SÃO PAULO INICIOU VARREDURA EM LARANJAIS

Postado em: 01/04/2003 ás 0:00 | Por: Comunicação SAA

Foi iniciado nesta terça-feira, dia 31 de março, em Bebedouro, o trabalho de varredura nos laranjais paulistas como uma das estratégias de combate à morte súbita dos citros. Segundo o secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Duarte Nogueira, o trabalho será realizado até setembro e todas as cerca de 80 mil propriedades paulistas com plantações de laranja serão vistoriadas. “A varredura começou por Bebedouro para verificarmos se a morte súbita já avançou até essa região, já que bem próximo daqui há focos da doença”, disse.

De acordo com levantamento realizado no final de 2001, a doença da morte súbita foi encontrada em laranjais dos municípios de Colômbia, Altair, Guaraci, Barretos, Nova Granada e Olímpia. Segundo o secretário, “em 90 dias a varredura já deverá apresentar os primeiros resultados e ao final de seis meses será possível ter uma radiografia completa das 211 milhões de pés de laranjas em São Paulo”.

O trabalho de varredura deverá envolver cerca de 3.500 fiscais do Fundecitrus (Fundo de Defesa da Citricultura), 600 profissionais da Defesa Agropecuária e da Cati (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral), órgãos ligados à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. A varredura será iniciada nas demais regiões citrícolas do Estado em eventos regionais realizados nas cidades de Ibitinga, Limeira, São José do Rio Preto e Matão, em quinzenas sucessivas.

A varredura nos pomares foi uma das estratégias de combate à morte súbita formulada pela força-tarefa formada em fevereiro pelas Secretarias de Agricultura dos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná (os maiores produtores de laranja do país), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Fundecitrus, além de representantes de toda a cadeia produtiva.

A morte súbita dos citros leva esse nome pela rapidez com que ataca o pé da fruta. As pesquisas ainda não identificaram o agente causal da praga e, por isso, segundo o secretário, a informação é a melhor forma de combate. “O êxito desse trabalho irá depender da capacidade de mobilização de todo o setor e também da divulgação das informações sobre a doença”, afirmou Nogueira.

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Informações:
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