Sanidade da lima ácida Tahiti: Secretaria de Agricultura e entidades públicas e privadas se unem em prol da exportação
A lima ácida Tahiti, popularmente conhecida como limão tahiti, é uma fruta de importância econômica e social no parque citrícola paulista – São Paulo é o maior produtor e exportador da fruta no Brasil, que ocupa o segundo lugar no ranking mundial –, especialmente nas regiões de Mogi Mirim, Catanduva e Jales.
Nesse contexto, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) e Defesa Agropecuária (CDA), em parceria com a Associação Brasileira de Citros de Mesa (ABCM), o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), prefeituras e sindicatos rurais, realizou eventos simultâneos nas cidades de Mogi Mirim, Itajobi (região de Catanduva) e Palmeira d’Oeste, visando conscientizar produtores rurais e representantes de toda a cadeia produtiva sobre a importância da adoção de Boas Práticas Agropecuárias e Sanitárias, para garantir a continuidade (região de Jales) das exportações, principalmente para a União Europeia, maior mercado importador da lima ácida brasileira.
Segundo as entidades envolvidas na organização do workshop “Fitossanidade de lima ácida Tahiti”, o cancro cítrico é o maior problema sanitário encontrado nas frutas exportadas para a União Europeia, que é uma região livre da doença e não quer permitir a entrada em seu parque citrícola.
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