Gerson Cazentini Filho, coordenador da CATI Sementes e Mudas, foi o premiado pela Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (AEASP), na 53.ª edição da Cerimônia Deusa Ceres, tradicional solenidade que homenageia os destaques da Agronomia nas áreas da Ação Ambiental, Assistência Técnica e Extensão Rural, Defesa Agropecuária, Ensino, Iniciativa Privada e Pesquisa, reconhecendo também profissionais do setor, instituições e empresas que contribuem para o desenvolvimento sustentável e fortalecimento do agronegócio

Na cerimônia realizada com auditório lotado, na sede do Instituto Agronômico (IAC), em Campinas, e criada para valorizar profissionais e instituições que deixam um legado na agropecuária paulista, a qual leva o nome da Deusa Ceres, que simboliza fertilidade, prosperidade e o compromisso com o futuro do campo, Cazentini Filho demonstrou toda a sua alegria em receber a Medalha Fernando Costa, na Categoria Assistência Técnica e Extensão Rural, outorgada aos destaques nas áreas da Ação Ambiental, Assistência Técnica e Extensão Rural, Defesa Agropecuária, Ensino, Iniciativa Privada e Pesquisa na Categoria Assistência Técnica e Extensão Rural.
“É uma alegria e uma honra ter sido indicado por tantos colegas e poder receber esta homenagem, que não é só minha, mas de todos os engenheiros agrônomos da CATI, que é a nossa casa, onde desenvolvemos mais que um trabalho, desenvolvemos uma missão, pois tudo que é feito com amor não é trabalho. Tudo que sou como profissional da Agronomia e extensionista rural tem sido construído, há mais de 30 anos, na escola chamada CATI”, declarou emocionado Cazentini, contando um pouco de sua vida, sua trajetória profissional e o trabalho diário junto aos produtores rurais.

Para o diretor da CATI, Ricardo Domingos Luiz Pereira, o agrônomo premiado personifica o espírito da instituição e da extensão rural. “Além de um excelente profissional, o Gerson é um grande amigo e um catiano que honra a extensão rural, pois caminha lado a lado com o produtor rural todos os dias. E sempre disposto e aberto a transferir conhecimento e apoiar os colegas na missão que é o trabalho da CATI”, comentou Pereira, parabenizando a todos os premiados. “Valorizar esses profissionais é também preservar o futuro do agro e o fortalecimento dos produtores rurais”.

Da esq. para a dir., o diretor da CATI, Ricardo Pereira; o presidente da Agroesp, Victor Branco de Araújo; os engenheiros agrônomos Celso Roberto Panzani, Fernando Alves dos Santos e Marcos Augusto Franco Júnior, da CATI Sementes e Mudas, celebraram a premiação do eng. agr. Gerson Cazentini.
Um pouco sobre o homenageado

Nascido em Ribeirão Preto (SP), onde residiu até 1982, quando saiu para estudar Agronomia em Paraguaçu Paulista, local em que se formou engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista (ESAPP) em 1985.
Gerson é servidor público da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, atuando na Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), ingressando como efetivo no concurso realizado em setembro de 1991 no município de Paulo de Faria.
Iniciou sua carreira atuando como engenheiro agrônomo da Prefeitura Municipal de Pontes Gestal, por meio de convênio com a Secretaria de Agricultura e Abstecimento, entre os anos de 1987 e 1991, em trabalhos de assistência técnica e extensão rural aos produtores do município, na cultura do algodão e, principalmente, no Manejo Integrado de Pragas (MIP). Ainda em 1991, ingressou como servidor público da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, atuando na CATI, após realização de concurso, passando a atuar no município de Paulo de Faria.
A convite, em 1996, atuou no Centro de Testes e Avaliação e Divulgação (Cetadi) do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes – DSMM (atual CATI Sementes e Mudas), lotado no Núcleo de Produção de Sementes de São José do Rio Preto, onde trabalhou entre os anos de 1996 e 1998. Após esse período, passou a atuar na Casa da Agricultura de Cardoso, entre 1998 e 2008, desenvolvolvendo ações principalmente na área de agricultura irrigada, orientando e regularizando a implantação de pivôs centrais. Participou também da introdução do plantio direto na palha e o desenvolvimento da cultura da soja na região, onde se especializou nas culturas de cereais irrigados de alta produção.
Transferiu-se, também a convite, para o Núcleo de Produção de Sementes de Fernandópolis, onde atuou, entre 2008 e 2016, na produção de sementes de feijão e sorgo, assumindo a direção da unidade, em 2012.
Em 2016, foi designado como diretor do Centro de Produção de Sementes (CPS) na sede do DSMM, em Campinas, onde, até 2020, planejou e acompanhou os campos de produção de sementes dos Núcleos do Departamento e da Fazenda Ataliba Leonel, realizando vários trabalhos de desenvolvimento e reorganização das unidades.
A partir de 2021 (até o momento), assumiu a Diretoria Geral do DSMM, o qual foi reorganizado e modernizado, passando a ser denominado CATI Sementes e Mudas, unidade que recentemente se tornou uma coordenadoria da CATI. Participa dos trabalhos de Ater, organização de produtores, experimentação agrícola, organização de cursos, palestras, Dias de Campo, acompanhamento da produção, distribuição e venda de sementes e mudas junto às Casas da Agricultura, bem como participa de programas especiais da CATI e do Governo do Estado, produzindo insumos estratégicos e prestando suporte técnico como facilitador e orientação aos extensionistas da CATI. Participou de 16 publicações de resultados de testes regionais realizados pela CATI em todo estado, sendo membro da Comissão Técnica de Grãos da CATI.
