Secretaria orienta produtores de gado leiteiro sobre a importância da vacinação contra Brucelose

Postado em: 15/10/2015 ás 14:19 | Por: Comunicação SAA

22117172586_b159e71447_zAs ações de vacinação e erradicação da Brucelose foram temas de palestra da Câmara Setorial de Leite que ocorreu nesta terça-feira, 13, na Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, ministrada pelo responsável pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em São Paulo, Gabriel Adrian Sanchez Torres. Foram mostradas as medidas atuais de prevenção da doença e os impactos na cadeia produtiva.

Um dos desafios do setor leiteiro para sua produção é a luta contra a Brucelose, que traz prejuízos ao pecuarista caso seu plantel seja atingido. Segundo o coordenador das Câmaras Setoriais, Alberto Amorim, há uma expectativa para que São Paulo se torne livre da patologia nos próximos anos. “Estamos trabalhando para incrementar as ações na eliminação dos focos. Isso terá um impacto econômico muito grande na produtividade de leite, gerando mais renda”, disse o coordenador.

Na palestra, Gabriel, que é fiscal federal agropecuário e médico veterinário, falou sobre a doença, os procedimentos adotados na vacinação e a situação atual do Estado na luta pela prevenção. “Essa zoonose afeta não só a saúde dos animais e do ser humano, mas também a cadeia, pois prejudica a produção de pecuaristas e indústrias do setor na comercialização e exportação do leite”, citou Gabriel. A Brucelose é contagiosa e a principal forma de se combater é por meio de vacina.

De acordo com a Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), da Secretaria, no primeiro semestre de 2015, a vacinação contra a Brucelose obteve índice de 91,49%, em um total de 520.834 de animais vacinados. Este número foi maior que no segundo semestre de 2014, quando a incidência de vacinação foi de 88,14%, um total de 409.327 fêmeas bovinas e bubalinas, com idade entre três e oito meses.

Para o presidente da Câmara Setorial de Leite, Jorge Rubez, a principal preocupação do setor é a produção, diretamente prejudicada pela doença. “Quando um elo da cadeia é afetado, todos os outros são prejudicados e essa Câmara é importantíssima, pois lida com um dos produtos indispensáveis à mesa das pessoas, que é o leite”, disse o presidente.

A próxima reunião da Câmara está marcada para o dia 24 de novembro.

Por Leonardo Zamperlin e Hélio Filho

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