Secretaria de
Agricultura e Abastecimento
Diretoria de Assistência Técnica Integral - CATI

Cultura do Tomate é tema de Dia de Campo realizado pela CATI em Paranapuã

Cultura do Tomate é tema de Dia de Campo realizado pela CATI em Paranapuã

Cultura do Tomate é tema de Dia de Campo realizado pela CATI em Paranapuã

A olericultura é uma das principais atividades econômicas dos municípios abrangidos pela área de atuação da Coordenadoria de Assistência Técnica integral (CATI) Regional Jales. E em Paranapuã − cidade com pouco mais de quatro mil habitantes e que tem na agropecuária uma das bases da economia −, a cultura do tomate é uma das mais que cresce. 

Diante do fato de que o município é um dos principais produtores de tomate envarado no noroeste paulista, com uma produção em mais de 100 hectares e relevante impacto social e econômico, a Casa da Agricultura local organizou um Dia de Campo sobre a cultura, para atualizar conhecimentos e tecnologias de produção para produtores e extensionistas da CATI de várias Regionais onde a cultura tem destaque.

 

 

“Esta ação, que realizamos há alguns anos, consta entre as atividades previstas no Projeto de Olericultura desenvolvido pela Regional de Jales. No nosso município, que conta com a maior área de produção a céu aberto, mas também tem produção em estufas, os produtores combinam práticas criando um ambiente ideal para a produção do fruto como o uso do mulching – lona plástica que recobre a superfície do solo que ajuda a conservar a umidade, a controlar o crescimento de plantas infestantes, evita a erosão e não deixa os frutos em contato com o solo − e da fertirrigação, técnica que envolve a aplicação de fertilizantes solúveis na água de irrigação, permitindo uma distribuição precisa dos nutrientes diretamente nas raízes das plantas, de forma contínua, por meio de sistema de gotejamento”, explica a organizadora do evento, Márcia Rosana Fugita Bois, engenheira agrônoma responsável pela Casa da Agricultura.

 

 

Márcia acrescenta que os produtores também têm adotado a técnica de enxertia das plantas, a qual possibilita a obtenção de plantas mais saudáveis e produtivas, mesmo em cultivos sucessivos. “Essa técnica é recomendada, pois evita o aumento de fungos do solo, nematoides e bactérias”.

Para o engenheiro agrônomo Gilberto Jose Batista Pelinson, responsável pelo Projeto de Olericultura na Regional, que colaborou com a organização do evento e acompanha as atividades no município, a integração dessas tecnologias favorece o bom resultado obtido pelos produtores de tomate nos últimos anos.

Sobre a enxertia, Lúcio Soares, produtor rural com experiência de muitos anos na atividade, relata que a opção pelas mudas enxertadas com o acompanhamento técnico da CATI se mostrou uma decisão acertada. “Elas são mais resistentes a doenças e pragas, têm uma melhor produtividade e qualidade dos frutos, vigor e o retorno do investimento é compensador”.

 

 

 

Programação

Entre as atividades programadas, tiveram destaque as palestras “Tomate: manejo para altas produtividades”, proferida pelo eng. agr. Joacir Garcia Franco Junior, e “Licenciamento ambiental rural para empreendimentos de pequeno porte”, ministrada pelo eng. agr. Fernando Jesus Carmo, da CATI Regional Jales.

Para a realização do evento, a Casa da Agricultura contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Paranapuã e de parceiros.

 

 

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