e adubação, tanto nas áreas em que seriam implantados os pastos rotacionados quanto nas áreas de produção de milho para silagem”, comenta.
Ana frisa que, entre as vantagens do sistema rotacionado, está a facilidade do manejo pela própria família. “Isso libera mão de obra da família para outras atividades dentro da propriedade”, diz.

Se na atual área a produção leiteira chega a 320 litros ao dia, com 19 animais em ordenha, na propriedade anterior, a família produzia 120 litros; um aumento de mais de 150%, que se refletiu de forma positiva também financeiramente.
Com mais produtividade e retorno financeiro, a família já investiu na melhoria das instalações e em novos implementos, estruturando seu negócio e deixando um legado para as próximas gerações. “Eu queria que meus filhos continuassem. Se os dois não ficarem, pelo menos um. Porque nós já somos filhos de produtor. Eu já sou neta de produtor de leite e gosto do que faço”, encerra Fátima.
Sobre o CATI Leite
O programa fortalece a cadeia produtiva do leite em São Paulo, oferecendo orientação técnica, capacitação e incentivo à adoção de Boas Práticas de manejo, nutrição e sanidade animal. A iniciativa busca aumentar a produtividade, a qualidade do leite e a renda dos produtores, ao mesmo tempo em que promove sistemas de produção mais sustentáveis e competitivos. Técnicos e extensionistas rurais da Diretoria de Assistência Técnica Integral, a CATI, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, conduzem as orientações e o acompanhamento de forma gratuita para o produtor rural.
Para mais informações, o produtor deve procurar a Casa da Agricultura ou a Regional da CATI mais próxima.
Híbrida entre cherimoia e fruta-do-conde, a atemoia tem excelente aceitação nos mercados nacional e internacional
A terceira edição do Atemoia Tec, realizada em 14 de março deste ano, em Capão Bonito, com apoio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) Regional Itapetininga, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, reuniu especialistas e profissionais em fruticultura para debater inovação e tecnologia voltadas ao cultivo da atemoia.




Fruta exótica da família das anonáceas, híbrida entre cherimoia e fruta-do-conde, a aparência, textura e sabor da atemoia são costumeiramente comparados ao leite condensado. A doçura da fruta faz dela um produto de alta aceitação em todos os mercados, ainda com espaço para expansão.
Para este ano, a organização do evento contou com a CATI em sua comissão, juntamente com empresas e consultores da área de fruticultura. Instituto Biológico (IB-Apta); Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agrônomico (IAC-Apta) e a Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade Estadual Paulista (Unesp) campus de Botucatu participaram com palestras, bem como a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe (Uniarp-SC), com palestra de pesquisador aposentado da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Dr. José Luiz Petri.
Próxima edição da feira, em 2026, o Atemoia Tec IV será realizado em Holambra II (Campo de Holambra), em parceria com a Associação Paulista dos Produtores de Algodão e produtores da Holambra, entre a segunda quinzena de março e a primeira quinzena de abril.

Durante o evento, o secretário da Agricultura e Meio Ambiente de Capão Bonito, Felipe Marques, reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento da agricultura do município.

Takanoli Tokunaga, aposentado da CATI, ex-chefe do Núcleo de Produção de Mudas de São Bento do Sapucaí, homenageado no Atemoia Tec III por sua atuação na expansão da cultura da atemoia no Brasil.

Valério Thomasetto, anfitrião do evento, colocou toda sua equipe para preparação do local

Três palestrantes, da esquerda para a direita: Dr.José Luiz Petri, Epagri; DR.César Jr Bueno, IB Campinas; Dr. Ricardo Harakava, IB São Paulo.

Palestrante: Dr. Hamilton Ramos, do CEA Jundiaí. Centro de Pesquisa em Engenharia e Automação do IAC
Palestrante: Dr. Luis Buso, da Amazon AgroScience
Palestrante: Fernanda Custódio, a Menina do Agro. Palestra motivacional.
Valdir Tanabe e Eduardo Guimarães, os criadores do Atemoia Tec