Secretaria de
Agricultura e Abastecimento
Diretoria de Assistência Técnica Integral - CATI

Aveia-preta é opção de cultura de inverno adaptada às condições de cultivo de São Paulo


Cultivada principalmente no outono e inverno, a aveia-preta é uma alternativa para formação de palhada, cobertura do solo e alimentação animal

Cultura de ciclo relativamente curto, que vai muito além da produção de grãos, a aveia-preta é utilizada, na agricultura, como planta de cobertura, na formação de palhada e também como opção de forragem para os animais, especialmente durante o período de outono e inverno, quando outras pastagens apresentam menor desenvolvimento.

A CATI Sementes e Mudas, da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, produz e comercializa sementes de aveia-preta da cultivar Embrapa 29 (Garoa), oferecendo aos produtores uma alternativa adaptada às condições de cultivo do estado de São Paulo. A cultura pode integrar sistemas de produção que buscam proteger o solo, melhorar suas condições físicas e contribuir para o manejo das áreas agrícolas.

“Entre os principais objetivos do cultivo está a formação de cobertura vegetal sobre o solo. A palhada deixada pela aveia ajuda a protegê-lo contra o impacto direto das chuvas e a erosão, além de contribuir para a conservação da umidade. Quando utilizada em sistemas de plantio direto ou em rotação de culturas, também participa da ciclagem de nutrientes e da melhoria da qualidade do solo, além de controlar plantas invasoras e aumentar a produtividade das culturas subsequentes como milho e soja”, explica o engenheiro agrônomo Ricardo Manfredini Requejo, chefe da Divisão de Sementes de Taubaté.

Para o produtor que utiliza a aveia como forragem, a cultura representa ainda uma alternativa para ampliar a oferta de alimento aos animais durante o inverno. Seu desenvolvimento vegetativo permite o aproveitamento da massa produzida antes da formação das sementes, conforme o sistema de produção e o manejo adotado na propriedade.

No estado de São Paulo, a aveia-preta é tradicionalmente cultivada durante o período mais frio e seco do ano. A época de semeadura varia de acordo com a região, condições de solo, disponibilidade de água e objetivo do cultivo, mas, de maneira geral, o plantio ocorre no outono, aproveitando as condições de umidade do solo após o início das chuvas, de acordo com Ricardo.

O agrônomo recomenda ao produtor que, antes da implantação da cultura, considere as características da área, faça o preparo ou manejo adequado do solo e utilize sementes de boa qualidade e procedência. A definição da quantidade de sementes e do manejo deve levar em conta a finalidade da lavoura e as recomendações técnicas para a cultivar e a região. Mais orientações podem ser obtidas com os técnicos da CATI nas Casas da Agricultura, unidades regionais ou unidades da CATI Sementes e Mudas.

“A aveia-preta é uma cultura muito interessante para o produtor porque pode cumprir diferentes funções dentro da propriedade. Ela pode ser utilizada para cobertura e proteção do solo, produção de palhada e também como forragem. O importante é que o agricultor defina previamente qual é o objetivo do cultivo e faça o planejamento da implantação e do manejo de acordo com as condições da sua propriedade e da região”, enfatiza.

No município de Socorro, no interior paulista, o produtor Adriano Mossoró, do Sítio Mosso, no bairro Jaboticabal, cultiva quatro hectares de aveia-preta, com sementes adquiridas da CATI Sementes e Mudas. O desenvolvimento da lavoura tem chamado atenção do agricultor.

Plantação de aveia-preta em Socorro. Foto gentilmente cedida por Adriano Mossoró.

Adriano compartilha a evolução das plantas e comemora o resultado com o técnico da CATI, Rodrigo Binotti, chefe da Casa da Agricultura de Socorro, que acompanha a propriedade. “Que coisa linda! Está dando as flores dela agora, na altura do meu peito”, orgulha-se o agricultor.

Plantação de aveia-preta em Socorro. Foto gentilmente cedida por Adriano Mossoró.

A qualidade da aveia também agradou aos produtores Luiz Batista Bustos e Antônio Carlos Neli, do Sítio Ouro Verde, em Tremembé (SP). Assentados, eles cultivaram aveia-branca e aveia-preta para produção de silagem e obtiveram resultados considerados muito positivos, uma alternativa para a produção de volumoso de qualidade para a alimentação dos animais.

Os produtores Luiz Batista Bustos e Antônio Carlos Neli, do Sítio Ouro Verde, em Tremembé (SP). Foto gentilmente cedida.

Os relatos mostram, na prática, o potencial de desenvolvimento da cultura quando implantada e manejada de acordo com as condições da propriedade.

Para o agricultor paulista, a aveia-preta, mais do que uma cultura de inverno, é uma ferramenta de manejo e conservação do solo, produção de biomassa e diversificação do sistema produtivo. Com planejamento e orientação técnica, pode integrar diferentes estratégias de produção e contribuir para o aproveitamento das áreas agrícolas ao longo do ano.

Serviço
A CATI Sementes e Mudas produz e comercializa sementes de aveia-preta Embrapa 29 (Garoa). Produtores interessados podem buscar informações sobre disponibilidade, aquisição e recomendações de cultivo junto às unidades da CATI.

Ferramenta desenvolvida pela CATI Regional Santos reúne dados estratégicos sobre produção, comercialização e acesso a políticas públicas, apoiando o planejamento das ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e impulsionando o desenvolvimento sustentável no campo e no mar

A diversidade produtiva e social do litoral paulista e da Grande São Paulo acaba de ganhar uma importante aliada: a informação organizada. Neste contexto, a CATI Regional Santos lançou o infográfico “Organizações Urbanas e Rurais – Produção e Comercialização”, uma ferramenta inovadora que transforma dados técnicos em um panorama visual acessível, capaz de orientar ações de Ater em um território marcado por contrastes e potencialidades.

Responsável por atender 38 municípios – que incluem desde áreas altamente urbanizadas até comunidades tradicionais e regiões de forte produção agropecuária e compõem um território que abrange a Baixada Santista –, a CATI Regional Santos enfrenta o desafio de adaptar suas estratégias a uma realidade complexa. Nesse cenário, o infográfico surge como uma ponte entre o conhecimento técnico e a prática no campo, facilitando a compreensão e a tomada de decisão. O material, que contém informações coletadas pelos técnicos das Casas da Agricultura ligadas à CATI Regional Santos e estarão em constante e permanente construção, já reúne informações de 16 municípios e mapeia 53 organizações, formais e informais, que atuam em diversas cadeias produtivas, como olericultura, fruticultura, pesca, aquicultura, produção de alimentos à base de plantas alimentícias não convencionais (PANC), produtos de origem animal, floricultura e artesanato. Também identifica como essas organizações se estruturam, quantas pessoas envolvem, de que forma comercializam e se acessam políticas públicas e serviços de Ater.

Segundo o engenheiro agrônomo Hemerson Calgaro, um dos responsáveis pela elaboração do material, o impacto da ferramenta vai além da organização de dados. “Ter informações sistematizadas e disponíveis é fundamental para balizar o trabalho da extensão rural. Isso permite que nossas ações sejam mais assertivas, facilita o acesso de produtores e pescadores às políticas públicas e contribui diretamente para o fortalecimento das comunidades rurais e tradicionais, especialmente no litoral, onde as dinâmicas são muito específicas.”

Um dos destaques do levantamento é a presença significativa de organizações produtivas na Grande São Paulo. “Mesmo em áreas urbanizadas, 17 iniciativas demonstram que a produção de alimentos segue ativa, apoiada por parcerias entre iniciativa privada, poder público e sociedade civil”, informa Lucas Volpato, chefe da Casa da Agricultura de São Paulo.

O infográfico também reflete a diversidade do público atendido pela CATI, que inclui agricultores, pescadores artesanais, aquicultores, comunidades quilombolas, indígenas, caiçaras, extrativistas e agricultores urbanos. “Para nós da extensão rural da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, todos são considerados peças-chave na construção de um sistema produtivo mais inclusivo e sustentável”, explica o agrônomo Hemerson Calgaro.

Com atualização contínua, o documento é dinâmico e acompanha as transformações do território, servindo como base para planejamento da Regional no alcance de demandas potenciais ou reprimidas, capacitação e estratégias de comercialização, incluindo o acesso a políticas públicas e iniciativas de economia local. “Qualificamos o Infográfico, o qual já está sendo utilizado, pois se trata de uma ferramenta norteadora dos projetos CATI entre os quais, no âmbito desta Regional, foram eleitos como objetos principais das ações o Cacau SP, Frutas Vermelhas SP e Protocolo de Transição Agroecológica, cujas caracterização e identificação dos agricultores são de suma importância, principalmente na Grande São Paulo, como no caso das áreas produtoras da Zona Leste, de Guarulhos e de Osasco, onde reúnem-se agricultores urbanos produzindo em áreas ociosas ou sob concessão de empresas como a Enel e Transpetro. Nosso trabalho se acentua tanto no auxílio da produção como na comercialização”, explica Calgaro.

Além disso, a CATI Regional Santos já trabalha na elaboração de um novo infográfico, desta vez voltado exclusivamente às comunidades pesqueiras, atividade essencial para a economia e a cultura do litoral paulista. “Respeitando outra particularidade da nossa região, estamos construindo outro infográfico que trará informações sobre as comunidades pesqueiras, que são diversas e têm suas particularidades nos litorais sul e norte, sendo uma atividade relevante na economia do estado de São Paulo”, informa Calgaro.

Diante da abrangência do projeto, é possível dizer que ele, ao integrar informação, planejamento e ação, se consolida como uma iniciativa que reforça o papel da extensão rural como agente de desenvolvimento, conectando conhecimento técnico às necessidades reais de quem vive e produz no campo e no mar.

Infográficos

A arte do infográfico (desenho) ficou a cargo da servidora da Casa da Agricultura de Ubatuba, Taís Forte Garms (no centro da foto abaixo, de óculos e blusa azul, ladeada por representantes de organizações rurais).
Clique na imagem do infográfico para abri-lo em alta resolução.

Os infográficos são quadros informativos que utilizam simultaneamente texto e elementos visuais, sendo visualmente explicativos e associados a elementos não verbais, tais como imagens, gráficos e links de internet. Trata-se, portanto, de uma representação gráfica e visual oriunda da informação textual, utilizada para facilitar e transmitir, com rapidez, qualidade e precisão, o máximo de conteúdo e auxiliar o trabalho de Ater. “Em resumo, os infográficos são uma ferramenta de comunicação crucial, funcionando como uma ‘ponte’, conectando dados técnicos e científicos à compreensão prática e rápida por parte de todos os envolvidos na cadeia produtiva”, informa Calgaro.

Galeria de imagens

Reuniões e encontros com agricultores(as) e pescadores(as) para organização de ações em prol do desenvolvimento de políticas públicas e para levantamento de dados para elaboração do infográfico.

Com parcerias estratégicas, tecnologia e extensão rural, a CATI, órgão vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, mostrou na Agrishow como políticas públicas e projetos sustentáveis estão gerando renda, oportunidades e dignidade no campo paulista

Balanço da participação da CATI na Agrishow 2026

Mais que um dever; a sensação é de missão cumprida! A presença da CATI na 31.ª Agrishow reafirmou um compromisso que vai muito além da difusão tecnológica, pois se trata de levar conhecimento, oportunidades e transformação real para quem vive e produz no campo. Em um dos maiores palcos do agronegócio no mundo, a instituição apresentou um conjunto robusto de políticas públicas, projetos e ações que impulsionam cadeias produtivas, promovem sustentabilidade e, sobretudo, impactam diretamente a vida de milhares de produtores rurais.

Ao longo da feira, realizada entre os dias 27 de abril e 1.° de maio, extensionistas e especialistas demonstraram como a atuação integrada da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, em parceria com diversas instituições, tem fortalecido o desenvolvimento rural sustentável. Iniciativas como os Projetos CATI Leite, Solo + Fértil, Integra SP Agro, Cacau SP, Frutas Vermelhas SP e Programa de Aquisição de Alimentos – PAA Cesta Verde mostraram, na prática, que é possível produzir mais, com qualidade e respeito ao meio ambiente, ao mesmo tempo em que se amplia a geração de renda e emprego no campo.

Com este cenário, o estande da CATI se transformou em um verdadeiro ponto de encontro entre conhecimento técnico e histórias de vida. Produtores e técnicos compartilharam experiências, visitantes se emocionaram com resultados e gestores públicos conheceram modelos que podem ser replicados em diferentes regiões do país.

“Vivemos um momento histórico nessa edição, com recorde de público e um interesse impressionante nos nossos projetos. Projetos como o Cacau SP, Frutas Vermelhas e CATI Leite despertaram mais que curiosidade, levaram esperança de que é possível promover desenvolvimento com sustentabilidade ambiental e econômica, transformando vidas com dignidade, renda e qualidade. O mais gratificante foi ouvir depoimentos de produtores e visitantes, muitos emocionados ao perceber que essas iniciativas estão, de fato, mudando realiddes e abrindo novos caminhos no campo”, comenta o diretor da CATI, Ricardo Domingos Luiz Pereira.

E são justamente esses relatos que dão sentido ao trabalho desenvolvido. Produtores destacaram o aumento da produtividade, a diversificação das atividades e a melhoria na qualidade de vida de suas famílias. Visitantes se surpreenderam com o alcance das ações e com a proximidade da assistência técnica oferecida pelas Casas da Agricultura, presentes na maioria dos municípios paulistas.

Sendo assim, a Agrishow 2026 consolidou a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio da CATI, como protagonista na construção de um agro mais inclusivo, inovador e sustentável, pois, mais do que apresentar projetos, a instituição mostrou resultados concretos: vidas transformadas, cadeias produtivas fortalecidas e um futuro mais promissor para o campo paulista.

Projetos, programas e ações chamam atenção de todas as faixas etárias

A CATI marcou presença com um time de extensionistas e especialistas parceiros da Secretaria de Agricultura e Abastecimento e do Governo de SP, apresentando e esclarecendo dúvidas sobre políticas públicas e projetos que impactam a geração de emprego e renda no campo, aliada ao desenvolvimento sustentável, destacando informações e orientações sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR); linhas de financiamento do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap); projetos e programas como o Cacau SP; CATI Leite; Integra SP, com ILPF – Integração, Lavoura, Pecuária e Floresta e Solo + Fértil; Frutas Vermelhas SP, PAA Cesta Verde, bem como comercialização de sementes e mudas com garantia de qualidade e apresentação de projetos da CATI Sementes e Mudas.

Na Agrishow, produtores rurais tiram dúvidas sobre o seu Cadastro Ambiental Rural (CAR)

“É um orgulho que CATI esteja presente na Agrishow, desde o seu início, há três décadas. Para nós da extensão rural, é uma oportunidade ímpar de apresentar nossas ações, bem como nossos programas e projetos executados não apenas para o público-alvo da instituição, os produtores rurais, como para todos os visitantes, incluindo gestores públicos que, muitas vezes, vêm de outros estados e até de outros países conhecer o trabalho de Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural) realizado como missão em todo o estado, pela capilariedade da nossa atuação, que tem nas Casas da Agricultura, instaladas na maioria dos municípios paulistas, a porta de acesso para que os agricultores acessem políticas públicas, projetos, capacitações e crédito rural; bem como o Governo de SP formalize parcerias público-privada para execução de ações e projetos com impacto nas áreas rural e urbana”, ressalta Ricardo Pereira, diretor da CATI.

Na Agrishow, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta com o Integra SP Agro e a Rede ILPF

Projeto Cacau SP

 A CATI mostra o Projeto Cacau SP na Agrishow

No espaço do projeto, os visitantes foram recebidos pelo mascote “Cacauzinho” e puderam participar de oficinas que mostraram o processo desde a amêndoa até a produção do chocolate (saboreando este que é conhecido como o “alimento dos deuses”) e esclarecer dúvidas sobre o projeto com especialistas do Grupo Técnico de Cacau da CATI.

Durante a Feira, também foi lançado o Documento Técnico 137 “Cenário atual da cacauicultura paulista e estratégias para expansão sustentável”, publicação que passa a integrar o portfólio da instituição, que mantém mais de mil títulos, e que já está disponível para download gratuito no site da CATI.

https://storage.googleapis.com/saa-repositorio/prd/saa-sites/cati/documentos/DT-137-Cacau-SP-3_2026.pdf

Projeto Frutas Vermelhas SP

 A CATI apresenta para os produtores, na Agrishow, o Projeto Frutas Vermelhas SP

Já no espaço do Projeto Frutas Vermelhas SP, os especialistas técnicos da CATI Regional Campinas, responsável pela execução e desenvolvimento em todo o território paulista, apresentaram as principais ações técnicas realizadas até o momento e esclareceram dúvidas de produtores e interessados em iniciar nas culturas de amora, mirtilo e framboesa, englobadas pelo projeto.

Por meio desse projeto, que está sendo desenvolvido para aprimorar a cadeia produtiva das frutas vermelhas, ampliando a área cultivada e a qualidade das frutas, a CATI tem difundido inovação, com tecnologia e variedades adaptadas para climas mais quentes, abrindo novas fronteiras para o cultivo dessas frutas de clima temperado em diversas regiões do estado, ao mesmo tempo em que disponibiliza mais uma opção rentável para os produtores rurais paulistas.

Atualmente, o projeto conta com o envolvimento de 10 Regionais da CATI e 47 produtores, incluindo a instalação de Unidades de Adaptação de Tecnologia e Unidades Demonstrativas. Além disso, já ultrapassou as fronteiras paulistas, por meio de termo de cooperação técnica assinado entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e a Secretaria de Estado de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal.

Outro ponto alto para os visitantes foi o lançamento da Instrução Prática 281 “Frutas Vermelhas – Cor, Sabor e Saúde”, que já está disponível para download gratuito, no site da CATI. 

https://storage.googleapis.com/saa-repositorio/prd/saa-sites/cati/documentos/IP-281-Frutas-Vermelhas.pdf

Projeto CATI Leite

Os produtores e visitantes do estande da CATI tiveram uma surpresa nesta edição. No espaço dedicado ao Projeto CATI Leite, foram recebidos pela mascote do projeto: a  Catiana!

E todos foram unânimes: a Catiana, uma réplica fiel de uma vaca de leite, conquistou os corações e motivou muitos a obterem mais informações junto a especialistas do Grupo Técnico de Bovinocultura de Leite sobre o projeto que, mais que levar tecnologia para aumentar a qualidade, a produtividade, a rentabilidade e a gestão nas propriedades leiteiras paulistas, além de melhoramento genético e conforto animal, principalmente em pequenas áreas, tem transformado vidas no campo.

De solicitações para levá-la para “passear” em outros eventos, levar a metodologia do Projeto CATI Leite para pastagens além das fronteiras do território paulista e encantar crianças e adultos, com lembranças emotivas, a Catiana também incentivou estudantes a querer aprofundar conhecimentos sobre os trabalhos da extensão rural paulista na cadeia produtiva do leite.

Uma dessas estudantes foi Giovana Denadai, aluna da graduação em Zootecnia na universidade Estadual Paulista (Unesp), câmpus de Ilha Solteira, que foi ao estande atraída pela mascote. “Eu tenho uma paixão pela área de bovinocultura de leite e não conhecia muito sobre projetos de extensão rural na área em São Paulo. E o CATI Leite me encantou, pois muda a vida de pessoas. Já vou entrar em contato com a responsável pelo Grupo Técnico de Bovinocultura de Leite da CATI, e quem sabe consigo um estágio ou visita técnica?”, comentou enquanto tirava fotos com os colegas da Universidade.

CATI Sementes e Mudas

Outro destaque desta edição foi a atuação da CATI Sementes e Mudas, que evidenciou como a base produtiva começa com qualidade genética, inovação e acesso. Com tecnologias como a Ecopot – que substitui embalagens plásticas por soluções biodegradáveis – e projetos voltados à sanidade e produtividade de culturas como mandioca e batata-doce, a unidade reforça seu papel estratégico no fortalecimento das cadeias produtivas.

A CATI Sementes e Mudas apresenta vitrine tecnológica com materiais produzidos pela CATI

Para o coordenador da CATI Sementes e Mudas, Gerson Cazentini Filho, o impacto da participação na feira foi marcante. “Mais do que falar em números, e eles foram muito expressivos, é preciso destacar a importância do trabalho de extensão rural promovido junto a produtores de diversas partes do país e até de outros países, que puderam conhecer as sementes e mudas produzidas em núcleos de excelência instalados em diversas regiões paulistas”.

 CATI Sementes e Mudas levando suas variedades na Agrishow 2026

Durante os cinco dias da Agrishow, foram comercializadas cerca de 4.000 mudas, sendo as mais vendidas de banana, frutas vermelhas (mirtilo, amora e framboesa), cacau e outras frutíferas comerciais, como manga, abacate e atemoia. “Entre vendas e orientação técnica, nossa equipe fez mais de mil atendimentos no estande. E muitos contatos foram feitos, os quais resultarão em atendimentos e vendas futuras”, celebra Cazentini.

CATI apresenta o AL Vassoura, o Sorgo-vassoura, que propicia aquelas vassouras naturais que usamos em casa

Balanço do Governo de SP na Agrishow

Acesse https://agricultura.sp.gov.br/arquivos/15588 e veja: SP fecha Agrishow com recorde de aporte a produtores rurais e 250 mil hectares regularizados

Sobre a Agrishow 2026

  • A Feira tem alcance internacional, pois reúne mais de 800 marcas expositoras, incluindo grandes potências agrícolas do mundo, e atrai visitantes de dezenas de países.
  • Mobiliza um volume bilionário de negócios, movimentando mais 11 bilhões de reais em intenções de negócios nesta 31.ª edição, consolidando-se como um termômetro econômico do setor.
  • É uma vitrine de tecnologia, por ser um dos principais palcos mundiais para o lançamento de máquinas agrícolas, agricultura de precisão, drones, IA (Inteligência Artificial) e soluções de automação no campo.
  • Tem uma dimensão física que ocupa uma área de mais de 520.000m², sendo frequentemente citada como a maior feira agrícola a céu aberto da América Latina e uma das maiores do mundo.

A seguir, a galeria de imagens:

Cerca de 80% dos atendimentos realizados pela CATI em 2025 envolveram a cadeia produtiva de olericultura nos 12 municípios ligados à Regional

A região de Mogi das Cruzes se destaca no agronegócio paulista por produzir hortaliças com o auxílio da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA-SP). Dos 4.549 atendimentos realizados pela CATI Regional Mogi das Cruzes no ano passado, cerca de 80% correspondem a essa cadeia produtiva.

Segundo o chefe de Divisão da Regional, João Paulo Nikolaus, as cadeias de fruticultura e floricultura também demandam muitos atendimentos da CATI a produtores rurais. “Além de Mogi das Cruzes, nossa Regional responde por Casas da Agricultura de mais 11 cidades paulistas. As três principais cadeias que prestamos serviços de assistência técnica e extensão rural são olericultura, fruticultura e floricultura”, informa Nikolaus.

 “Considerada parte do Cinturão Verde paulistano, nossa Regional é responsável por boa parte da produção de hortaliças que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo e o litoral, com destaque para as produções de alface, repolho, brócolis, couve e cebolinha.  A fruticultura se destaca pela produção de caqui (maior fornecedor da Ceagesp – Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), nêspera, atemoia e goiaba. E a floricultura se destaca pela produção de orquídeas, principalmente das espécies Cymbidium e Phalaenopsis”, comenta.

Ainda de acordo com o chefe de Divisão, essas três cadeias produtivas possuem grande relevância na Regional Mogi das Cruzes, apresentando a maior contribuição no produto interno bruto (PIB) agropecuário: R$ 1,6 bilhão. “Tais cadeias demandam serviços de assistência técnica para melhora da eficiência dos processos produtivos (análises de solo, orientações no controle de doenças e pragas, manejo hídrico, Protocolo de Transição Agroecológica); também são demandados serviços relacionados ao acesso a políticas públicas, como crédito rural, programas de aquisição de alimentos, regularização ambiental e organização rural (cooperativismo e associativismo)”, ressalta Nikolaus.

Menos tradicionais

Além das hortaliças citadas anteriormente, legado tradicional da colonização japonesa da região – importante para o desenvolvimento agrícola –, algumas novidades vêm se destacando para atender à demanda do mercado consumidor. “Atualmente, as ‘baby lief’ (pequenos vegetais ou brotos) estão sendo cultivadas para utilização em alta gastronomia, visando à ornamentação de pratos e propiciando sabores únicos. Outra cultura que vem ganhando escala, em decorrência da colonização japonesa e dos novos hábitos alimentares, é a soja verde, também conhecida como ‘edamame’, que é rica em proteína e atende consumidores com restrições à proteína animal. A região ainda possui destaque na produção de temperos e ervas, sendo responsável por cerca de 90% do volume comercializado na Ceagesp”, complementa Nikolaus.

Para o diretor da CATI, Ricardo Pereira, a SAA-SP atua como a ponte entre a tradição e o novo potencial da região. “Estamos atentos ao movimento dos produtores e às novas exigências do mercado. Nosso compromisso é fortalecer as culturas que já são o coração econômico da Regional Mogi das Cruzes, bem como dar o suporte técnico necessário para que as cadeias produtivas menos tradicionais se tornem realidades lucrativas”, destaca Pereira.

Os municípios atendidos pela Regional são: Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano.

Em um passo decisivo para elevar a precisão das informações que orientam políticas públicas e o planejamento agrícola regional, a CATI Regional Ourinhos reuniu técnicos municipais em um treinamento estratégico conduzido por especialistas do Instituto de Economia Agrícola (IEA), ambos órgãos da Secreatria de Agricultura e Abastecimento

A CATI Regional Ourinhos realizou um treinamento especializado com o Instituto de Economia Agrícola para aprimorar os levantamentos de safra, subjetivo e preços correntes realizados nos municípios da região. A capacitação reuniu técnicos das Casas da Agricultura e marcou mais um avanço na qualificação dos dados que servem de base para decisões públicas e privadas no setor agropecuário paulista.

Conduzido pelos pesquisadores do IEA, Celso Vegro e Celma da Silva Lago Baptistella, o treinamento abordou metodologias e orientações essenciais para melhorar a coleta e interpretação das informações agrícolas. Na ocasião, Vegro destacou o protagonismo da CATI nesse processo. “A confiabilidade dos dados depende do trabalho dos técnicos da CATI. Nós confiamos apenas nos dados levantados pela instituição”, afirmou.

Sérgio Tambara, chefe da CATI Regional Ourinhos, reforçou o impacto direto dos levantamentos no cotidiano dos municípios. “Essas informações são fundamentais para subsidiar políticas públicas, definir impostos e orientar decisões de gestão”, comentou.

Para Alfredo Ferrari, especialista agropecuário da CATI Regional Ourinhos, o papel dos técnicos municipais é decisivo na qualidade das informações geradas. “Dependemos muito do trabalho dos técnicos nos municípios, especialmente porque nem todas as Casas da Agricultura contam com servidores próprios. Além disso, o momento é favorável, com novas equipes nas Secretarias Municipais de Agricultura”, ressaltou.

O encontro encerrou o ciclo de treinamentos de 2025 da CATI Regional Ourinhos, ano em que temas como Projetos CATI, Município Agro, Combate a Incêndios, SISP Artesanal e Compras Públicas para Agricultura Familiar foram trabalhados junto aos municípios. Para 2026, o primeiro treinamento agendado abordará o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Com iniciativas contínuas de capacitação, a CATI Regional Ourinhos reafirma seu compromisso com a qualidade dos levantamentos agrícolas e o fortalecimento da gestão rural no estado de São Paulo.

Desde 2022, a família de produtores rurais recebe acompanhamento da CATI, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo, dentro do Programa CATI Leite

Em Itapetininga, no sudoeste do estado de São Paulo, o casal de produtores rurais José Geraldo Soares Júnior e Fátima de Medeiros Soares tem visto seu rebanho leiteiro prosperar e sua rentabilidade aumentar com o CATI Leite. A rotina na propriedade, onde vivem com seus dois filhos, é dividida entre o cuidado com a produção de leite e outros animais e tarefas.

Atendidos pela zootecnista Ana Paula Roque, da CATI Regional Itapetininga, José e Fátima acolhem as orientações técnicas e o acompanhamento do CATI Leite, desde 2022, quando se mudaram para a atual propriedade de seis hectares, menor do que a anterior, que tinha 20 hectares, e sentiram necessidade de otimizar seu trabalho e seus ganhos.

Abaixo, assista ao vídeo desta reportagem:

“Somos produtores de leite, mas não tecnificados. Procuramos acompanhamento para melhorar nossa condição de vida e de produção”, conta Geraldo. Ali, foram implantados controles zootécnicos e financeiros. O planejamento das atividades foi feito desde o início do atendimento na propriedade, de acordo com Ana Paula. “Fizemos amostragem de solo, correções de calagem e adubação, tanto nas áreas em que seriam implantados os pastos rotacionados quanto nas áreas de produção de milho para silagem”, comenta.

Ana frisa que, entre as vantagens do sistema rotacionado, está a facilidade do manejo pela própria família. “Isso libera mão de obra da família para outras atividades dentro da propriedade”, diz.

Se na atual área a produção leiteira chega a 320 litros ao dia, com 19 animais em ordenha, na propriedade anterior, a família produzia 120 litros; um aumento de mais de 150%, que se refletiu de forma positiva também financeiramente.

Com mais produtividade e retorno financeiro, a família já investiu na melhoria das instalações e em novos implementos, estruturando seu negócio e deixando um legado para as próximas gerações. “Eu queria que meus filhos continuassem. Se os dois não ficarem, pelo menos um. Porque nós já somos filhos de produtor. Eu já sou neta de produtor de leite e gosto do que faço”, encerra Fátima.

Sobre o CATI Leite

O programa fortalece a cadeia produtiva do leite em São Paulo, oferecendo orientação técnica, capacitação e incentivo à adoção de Boas Práticas de manejo, nutrição e sanidade animal. A iniciativa busca aumentar a produtividade, a qualidade do leite e a renda dos produtores, ao mesmo tempo em que promove sistemas de produção mais sustentáveis e competitivos. Técnicos e extensionistas rurais da Diretoria de Assistência Técnica Integral, a CATI, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, conduzem as orientações e o acompanhamento de forma gratuita para o produtor rural.

Para mais informações, o produtor deve procurar a Casa da Agricultura ou a Regional da CATI mais próxima.

CATI receberá inscrições e amostras de produtores paulistas até 3 de outubro

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo está com inscrições abertas para a 24.ª edição do Concurso Estadual “Qualidade do Café de São Paulo”. Para concorrer, cafeicultores paulistas têm até 3 de outubro para entregar suas amostras e confirmar participação nas Casas da Agricultura ou Regionais da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) mais próximas.

É possível participar com apenas uma amostra em cada umas destas cinco categorias:

  1. Coffea arabica – Convencional – preparado por via seca (café natural);
  2. Coffea arabica – Convencional – preparado por via úmida (café-cereja descascado e/ou despolpado);
  3. Coffea arabica – Convencional – preparado via fermentação induzida (café fermentado);
  4. Coffea arabica – Orgânico – independente da via de processamento;
  5. Coffea canephora (conilon/robusta) – preparado por via seca (café natural).

A SAA informa que a inscrição é isenta de taxas e que o concurso visa valorizar produtos de excelência, que vêm sendo cultivados neste ano-safra. Ainda de acordo com a pasta, os 10 primeiros cafeicultores de cada modalidade receberão certificado e terão um reconhecimento especial pela participação.

 A prova dos cafés deve ser feita até 26 de outubro e a cerimônia de premiação será realizada em 18 de novembro de 2025.

Serviço

24.º Concurso Estadual “Qualidade do Café de São Paulo”

Modalidades: natural, cereja descascado, fermentado, orgânico e canephora.

Inscrições: até 3 de outubro, com preenchimento de formulário nas Casas da Agricultura ou Regionais da CATI.

Entrega das amostras: até 3 de outubro, também em Casas da Agricultura ou Regionais da CATI.

Prova dos cafés: até 26 de outubro.

Premiação: 18 de novembro.

Regulamento: https://bit.ly/4lu5TmB

Uma abençoada e doce ação! Assim pode ser definida a entrega de chocolates fabricados pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), com amêndoas doadas por produtores que recebem acompanhamento técnico da CATI, no âmbito do Programa Cacau SP.

Os chocolates entregues no Lar São João – entidade social referência no cuidado de idosos na região e localizada em José Bonifácio, com mais de 100 internos beneficiários – foram elaborados pela técnica Maria Angélica Razze de Carvalho e membros da equipe do Ital, com amêndoas doadas pelas produtoras Simone Caldeira, Ditinha Gumieiro e Juscilene Persegil, em propriedades acompanhadas pela equipe técnica do Cacau SP, em especial pelos engenheiros agrônomos Fioravante Stucchi Neto, da Casa da Agricultura de Adolfo, e Eusébio Osvaldo Persegil, da Casa da Agricultura local, unidades ligadas à CATI Regional São José do Rio Preto.

Entre os internos, os chocolates foram recebidos com alegria e aprovação do sabor e da qualidade. “Para nós do Cacau SP, que iniciamos os trabalhos há uma década, com alguns parceiros e produtores que acreditaram em uma ideia que parecia loucura para muitos, a de plantar cacau em São Paulo – zona não tradicional de cultivo e em sistema de produção integrada com outras culturas, como a seringueira e a banana -, é uma grande alegria poder entregar chocolate genuinamente paulista a pessoas com uma vasta história de vida. E como extensionistas da CATI, que no dia a dia trabalhamos para o desenvolvimento rural sustentável, de forma ampla no cuidar das pessoas e do meio ambiente, com geração de renda, emprego e qualidade de vida no campo e na cidade, é uma satisfação difícil de traduzir em palavras. E tudo isso na Páscoa, período símbolo de renovação da vida, como acreditamos que é o Programa Cacau SP: uma renovação de novas oportunidades para os agricultores paulistas”, avalia Stucchi Neto.

Com o objetivo de fortalecer a parceria com os municípios pertencentes à área de abrangência da CATI Regional Jales e levar ao conhecimento dos representantes municipais as ações e os projetos da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA), desenvolvidos pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), foram convidados os secretários(as) municipais de Agricultura e diretores(as) de Departamento de Agricultura para uma reunião na sede da Regional no dia 14 de fevereiro. Participaram conjuntamente os técnicos municipais conveniados nas Casas da Agricultura.

   

Para o médico-veterinário Luciano Martines, diretor técnico da Regional Jales, a reunião possibilitou levar ao conhecimento dos novos secretários e diretores as ações que a CATI realiza para os produtores rurais e os convênios firmados entre a SAA, a CATI e as prefeituras, que têm como finalidade principal o atendimento às demandas do setor agropecuário.

Na abertura, Martines apresentou a estrutura da SAA e da CATI, destacando a capilaridade de atuação, com a presença das Casas da Agricultura nos municípios e os convênios de compartilhamento de bens móveis e imóveis, firmados entre o estado e os municípios. Falou também sobre os diferentes convênios de máquinas e implementos recebidos pelas prefeituras e sobre o repasse de recursos no âmbito do Programa Município Agro – Ranking Paulista. Além disso, apresentou exemplos da utilização dos recursos pelos municípios na manutenção de estradas, nas reformas de prédios das Casas da Agricultura e viveiros, bem como na aquisição de implementos agrícolas, mostrando a importância da participação dos municípios e a possibilidade de receber recursos para desenvolver essas e outras ações nos municípios.

Rute Bernardo, socióloga da CATI Regional Jales, falou sobre a adesão dos municípios ao Sistema Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (Sedrus), no ciclo 2024/2025, e as atribuições dos interlocutores, reforçando a participação de todos e a atuação conjunta dos diferentes setores das prefeituras na promoção das atividades elencadas nas 10 Diretivas do Programa Município Agro.

“A reunião foi muito produtiva e os participantes demostraram interesse nas referidas ações, se colocando à disposição para estreitarem parceria com a CATI e participar efetivamente nos programas, nos projetos e nas ações desenvolvidos”, conclui Martines.

Participantes

Participaram da reunião os seguintes diretores/secretários municipais de Agricultura:

  • Fábio Marcelino Rodrigues, de Aparecida d’Oeste;
  • Nilson Matsumori, de Aspásia;
  • Vanilda Inácio Bonfim Rainho, de Dirce Reis;
  • Cássio Guilherme de Carvalho Golveia, de Dolcinópolis;
  • Ademir Balero Molina, de Jales;
  • Naiara Martins, de Marinópolis;
  • Sérgio Yoshimi Nishimoto, de Mesópolis;
  • Luiz Ricardo de Toledo Barbieri, de Palmeira d’Oeste;
  • Cícera Simone de Brito Cardoso, de Paranapuã;
  • Flavia Aparecida Pagani, de Pontalinda;
  • Alexandre Augusto Rodrigues, de Rubineia;
  • Vanderlei Roberto da Silva Junior, de Santa Albertina;
  • Marcos Ferreira Lourenço, de Santa Clara d’Oeste;
  • Edilson César Farinha, de Santa Salete;
  • Ana Caroline de Souza, de Santana da Ponte Pensa;
  • Carlos Mauricio Martins, de Urânia;
  • José Marcos Crippa, de Vitória Brasil.

Representando o município de Nova Canaã Paulista, esteve presente o engenheiro agrônomo Alexandre de Oliveira Marques; representando o secretário Ortêncio Vieira Ramos Sobrinho, de Santa Fé do Sul, esteve presente o médico-veterinário Jéferson de Oliveira Mendonça; e representando o secretário Sérgio Vicensoti, de Santa Rita d’Oeste, esteve presente a engenheira agrônoma Joyce Vitti.

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