Secretaria de
Agricultura e Abastecimento
Diretoria de Assistência Técnica Integral - CATI

Dia do Extensionista Rural – 6/12: CATI celebra seu time, que há 58 anos é agente de transformação social, econômica e ambiental no agro paulista

Dia do Extensionista Rural – 6/12: CATI celebra seu time, que há 58 anos é agente de transformação social, econômica e ambiental no agro paulista

Celebrado em todo o Brasil, o Dia do Extensionista Rural é comemorado em 6 de dezembro, tendo como marco a criação da primeira instituição de Extensão Rural do País em 1948

“Ser extensionista é vestir a camisa do produtor, compartilhar e ter empatia com as dificuldades por ele enfrentadas na labuta diária do campo. É aprender com ele e não só ensinar. É ter sensibilidade para transferir conhecimentos sofisticados e torná-los rotineiros, bem como traduzir soluções complexas de problemas em execuções simples. Ser extensionista é deixar de lado muitas vezes a Veterinária, a Agronomia, a Zootecnia etc. e ser administrador de empresas, psicólogo, assistente social, professor; sabendo ouvir e aconselhar. É deixar muitas vezes de ser técnico para ser amigo. E ir além, pois a extensão rural é um serviço para quem ama o próximo e quer vê-lo crescer, melhorar e se desenvolver em harmonia com o ambiente em que está inserido. Enfim, é ser parceiro dos homens e mulheres do campo, compromissado com a transformação de vidas!”

Assim pode ser definido o que é ser extensionista rural, que, mais que uma profissão, é um serviço que agrega profissionais de diversas áreas, como engenheiros agrônomos e agrícolas, médicos-veterinários, zootecnistas, entre outros, para atuar junto aos produtores − principalmente os pequenos, os pescadores artesanais e os de comunidades tradicionais − na promoção do desenvolvimento rural sustentável. E essa declaração ecoa o que os quase mil extensionsionistas (áreas técnica e administrativa) da CATI – dos quais, grande parte atua diretamente no campo e nas Casas da Agricultura – consolidam em ações diárias junto a aproximadamente 360 mil propriedades rurais paulistas de agricultores familiares e de pequeno e médio portes.

Para Ricardo Domingos Luiz Pereira,diretor da CATI, o serviço de extensão rural tem como premissa ser um agente de transformação. “Como extensionistas, temos uma missão que vai muito além dos números e dados superlativos do agro paulista. Como extensionistas da CATI, temos a missão de ser esteio de homens e mulheres que há gerações dedicam suas vidas e o suor dos seus rostos para que o alimento chegue a nossa mesa, colocando-os como protagonistas da sua história, que impulsiona a economia com sustentabilidade social e ambiental, bem como gera frutos para toda a sociedade, com a produção de energia, conservação do solo e da água e produtos que são base para todo um complexo industrial essencial”.

Há alguns anos, o profissional de extensão rural vem passando por mudanças que pediram novas habilidades e metodologias de intervenção, necessidade de ações interinstitucionais e parcerias público-privadas, abordagens transdisciplinares, novo enfoque de comunicação, criatividade, gestão, inserção no mercado, entre outras. No âmbito da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, têm sido agregadas ferramentas que permitem aos extensionistas estar em sintonia com essas transformações, podendo atender às demandas dos produtores, especialmente dos familiares, e de toda cadeia do agronegócio. “Nesse contexto, é essencial destacar a importância da equipe administrativa para o sucesso do trabalho extensionista no campo”, afirma Ricardo, salientando que este cenário promoveu um resgate do verdadeiro papel do extensionista que, muito mais que difusor de tecnologia, é um articulador de mudanças na comunidade rural as quais se refletem no meio urbano. Diante desta nova realidade, é possível afirmar que o profissional de extensão rural consolidou sua relação de confiabilidade com os produtores de forma criativa, visando ajudá-los a alcançar um melhor nível econômico e social, com mais qualidade de vida. “Como resultado desse trabalho, pode-se dizer que, em São Paulo, hoje, há mais sustentabilidade, inclusão social, agregação de valor, cidadania, gestão, emprego, renda, qualidade de vida, segurança alimentar, Boas Práticas Agropecuárias e inserção da produção familiar no mercado, bem como conservação do solo e dos recursos naturais no campo”, celebra Pereira.

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