Produtores destacam a presteza e o bom atendimento que recebem na Casa da Agricultura de Macatuba

Postado em: 06/10/2015 ás 11:34 | Por: erick

CATI_2_Macatuba

A Casa da Agricultura do município de Macatuba merece o nome que tem porque é um lugar onde os produtores rurais se sentem em casa, isso segundo eles mesmos. Desde que abriu suas portas, em 8 agosto de 1960, a unidade sempre recebeu o homem do campo que precisa de informações, orientações e serviços como empréstimo de trator, pedido de financiamentos e compras de sementes – além de um bom papo com a sempre disposta Rita de Cássia Pavani de Andrade, engenheira agrônoma responsável por essa união entre carinho e trabalho.

Vinculada à Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Casa da Agricultura atende macatubenses, como João Vicioni Neto, produtor de soja, milho, feijão e cana-de-açúcar. Ele conhece a presteza do lugar desde pequeno, desde quando seu pai buscava na Casa a solução para os problemas de sua produção. Uma confiança transmitida de geração para geração.

No mês de julho, ele procurou a ajuda de Rita para dar entrada no financiamento de um novo trator pelo Programa Pró-Trator, do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista – o Banco do Agronegócio Familiar (Feap/Banagro) da Secretaria, que oferece ao produtor pagamento em até seis anos e carência de até três anos, mais descontos especiais de até 20% nos preços. O produtor já possui um veículo, mas é muito pequeno, segundo ele, para atender as demandas de suas terras.

Enquanto o novo trator não chega, Vicioni utiliza o que é oferecido pela Casa da Agricultura (mediante agendamento) para poder cultivar sua terra e garantir sua renda. É com carinho e em tom de alegria que produtor fala sobre sua experiência. “É muito bom ter à disposição um maquinário tão importante, pois o trator que tenho um, é muito pequeno e não faz serviço pesado”, explicou João, que já buscou a Casa também para regularização de papeis, auxílio com autorizações e informações sobre como melhorar seu cultivo.

Outro exemplo de relação carinhosa com o lugar é o do produtor Aparecido Montanholi, que há nada menos do que duas décadas utiliza os serviços oferecidos. Ele diz que procura na Casa um maior conhecimento das coisas, como, por exemplo, a forma correta de fazer uma curva de nível, a melhor maneira de controlar uma praga em sua plantação ou a garantia de qualidade oferecida pelas sementes vendidas no local.

Aparecido reconhece a importância de um endereço que reúne vários serviços cruciais para o homem do campo e diz confiar totalmente no pronto atendimento da Casa. Quando surge um problema, ele não titubeia e vai direto para o número 22 da Rua Virgílio Enei. “O que eu não consigo resolver eu procuro a Rita aqui na Casa da Agricultura. O tratamento que eles dão para nós não é 10, é 11”, contou empolgado Aparecido, dizendo ainda que “a Rita é uma mãe para gente”.

A pioneira Rita

Há 29 anos na Casa da Agricultura e 31 anos na Cati, Rita colhe os bons frutos dessa dedicação. Já foi vereadora e presidente da Câmara Municipal do município, além de pioneira ao ser a primeira mulher na Casa da Agricultura de Macatuba. Ela conta que na época produtores estranhavam, mas com o tempo perceberam que passou a somar.

A engenheira agrônoma diz que o mais gratificante em todos esses anos é o relacionamento de amizade com os agricultores e suas famílias. “A extensão rural significa o respeito ao produtor, atender às suas necessidades. Tem que ter comprometimento com o que faz. É fazer com amor”, declarou.

Entre as ações desenvolvidas, está a Campanha de Coleta de Embalagens de Agrotóxicos Vazias entre os meses de maio e junho, em parceria com Instituto Nacional Processamento Embalagens (InPev) e Associação dos Distribuidores de Insumos Agrícolas do Estado de São Paulo (Adiaesp). Foram coletadas 4.735 embalagens só em Macatuba. Os agricultores do município ainda podem contar com uma Patrulha Agrícola sob a responsabilidade da Casa.

Para o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, que é um grande incentivador do pioneirismo e da dedicação ao pequeno e médio produtor paulista, o trabalho realizado por Rita facilita, agrega e prioriza o agricultor, visando o desenvolvimento social e econômico como determina o governador Geraldo Alckmin. “O técnico extensionista é o nosso elo com o homem do campo. É maravilhoso saber que temos uma pessoa que veste a camisa da Secretaria e vai além de suas funções”, declarou.

Por Hélio Filho

Fotos: Comunicação da Cati

Mais informações

Assessoria de Comunicação

Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

(11) 5067-0069

 

Galeria do Flickr

Nenhuma imagem disponível.

Galeria do Site

Nenhum áudio disponível.

Informações:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
(11)5067-0069

Acompanhe a Secretaria: