Sementes e mudas produzidas Departamento de Sementes e Mudas, da Secretaria são apresentadas na Agrishow

Postado em: 27/04/2016 ás 18:52 | Por: Comunicação SAA

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento apresentou o potencial das sementes produzidas e comercializadas pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, por meio do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes

Uma equipe começou a trabalhar bem antes do início da Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação – Agrishow para oferecer aos visitantes uma demonstração do potencial das sementes produzidas e comercializadas pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM) da  Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati). Em área no estande da Secretaria foram feitos, em meados de fevereiro, os plantios de milho, sorgo, girassol e nabo forrageiro. Durante a realização da Feira, que vai até sexta-feira, dia 29, essas plantas chamam a atenção de quem passa pelo espaço.

Geraldo Geraldi Junior, engenheiro agrônomo da Secretaria, que atua no DSMM, explica que o preparo da terra e plantio foi iniciado em fevereiro para que neste momento todos os materiais apresentassem a sua pujança. O agrônomo é um dos plantonistas que estão à disposição dos visitantes para prestar esclarecimentos e tirar dúvidas durante a Agrishow.

Geraldo Geraldi fica lotado em Ribeirão Preto, mas conhece bem o trabalho desenvolvido ao longo dos anos pelo Departamento de Sementes e Mudas em todo o Estado de São Paulo, em especial na Fazenda Ataliba Leonel, sediada no município de Manduri, onde são feitos os melhoramentos dos materiais. Geraldo conta que a Cati foi pioneira no lançamento dos milhos variedade, que têm baixo custo e rusticidade. “A Secretaria passou a oferecer, por meio da Coordenadoria, um material com ótima relação custo x benefício para o agricultor familiar ou de propriedades pequenas e médias. Mas, essas são sementes também necessárias para aqueles que cultivam milhos híbridos, transgênicos, materiais mais exigentes, em áreas de refúgio como forma de proteção contra pragas”, afirma o técnico.

Os milhos variedade AL-Piratininga e AL-Avaré são os carros-chefes em vendas. Estes e outros chegam a ser encontrados em cerca de 800 mil hectares em todo o País, sendo 90% material da Secretaria de Agricultura. Mas, materiais como o sorgo, que têm dupla aptidão (grão e forragem) também têm grande aceitação e podem substituir o milho com o mesmo padrão nutricional. Ricardo Lorenzini, diretor do DSMM/Cati e quem comanda as 21 unidades de produção, 15 de sementes e seis de mudas em todo o Estado, destaca que na Agrishow, o objetivo é realizar uma demonstração. O fato de haver técnicos de plantão ajuda a divulgar o trabalho da instituição na área de assistência técnica e extensão rural. “Também achamos interessante trazer um pouco do trabalho dos bastidores, realizado pelo Laboratório de Sementes, responsável por toda a qualidade e certificação das sementes com a chancela do Governo do Estado, via Secretaria/Cati. A demonstração de como é feita a germinação das sementes sempre chama a atenção dos visitantes que conhecem pouco desse trabalho que é fundamental”, orienta o engenheiro agrônomo Edson Luiz Coutinho, diretor do Laboratório Central, também presente no plantão da Agrishow.

No caso das mudas, a Cati separou cerca de três mil mudas de 50 espécies diferentes para serem demonstradas na Agrishow. Elas não são comercializadas durante a Feira, mas é feito todo um trabalho de divulgação das mudas produzidas pelo DSMM. “A venda é apenas o produto final. Estamos sempre procurando observar e estudar outras espécies, principalmente de frutíferas, para podermos oferecer produtos diferenciados e alternativos. A atemoia é um exemplo desse trabalho; foi introduzida pelo engenheiro agrônomo Takanoli Tokunaga que plantou os primeiros pés no Núcleo de Produção de Mudas de São Bento do Sapucaí (DSMM), e depois se tornou conhecida e apreciada”, conta o engenheiro agrônomo Emmanuel Afonso Souza Moraes, que comanda o Centro de Produção de Mudas. “Hoje em dia, estamos, em parceria com universidades, estudando o comportamento do cambuci, uma fruta que passou a ser mais conhecida ultimamente e caiu no gosto popular. Com isso, estamos dando alternativas, principalmente para o pequeno produtor, que pode ter várias espécies e produzir durante todo o ano”, explica Emmanuel.

De acordo com o técnico, a venda para a merenda escolar também tem contribuído para esse aumento da procura de frutíferas. “Com isso, aproveitamos para realizar a nossa principal função como extensionista porque aproveitamos para repassar aos produtores que nos procuram todas as Boas Práticas de conservação dos recursos naturais e tecnologias e práticas para uma produção sustentável”, explica Emanuel.

Após a Agrishow, quem se interessar em adquirir as mudas e sementes produzidas pelo DSMM deve procurar algum dos Núcleos de Produção ou as Casas da Agricultura locais. Podem, também, entrar em contato com o DSMM pelo e.mail dsmm@cati.sp.gov.br. Mais informações no site da www.cati.sp.gov.br.

 

Por Graça D’auria

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