Secretaria de
Agricultura e Abastecimento
Diretoria de Assistência Técnica Integral - CATI

Conservação do solo para um futuro mais fértil: capacitação realizada pela CATI Regional Fernandópolis aprimora conhecimento técnico visando ao desenvolvimento rural sustentável

Cuidar do solo é cuidar da vida. Com esse propósito, técnicos das Casas da Agricultura ligadas à CATI Regional Fernandópolis participaram de uma capacitação, no dia 31 de março, sobre o Boletim 100, publicação técnica do Instituto Agronômico (IAC) – referência na área de conservação do solo -, reforçando práticas sustentáveis que impactam diretamente a produtividade agrícola e a preservação dos recursos naturais.

O treinamento, intitulado “Utilização Prática do Boletim 100”, reuniu os extensionistas em um momento de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento do compromisso com a conservação do solo. A iniciativa integra o Projeto Solo Mais Fértil, que vem se consolidando como uma importante estratégia para promover o manejo sustentável e aumentar a eficiência produtiva no campo.

O curso teve como foco atualizar os profissionais no uso do Boletim 100, ferramenta fundamental para a correta interpretação das análises de solo. A partir dessas informações, os técnicos conseguem orientar os produtores rurais com maior precisão sobre práticas de correção e adubação, promovendo não apenas melhores colheitas, mas também a preservação da saúde do solo a longo prazo.

A engenheira agrônoma Monalisa Verginia Felicio Ferreira, da Casa da Agricultura de Estrela d’Oeste, destacou a importância da capacitação para o trabalho no campo. “Esse treinamento fortalece nossa atuação junto aos produtores. Quando entendemos profundamente a análise de solo, conseguimos recomendar práticas mais assertivas, que preservam o solo e aumentam a produtividade de forma sustentável. É um ganho para o agricultor e para o meio ambiente.”

A condução do curso ficou a cargo do engenheiro agrônomo Gilberto José Batista Pelinson, da CATI Regional Jales, especialista no tema, que trouxe uma abordagem prática e aplicada ao dia a dia dos técnicos. Durante a capacitação, foram trabalhados exemplos reais de análises de solo, permitindo uma compreensão detalhada dos parâmetros da publicação técnica e sua aplicação nas diferentes culturas. Para Gilberto, o impacto vai além do conteúdo técnico: “O Boletim 100 é uma ferramenta estratégica. Quando bem utilizado, ele evita desperdícios, melhora o uso de insumos e, principalmente, contribui para a conservação do solo. Nosso objetivo é que cada técnico possa aplicar os conceitos aprendidos no atendimento aos produtores rurais, contribuindo para o aumento da eficiência na utilização dos recursos naturais e melhoria da qualidade do solo nas propriedades assistidas”.

A engenheira agrônoma Monalisa Verginia, da Casa da Agricultura de Estrela d’Oeste, destacou a importância da capacitação para o trabalho no campo. “Esse treinamento fortalece nossa atuação junto aos produtores. Quando entendemos profundamente a análise de solo, conseguimos recomendar práticas mais assertivas, que preservam o solo e aumentam a produtividade de forma sustentável. É um ganho para o agricultor e para o meio ambiente”, ressaltou a agrônoma, acrescentando que, além do conteúdo técnico, o encontro também promoveu a integração entre os participantes, incentivando a troca de experiências e o alinhamento de práticas entre os municípios da região. Segundo Mauro Leitão, chefe da CATI Regional Fernandópolis, ao investir na capacitação contínua de seus profissionais, a unidade reforça seu compromisso com o desenvolvimento rural sustentável. “Promover uma agenda de capacitação contínua para os nossos técnicos é ferramenta fundamental para o desenvolvimento agropecuário aliado à conservação do meio ambiente e dos recursos naturais; além disso, fortalece o desenvolvimento das ações do Projeto Solo Mais Fértil na região, o qual evidencia que produtividade e conservação do solo devem caminhar juntas”.

Em um movimento que une conhecimento técnico e compromisso com o futuro do campo, a CATI Regional Fernandópolis realizou, no dia 11 de março, um treinamento essencial sobre o Protocolo de Transição Agroecológica. A iniciativa prepara técnicos para levar aos produtores rurais soluções práticas que aumentam a produtividade, preservam o solo e reduzem a dependência de insumos químicos

A Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), por meio de sua Regional de Fernandópolis, promoveu um treinamento estratégico voltado aos técnicos dos 12 municípios de sua área de atuação, com foco na implementação do Protocolo de Transição Agroecológica.

A capacitação foi conduzida pela engenheira agrônoma Araci Kamiyama e pela tecnóloga ambiental Aline Bernardes Cândido, que apresentaram conceitos fundamentais da Agroecologia de forma prática e aplicável à realidade dos produtores rurais. E o objetivo foi claro: preparar os técnicos para orientarem os agricultores na adoção de sistemas mais sustentáveis, produtivos e resilientes.

Durante o encontro, foram discutidas técnicas de manejo que contribuem para a conservação do solo, o uso eficiente da água e a valorização da biodiversidade, “fatores cada vez mais importantes diante dos desafios climáticos e das exigências do mercado por alimentos mais saudáveis”, destacaram as instrutoras da capacitação.

Além da parte teórica, os participantes analisaram um caso real de propriedade rural, propondo soluções baseadas em práticas agroecológicas. A atividade permitiu visualizar, na prática, como pequenas mudanças no manejo podem gerar grandes resultados ao longo do tempo. “A transição agroecológica não significa perder produtividade, mas sim produzir de forma mais inteligente. A Agroecologia oferece ferramentas para reduzir custos, melhorar a qualidade do solo e tornar a produção mais equilibrada e sustentável”, explicou Araci Kamiyama.

Para o chefe da CATI Regional Fernandópolis, Mauro Leitão Linhares, a ação reforça o papel da CATI como agente de transformação no campo. “Nosso compromisso é o de estar ao lado do produtor, oferecendo orientação técnica de qualidade e soluções que realmente funcionem no dia a dia da propriedade. Esse treinamento é um passo importante para levarmos alternativas sustentáveis, que aumentem a eficiência produtiva sem comprometer os recursos naturais”, destacou, enfatizando que a realização desse treinamento marca um passo significativo na estratégia da CATI Regional Fernandópolis em fomentar uma transição agroecológica nos municípios atendidos. “Os técnicos, agora capacitados, terão a responsabilidade de implementar as práticas aprendidas, promovendo mudanças que podem impactar diretamente a sustentabilidade rural e a saúde do solo, conferindo um futuro mais equilibrado para a agricultura local”.

Com os técnicos capacitados, a próxima etapa será a difusão desse conhecimento junto aos produtores rurais da região, ampliando o alcance das práticas agroecológicas e fortalecendo um modelo de agricultura mais consciente. A iniciativa reafirma o compromisso da CATI com o desenvolvimento sustentável, estimulando uma mudança de paradigmas na produção agrícola e contribuindo para um agronegócio mais consciente e integralmente relacionado com o meio ambiente.

Entre histórias de luta, superação e esperança, agricultoras de Estrela d’Oeste e Ouroeste encontraram, nos eventos promovidos pelas Casas da Agricultura locais, nos dias 3 e 6 de março, mais do que uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher: um espaço de acolhimento, troca e fortalecimento para quem sustenta, todos os dias, a base do campo

As comemorações do Mês Internacional da Mulher (cujo ápice é celebrado em 8/3) realizadas em Estrela d’Oeste e Ouroeste foram além de eventos simbólicos. Com organização das Casas da Agricultura locais e apoio da CATI Regional Fernandópolis, as iniciativas colocaram no centro do debate o protagonismo feminino no meio rural e os desafios enfrentados.

Em Estrela d’Oeste, o encontro reuniu produtoras rurais e suas famílias em uma programação voltada à conscientização e ao empoderamento. Temas como violência contra a mulher e motivação deram o tom das palestras, criando um ambiente de escuta ativa e troca de experiências.

A engenheira agrônoma Monalisa Verginia Felicio Ferreira, da Casa da Agricultura de Estrela d’Oeste, destacou a importância de criar espaços como esse para as mulheres do campo. “Os encontros proporcionaram um espaço de reflexão e conscientização sobre as diversas realidades enfrentadas pelas mulheres na agricultura, um setor fundamental para a economia, mas que, muitas vezes, é permeado por desafios e desigualdades de gênero. Nesses eventos podem mostrar para cada mulher que ela não está sozinha. Quando compartilhamos nossas histórias, dificuldades e conquistas, fortalecemos umas às outras e nos reconhecemos como protagonistas no campo”, afirmou.

A atuação da CATI na região, por meio das Casas da Agricultura, tem sido fundamental para viabilizar ações que vão além da assistência técnica voltada ao desenvolvimento rural sustentável das cadeias produtivas, alcançando também o desenvolvimento social e humano das comunidades rurais. “Cotidianamente, realizamos ações e projetos que promovem a maior inserção das mulheres nas políticas públicas e na gestão das propriedades. Por isso, neste evento trouxemos palestras interativas, conduzidas por especialistas, que abordaram desde direitos das mulheres até incentivo à autoconfiança, ampliando o acesso à informação e à rede de apoio”, explica Monalisa.

Já em Ouroeste, o segundo encontro manteve o foco na valorização feminina, trazendo à tona discussões sobre saúde mental, qualidade de vida e os múltiplos papéis desempenhados pelas mulheres no campo. As atividades reforçaram a importância do cuidado emocional, especialmente diante das jornadas duplas e, muitas vezes, invisíveis.

Além dos momentos de reflexão, a programação também abriu espaço para descontração e integração, com atividades como bingo e sorteios, fortalecendo os laços comunitários entre as participantes, um aspecto essencial para a construção de uma rede de apoio sólida no meio rural.

Para a CATI Regional de Fernandópolis, iniciativas como essas reforçam o compromisso com o desenvolvimento sustentável do campo, reconhecendo que a inclusão, o fortalecimento e o respeito às mulheres é peça-chave para o avanço da agropecuária na região, com geração de renda, emprego e qualidade de vida. Ao final dos encontros, o sentimento compartilhado foi de união e renovação. “Os eventos realizados em Estrela d’Oeste e Ouroeste foram uma prova de que, por meio da união e do diálogo, é possível promover mudanças significativas. Ao final dos encontros, os sorrisos e abraços entre as participantes evidenciaram que a luta por igualdade e respeito continua, reforçando o papel das mulheres na agricultura e na sociedade. Que essas comemorações sirvam de inspiração para novas iniciativas que celebrem e fortaleçam a presença feminina no campo”, avalia Monalisa.

Com o objetivo de fortalecer a produção de milho e levar tecnologia diretamente ao campo, a CATI Regional Jales, com a participação das Regionais da CATI de Fernandópolis e Votuporanga, promoveu, no último dia 4 de março, um Dia de Campo do Programa Milho+SP, no município de Santana da Ponte Pensa, reunindo cerca de 120 pessoas entre produtores, extensionistas, profissionais da iniciativa privada e lideranças do setor agropecuário do noroeste paulista.

Realizado no Sítio Nossa Senhora Aparecida, propriedade do casal de produtores Danilo Rodrigues Monção e Elidiane Mara Trombeta Maioli Monção, o encontro destacou, na prática, como o acompanhamento técnico e a adoção de tecnologia podem transformar a produtividade e a qualidade do milho produzido na região.

Em 11 de dezembro de 2025, uma área demonstrativa do Programa foi implantada na propriedade e agora, após 83 dias de desenvolvimento da cultura, o milho apresentou ponto adequado para o processo de ensilagem, permitindo a demonstração dos resultados obtidos com a adoção das tecnologias recomendadas.

Segundo o chefe de divisão da CATI Regional Jales, Luciano Martines, o evento teve como objetivo aproximar produtores das Boas Práticas Agrícolas e demonstrar resultados concretos. “O Programa Milho+SP tem justamente essa missão: levar tecnologia, orientação e acompanhamento ao produtor. Aqui, conseguimos mostrar, na prática, como a nutrição adequada da cultura, o uso correto dos equipamentos e o manejo fitossanitário contribuem para uma produção mais eficiente e rentável”, destacou Martines.

 Estações técnicas promoveram aprendizado prático

Durante o Dia de Campo, os participantes percorreram quatro estações técnicas preparadas para apresentar diferentes aspectos do manejo da cultura.

Na Estação 1, os engenheiros agrônomos Dilma Ono, da Casa da Agricultura de Santana da Ponte Pensa, e Gilberto J. B. Pelinson, da CATI Regional Jales, conduziram a apresentação sobre as fases da cultura do milho e os tratos culturais realizados desde a implantação da lavoura. “O uso de tecnologias no tempo certo da cultura traz boa produtividade. Estamos falando de tecnologias como análise de solos, densidade de plantio, tempo certo de aplicação de defensivos e adubação”, enfatizou Dilma.

Na Estação 2, o engenheiro agrônomo João Vitor Ferrari, da Casa da Agricultura de Santa Albertina, abordou programas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento ligados ao segmento. Ali, também foram apresentadas as ações da Defesa Agropecuária, pela médica-veterinária Kátia Suemi Gozi, da unidade de Jales.

Na Estação 3, o engenheiro agrônomo José Roberto Bois apresentou o portfólio de materiais da CATI Sementes e Mudas, destacando a importância da escolha de sementes adaptadas às condições regionais. “Quando o produtor tem acesso a sementes de qualidade e adaptadas à sua realidade, ele reduz riscos e custos, bem como aumenta o potencial produtivo da lavoura”, explicou.

Na Estação 4, o médico-veterinário Cláudio Camacho Pereira Menezes, da CATI Regional Jales, abordou o processo de ensilagem, com orientações técnicas para garantir qualidade do alimento destinado ao rebanho e reforçando como uma silagem bem-feita impacta diretamente a produtividade na pecuária.

Segundo os organizadores, o Dia de Campo reforçou o papel do Programa Milho+SP como uma estratégia do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, em uma parceria público-privada, para ampliar a produtividade do milho paulista, incentivar a adoção de tecnologias e fortalecer a sustentabilidade das propriedades rurais.

Experiência positiva para os produtores

Para os produtores Elidiane e Danilo, anfitriões do evento, a participação no Programa Milho+SP trouxe aprendizado e resultados concretos na propriedade. “Foi muito importante para nós receber esse acompanhamento técnico. Aprendemos bastante sobre o manejo, a nutrição e o momento certo da ensilagem; pudemos ver, na prática, como as orientações e a adoção de tecnologia adequada fazem diferença no resultado da lavoura”, afirmaram.

O casal agradeceu à equipe da CATI Regional Jales pela parceria e se colocou à disposição para futuras iniciativas. “Ficamos muito felizes em receber o Dia de Campo aqui no sítio, pois foi uma oportunidade de trocar experiências com outros produtores e os técnicos, bem como mostrar que, com orientação correta, o produtor consegue melhorar cada vez mais seus resultados”.

Nesta etapa do Programa de Aquisição de Alimentos, 48 mil famílias paulistas receberão hortifrútis cultivados por produtores rurais assistidos pela CATI; desde 2021, cerca de 640 mil cestas foram entregues no Estado de São Paulo

A Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo, executa, desde 2021, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) no território paulista. Por meio dessa iniciativa, pessoas em situação de vulnerabilidade social recebem gratuitamente cestas de 10kg com hortifrútis, que são cultivados por agricultores familiares e adquiridos por prefeituras. Em 2026, uma das primeiras entregas foi feita em Ouroeste, por meio da CATI Regional Fernandópolis.

No território paulista, o PAA é realizado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em parceria com o Governo de São Paulo. Os municípios contemplados estão no CADInsans, um Indicador de Risco de Insegurança Alimentar Grave Municipal, a partir do Cadastro Único (CadÚnico), que é elaborado pelo MDS.

Neste ano, 63 prefeituras foram selecionadas para as compras de cestas, que contêm folhosas, frutas, legumes, raízes e tubérculos, cultivados de modo convencional ou orgânico por produtores locais. O diretor da CATI, Ricardo Pereira, explica que, nesta etapa, estão sendo destinados R$ 4,2 milhões para aquisição de hortifrútis de produtores paulistas e distribuição às famílias que mais precisam. “Com a execução do PAA, a CATI apoia o agricultor familiar desde a produção, com assistência técnica e extensão rural, até a comercialização de seus produtos”, comenta Pereira.

640 mil cestas entregues

Em Ouroeste, a primeira entrega do Programa de Aquisição de Alimentos de 2026 foi realizada nesta terça-feira (10). Segundo o responsável pela Casa da Agricultura local, Fernando Roberto Junqueira de Pádua, foram distribuídas 20 cestas. “Nas próximas, devemos atender aproximadamente 50 famílias. As entregas são quinzenais, sempre às terças-feiras”, informa Pádua.

A coordenadora do PAA no Estado de São Paulo, Fabiana Gouvêa, afirma que o programa já entregou aproximadamente 640 mil cestas, desde a sua implantação. “No território paulista, esse trabalho é executado pela CATI, com o propósito de unir famílias: as que plantam e as que necessitam dos alimentos. Nesta fase, entregaremos mais 48 mil cestas para pessoas em situação de vulnerabilidade social”, destaca a coordenadora. Vale ressaltar que, no ciclo 2024/2025, a SAA beneficiou 417 agricultores familiares paulistas, produtores de mais de 50 tipos de hortifrútis elegíveis ao programa.

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher (8/3), a Casa da Agricultura de Estrela d’Oeste, ligada à área de atuação da CATI Regional Fernandópolis, realizou o II Encontro de Mulheres Rurais de Estrela d’Oeste, que contou com a participação de cerca de 50 pessoas.

“O nosso objetivo com este evento, que já entrou para o calendário das nossas ações de extensão rural, é transmitir informações relevantes tanto para a vida profissional quanto pessoal das mulheres do campo. E o que nos impulsiona a continuar e aprimorar as ações é o retorno positivo que tivemos nesses dois anos de realização”, explica a engenheira agrônoma Monalisa Verginia Felicio Ferreira, da Casa da Agricultura de Estrela d’Oeste e uma das organizadoras do Encontro.

E um desses frutos se concretizou após a palestra da enfermeira Luciana Marzochi, da Secretaria Municipal da Saúde. “Foi com muita alegria que, poucos dias após o evento (realizado no dia 11/3), recebemos relato da enfermeira Luciana, nos informando que várias mulheres que participaram do evento procuraram a Unidade Básica de Saúde do município, para a realização de exames preventivos e conversar sobre a saúde de forma integral. Diante desse fato, vimos a concretização da nossa missão como extensionistas”, comenta emocionada, Monalisa.

Programação

Além da palestra com foco na saúde, as participantes puderam esclarecer dúvidas sobre as políticas públicas voltadas às mulheres do campo, durante a ministração feita pela socióloga Rute Bernardo Pinto, da CATI Regional Jales.

“Houve grande interesse, por parte das mulheres presentes, no acesso às políticas públicas apresentadas. Entre o público, contamos com representantes de outros municípios da região, que demonstraram interesse em levar os temas debatidos aqui para suas comunidades. Diante dos resultados e da satisfação do público com o evento, trabalharemos para, além de aprimorar, ampliá-lo nos próximos anos”, salienta Monalisa.

Logo Governo