Cati demonstra na Agrishow 2017 sua produção de sementes com qualidade e respeito ao meio ambiente

Postado em: 02/05/2017 ás 19:01 | Por: Comunicação SAA

Secretaria demonstra ao público presente à Feira, principalmente estudantes, técnicos e produtores rurais, que podem adquirir produtos inteiramente confiáveis, garantidos pelo governo paulistaCom o objetivo de divulgar na Agrishow 2017, em Ribeirão Preto, seu trabalho em oferecer sementes de qualidade ao produtor rural paulista, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo expõe os resultados da produção do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM), da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati). É a oportunidade para demonstrar ao público presente à Feira, principalmente estudantes, técnicos e produtores rurais, que podem adquirir produtos inteiramente confiáveis, garantidos pelo Governo do Estado.

“Essa interação com o público é muito interessante porque eles podem tirar dúvidas, ver de perto o trabalho e a responsabilidade da Cati em oferecer sementes e mudas com padrão de qualidade. Estamos preocupados em dar garantias ao produtor rural que vão além de qualidade. Garantimos que sejam saudáveis, por este motivo todo o tratamento das sementes tem sido feito com produto natural, que não causa danos à saúde ou ao meio ambiente”, argumentou Ricardo Lorenzini, diretor do Departamento, referindo-se à terra diatomácea usada no tratamento de sementes armazenadas.

A Cati demonstra na Agrishow 2017 desde a metodologia de análise de sementes, realizada em laboratório credenciado junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), uso da mesa densimétrica para classificação, até o beneficiamento e tratamento de sementes. “Crianças e adultos se interessam pelo nosso ‘pequeno laboratório’, elas podem observar no microscópio uma semente se transformar em uma plantinha, sentir os aromas e depois olhar os campos em produção”, contou Maria Paula Domene, engenheira agrônoma do Centro de Produção de Sementes (CPS/DSMM).

Tratamento natural

A armazenagem de forma natural, com redução de custo e, mais importante, com respeito ao meio ambiente e ao ser humano, são etapas rigorosamente assistidas para que o produtor rural paulista tenha o melhor para a sua produção no campo. Desde 2014, o DSMM vem utilizando a terra diatomácea no tratamento de suas sementes, um pó de rocha formado por algas, facilmente encontrado em rios e no mar e extraído pelas mineradoras para vários fins.

A terra diatomácea pode ser encontrada no uso diário de qualquer cidadão; ao levantar e escovar os dentes, por exemplo, estamos usando esse pó abrasivo. No caso das sementes, a terra diatomácea serve para realizar um tratamento natural, substituindo o tratamento químico com inseticidas e corantes. O que era feito em três etapas, agora basta uma.

“Isso reduziu o custo, um quilo do produto custa pouco menos de R$ 8 e preserva a saúde de todos aqueles que manipulam as sementes, sejam nossos funcionários, seja o produtor rural”, contou Márcio Mondini, engenheiro agrônomo que utilizou pela primeira vez a terra diatomácea na produção de sementes orgânicas. Posteriormente, o uso desse produto natural, com custo três vezes inferior ao tratamento químico, passou a ser utilizado em todas as sementes produzidas pela Cati.

Na abertura da Agrishow, ao passar pelo estande da Cati, o diretor do DSMM, Ricardo Lorenzini, explicou ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como o produto tem sido utilizado no tratamento das sementes que recebem a chancela da Secretaria da Agricultura e do Governo do Estado: com respeito ao ser humano e à natureza. “O governador Geraldo Alckmin sempre orienta nós da Secretaria de Agricultura a oferecer ao produtor rural paulista novas alternativas para que ele faça uma produção em harmonia com o meio ambiente”, lembrou o secretário Arnaldo Jardim.

Sementes

A Cati plantou em seu espaço na Agrishow os milhos, carros-chefes de produção e venda do DSMM. “Com baixo custo e pouca tecnologia, o produtor rural consegue obter muito bons resultados com os milhos variedade Cati. O AL-Avaré e AL-Piratininga são muito procurados, e para a próxima safra teremos disponíveis mais de 70 mil sacas de 20kg do nosso principal produto, o milho AL-Avaré”, contou Gérson Consentini Filho, engenheiro agrônomo, diretor do Centro de Produção de Sementes do DSMM.

Neste ano, além dos milhos, foi destinado um espaço para demonstração do girassol Catisol, para o sorgo e para o painço, sementes ofertadas pela Coordenadoria na safra 2017/2018. As sementes são produzidas na Fazenda Ataliba Leonel, em Manduri, onde já há também cereais de Inverno sendo cultivados para a produção de sementes, principalmente aveias branca e preta para plantio de Inverno em 2018. “Este ano teremos muita procura pelo nosso milho devido ao fato de se conseguir bons resultados com baixo investimento e pouco uso de tecnologia, sendo ideal para a agricultura familiar”, concluiu o diretor.

Degustação do milho Cativerde

O milho Cativerde está fazendo sucesso na Agrishow sendo oferecido para degustação todos os dias no estande do DSMM - com alta palatibilidade. Quem experimentou pôde conferir estas qualidades do Cativerde, desenvolvido para uso como milho verde, natural, pamonha, curau, além de outras finalidades. O produtor Nelson Migani, acompanhado pelo engenheiro agrônomo Daniel Batista, aprovou o Cativerde. Migani já compra os milhos variedade Cati para a sua propriedade em Biritiba-Mirim. 

A Agrishow 2017 segue com programação ate a próxima sexta-feira, 5 de maio, em Ribeirão Preto, com expectativa de reunir 150 mil visitantes.

 Por Graça D'Áuria

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