{"id":8817,"date":"2025-05-13T16:29:55","date_gmt":"2025-05-13T19:29:55","guid":{"rendered":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/iea\/?p=8817"},"modified":"2025-05-27T16:36:42","modified_gmt":"2025-05-27T19:36:42","slug":"manga-producao-e-comercializacao-de-2020-a-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/iea\/manga-producao-e-comercializacao-de-2020-a-2024\/","title":{"rendered":"Manga: produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de 2020 a 2024"},"content":{"rendered":"\n<p>A manga \u00e9 uma planta origin\u00e1ria do sul e sudeste da \u00c1sia, especialmente da \u00cdndia. Ela&nbsp;\u00e9 considerada a fruta nacional do Paquist\u00e3o, da&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/topics\/5a08f030-710f-4168-acee-67294a90fc75\">\u00cdndia<\/a>&nbsp;e das Filipinas. \u00c9 tamb\u00e9m a \u00e1rvore nacional de Bangladesh. As mangueiras cresceram primeiro na \u00c1sia, mas hoje est\u00e3o presentes em todo o mundo. A mangueira encontrou seu caminho para as col\u00f4nias portuguesas e espanholas da Am\u00e9rica no s\u00e9culo XVII. Atualmente, as mangas s\u00e3o comuns em todo o Caribe, no Brasil e at\u00e9 nos cantos mais quentes das na\u00e7\u00f5es andinas como o Peru<sup>2<\/sup>. \u00c9 uma fruta muito apreciada pelo seu sabor, valor nutricional<sup>3<\/sup>&nbsp;e pela sua versatilidade, podendo ser usada tanto em receitas doces&nbsp;<s>e<\/s>&nbsp;como em salgadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem muitas variedades da manga a n\u00edvel regional. Algumas t\u00eam texturas menos fibrosas, enquanto outras possuem sabores mais doces, c\u00edtricos e at\u00e9 picantes. As mangas crescem rapidamente, t\u00eam tamanho e cor palat\u00e1veis para o consumidor, s\u00e3o resistentes a muitos tipos de fungos e bastante dur\u00e1veis nas prateleiras. Estas caracter\u00edsticas acabaram favorecendo a sua exporta\u00e7\u00e3o para todo o mundo<sup>4<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<p>O principal pa\u00eds produtor de manga em 2022 foi a \u00cdndia, com produ\u00e7\u00e3o de 26,3 milh\u00f5es de toneladas, o que corresponde a 44,5% da produ\u00e7\u00e3o mundial (Tabela 1). Em seguida vem a Indon\u00e9sia, com 4,1 milh\u00f5es de toneladas; China com 3,8 milh\u00f5es de toneladas e Paquist\u00e3o com 2,8 milh\u00f5es toneladas, o que corresponde a 7,0%, 6,4% e 4,7% da produ\u00e7\u00e3o mundial, respectivamente. Esses pa\u00edses foram respons\u00e1veis por 62,6% da produ\u00e7\u00e3o com 37 milh\u00f5es de toneladas. Apesar da manga ter sido importante para Bangladesh e Filipinas, como<sup>&nbsp;<\/sup>j\u00e1 mencionado, atualmente n\u00e3o figuram como principais produtores mundiais, respondendo, em 2022 por 2,5 e 1,2% da produ\u00e7\u00e3o mundial (Tabela 1).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/AIA\/AIA-11-2025F1.JPG\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>O Brasil em 2022 produziu 2,1 milh\u00f5es de toneladas de manga, o que correspondeu a 3,6% da produ\u00e7\u00e3o mundial, ocupando a sexta posi\u00e7\u00e3o entre os pa\u00edses produtores (Tabela 1). Diante dessas informa\u00e7\u00f5es, o objetivo desse artigo \u00e9 quantificar o cen\u00e1rio nacional da fruta e, posteriormente, apresentar informa\u00e7\u00f5es a respeito do Estado de S\u00e3o Paulo com respeito \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, pre\u00e7os m\u00e9dios recebidos pelo produtor rural, dentre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Em2024 o Brasil importou o \u00ednfimo volume de 1,4 toneladas de manga, tendo por principais pa\u00edses Burkina Faso (\u00c1frica) com volume de 900kg atingindo valor FOB de US$ 7.844,00 e China (\u00c1sia) com volume de 500kg e valor FOB de US$2.712,00 o que indica que o Brasil \u00e9 praticamente autossuficiente na produ\u00e7\u00e3o para abastecer o mercado interno e inclusive gerar acr\u00e9scimos na balan\u00e7a comercial, pois, exportou para v\u00e1rios pa\u00edses de diferentes continentes um total de 258,3 mil toneladas, com valor FOB de US$ 349,9 milh\u00f5es. O continente europeu foi o principal destino das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras do produto, atingindo o volume de 200,9 mil toneladas, representando 77,8% do total, com valor FOB de US$267,0 milh\u00f5es. Na sequ\u00eancia, Am\u00e9rica do Norte (17,6%), \u00c1sia (1,3%) e Am\u00e9rica do Sul (2,7%) (Tabela 2)<sup>5<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<p>Este volume comercializado ocorreu principalmente por via mar\u00edtima, cujos principais pa\u00edses de destino da fruta s\u00e3o do continente europeu. Esse meio de transporte n\u00e3o prejudica a manga, pois \u00e9 uma fruta que pode ser colhida antes de atingir a matura\u00e7\u00e3o completa, que ser\u00e1 alcan\u00e7ada antes do ponto de consumo. Isso favorece um maior intervalo de tempo entre a colheita e o consumo (Figura 1).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edsticas, no Brasil, em 2023 foram produzidas 1.758,1 mil toneladas de manga (Tabela 3).&nbsp; Contribu\u00edram para isso 23 estados e o Distrito Federal. Bahia foi o principal produtor, respons\u00e1vel por 40,1% da produ\u00e7\u00e3o, com 704 mil toneladas. Em seguida destacam-se Pernambuco, com 34,2% (601,5 mil toneladas), e S\u00e3o Paulo, que ocupou a terceira posi\u00e7\u00e3o, com 12,1% da produ\u00e7\u00e3o. Esses tr\u00eas estados juntos foram respons\u00e1veis por 86,3% da produ\u00e7\u00e3o nacional da fruta.<\/p>\n\n\n\n<p>O estado com maior produtividade foi Pernambuco, com 33,1 t\/ha, seguido por Sergipe, com 21,5 t\/ha. A Bahia, embora tenha sido o maior produtor, registrou uma produtividade de 21,1 t\/ha (Tabela 3).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/AIA\/AIA-11-2025F2.JPG\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/AIA\/AIA-11-2025F3.JPG\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>No estado de S\u00e3o Paulo, as informa\u00e7\u00f5es sobre os p\u00e9s plantados (novos e em produ\u00e7\u00e3o) e a produ\u00e7\u00e3o de manga foram obtidas a partir dos levantamentos sistem\u00e1ticos de Previs\u00f5es e Estimativas de Safras Paulistas, realizados em conjunto pelo Instituto de Economia Agr\u00edcola (IEA) e pela Coordenadoria de Assist\u00eancia T\u00e9cnica Integral (CATI), \u00f3rg\u00e3os vinculados \u00e0 Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA)<sup>6<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao analisar os dados de 2020 a 2024 observou-se que a evolu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de plantas novas de manga em S\u00e3o Paulo apresentou taxa negativa de 6,4%. A maioria das Regi\u00f5es Administrativas (RA) registrou taxas negativas, com exce\u00e7\u00e3o da RA de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto, que cresceu 8,6% no per\u00edodo. A principal RA foi a Central, com 136 mil p\u00e9s novos, o que correspondeu a 56,4% do total no estado (Tabela 4).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/AIA\/AIA-11-2025F4.JPG\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Os dados sobre p\u00e9s em produ\u00e7\u00e3o desse per\u00edodo apresentaram uma taxa decrescente de 1,9%. Assim como ocorreu com os p\u00e9s novos, praticamente todas as RAs registraram redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero total de p\u00e9s em produ\u00e7\u00e3o, com exce\u00e7\u00e3o da RA Central, que apresentou um crescimento de 2,0%.&nbsp;A principal RA em 2024 foi Ribeir\u00e3o Preto, com 687,4 mil p\u00e9s, representando 32,8% do total. Em seguida, destacaram-se as RAs Central, com 650,6 mil p\u00e9s (31,1%), Barretos com 278,3 mil p\u00e9s (13,3%) e S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto com 157,3 mil p\u00e9s (7,5%) (Tabela 5).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/AIA\/AIA-11-2025F5.JPG\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Em 2024 constatou-se que 75,0% das RAs cultivaram plantas de manga. As RAs de Registro, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, S\u00e3o Paulo e Santos n\u00e3o registraram produ\u00e7\u00e3o de manga nesse ano. Contudo, a maior concentra\u00e7\u00e3o dos pomares deu-se nas RAs Central, que totalizou produ\u00e7\u00e3o de 2,4 milh\u00f5es de toneladas, de Ribeir\u00e3o Preto, com 2,1&nbsp;milh\u00f5es de toneladas, de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto, com 750,7&nbsp;mil toneladas, e de Barretos, com 655,5 mil toneladas. Essas RAs juntas foram respons\u00e1veis por 82,8% do total, com uma produ\u00e7\u00e3o de 5,9 milh\u00f5es de toneladas. A produ\u00e7\u00e3o de manga nesse per\u00edodo apresentou uma queda de 7,7%. (Tabela 6).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/AIA\/AIA-11-2025F6.JPG\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>De todo o panorama apresentado por RAs faz-se o destaque para a RA Central, como uma regi\u00e3o resiliente na cultura da manga, pois apesar do decl\u00ednio desta cultura em n\u00edvel estadual, nesta RA a produ\u00e7\u00e3o de manga apresenta taxa de crescimento positiva al\u00e9m de ser a principal regi\u00e3o produtora do estado. E, mesmo com uma taxa negativa para o per\u00edodo de 2020 a 2024 para p\u00e9s novos, os anos de 2023 e 2024 indicam recupera\u00e7\u00e3o no plantio da manga.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o levantamento de pre\u00e7os realizado pelo IEA, os pre\u00e7os m\u00e9dios recebidos pelos produtores de manga no estado de S\u00e3o Paulo nos \u00faltimos nove anos apresentaram uma taxa de crescimento de 1,6%, indicando uma pequena valoriza\u00e7\u00e3o do produto no per\u00edodo. Os pre\u00e7os foram calculados com base nos valores praticados ao longo dos 12 meses do ano (Figura 3).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/AIA\/AIA-11-2025F7.JPG\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>No ranking dos 50 principais produtos no valor da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria do estado de S\u00e3o Paulo, em 2023, a manga ocupou a 25\u00aa posi\u00e7\u00e3o, com valor de R$489,0 milh\u00f5es. No grupo de frutas frescas, do qual faz parte, a manga ficou na 6\u00aa posi\u00e7\u00e3o no mesmo ano, atr\u00e1s da laranja para mesa, banana, lim\u00e3o, uva para mesa e tangerina<sup>7<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<p>O cultivo da manga se espalha por muitas RAs do estado. Naturalmente, no decorrer do processo produtivo exige-se cuidados e aten\u00e7\u00e3o dos que a produzem, mas \u00e9 a partir da etapa de colheita e p\u00f3s-colheita que a ocupa\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra \u00e9 mais expressiva. Os trabalhadores rurais est\u00e3o presentes desde a colheita manual at\u00e9 o transporte do fruto at\u00e9 as casas de embalagem. Al\u00e9m disso, o trabalho especializado garante a qualidade da fruta, aspecto crucial para a comercializa\u00e7\u00e3o da fruta<sup>8<\/sup>. Enfim, o cultivo da manga tem demonstrado sua import\u00e2ncia econ\u00f4mica e social nas regi\u00f5es onde s\u00e3o produzidas.<\/p>\n\n\n\n<p>A manga tem import\u00e2ncia socioecon\u00f4mica regional, conforme observou-se pela RA Central e expressivos n\u00fameros da balan\u00e7a comercial brasileira. Ressalta-se que o estado de S\u00e3o Paulo possui uma diversidade de frutas frescas, conforme exposto, e a cultura da manga integra esse rol de frutas. Por isso, incentivar sua produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o fortalece a fruticultura paulista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><sup>1<\/sup>Os autores agradecem a Josilene Ferreira Coelho pelas contribui\u00e7\u00f5es auferidas no texto.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>2<\/sup>CAMARGO FILHO, W. P.&nbsp;<em>et al.<\/em>&nbsp;Mercado de manga no Brasil: contexto mundial, variedades e estacionalidade.&nbsp;<strong>Informa\u00e7\u00f5es Econ\u00f4micas<\/strong>, S\u00e3o Paulo, v. 34, n. 5, p. 60-68, maio 2004. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.iea.sp.gov.br\/ftpiea\/ie\/2004\/tec4-0504.pdf. Acesso em: 8 maio 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>3<\/sup>TODA FRUTA.&nbsp;<strong>Manga<\/strong>. Jundia\u00ed: Instituto de Tecnologia de Alimentos \u2013 ITAL, 2024. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.todafruta.com.br\/manga\/#:~:text=Minerais%20%E2%80%93%20C%C3%A1lcio%20%E2%80%93%208%20a%2012,R.P.%20Valor%20nutricional%20de%20frutas. Acesso em: 30 ago. 2024.<sup><\/sup><\/p>\n\n\n\n<p><sup>4<\/sup>TODA FRUTA.&nbsp;<strong>Manga-espada, manga-rosa, manga-tommy, manga-palmer<\/strong>: adapta\u00e7\u00e3o e import\u00e2ncia cultural. Jundia\u00ed: Instituto de Tecnologia de Alimentos \u2013 ITAL, 2024. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.google.com\/search?q=Toda+Fruta+-+Manga. Acesso em: 30 ago. 2024.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>5<\/sup>BRASIL. Minist\u00e9rio da Economia, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os. Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior.&nbsp;<strong>Sistema Comex Stat<\/strong>. Bras\u00edlia: ME: SECEX, 2024. Dispon\u00edvel em: http:\/\/comexstat.mdic.gov.br. Acesso em: 1 abr. 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>6<\/sup>Esses levantamentos s\u00e3o chamados de municipais ou subjetivos, pois consistem da coleta de dados em 645 munic\u00edpios do estado, segundo o conhecimento regional do t\u00e9cnico da CATI.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>7<\/sup>MONTEIRO, A. V. V. M.&nbsp;<em>et al.<\/em>&nbsp;Valor da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria paulista: resultado final 2023.&nbsp;<strong>An\u00e1lises e Indicadores do Agroneg\u00f3cio<\/strong>, S\u00e3o Paulo, v. 19, n. 6, p. 1-9, jun. 2024. Dispon\u00edvel em: http:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/TerTexto.php?codTexto=16214. Acesso em: 24 abr. 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>8<\/sup>CHOUDHURY, M. M.&nbsp;<strong>Colheita e manuseio p\u00f3s-colheita<\/strong>. Bras\u00edlia: Embrapa Informa\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica, [199-?]. Cap. 6. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.infoteca.cnptia.embrapa.br\/infoteca\/bitstream\/doc\/131784\/1\/ColheitaeManuseioPosColheita.pdf. Acesso em: 5 fev. 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave<\/strong>: manga, estado de S\u00e3o Paulo, comercializa\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>COMO CITAR ESTE ARTIGO<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>COELHO, P. J.&nbsp;<em>et al<\/em>. Manga: produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de 2020 a 2024.&nbsp;<strong>An\u00e1lises e Indicadores do Agroneg\u00f3cio<\/strong>, S\u00e3o Paulo, v. 20, n. 5, p. 1-10, maio 2025. Dispon\u00edvel em:&nbsp;colocar o link do artigo. Acesso em:&nbsp;dd mmm. aaaa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Data de Publica\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;13\/05\/2025<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autor(es):<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&lt;br>Paulo Jos\u00e9 Coelho (<a href=\"mailto:pjcoelho@sp.gov.br\">pjcoelho@sp.gov.br<\/a>)\u00a0<a href=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/trabalhos.php?codAutor=47&amp;busca=1\">Consulte outros textos deste autor<\/a><br>&lt;br>Celma Da Silva Lago Baptistella (<a href=\"mailto:csbaptistella@sp.gov.br\">csbaptistella@sp.gov.br<\/a>)\u00a0<a href=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/trabalhos.php?codAutor=14&amp;busca=1\">Consulte outros textos deste autor<\/a><br>&lt;br>Carlos Eduardo Fredo (<a href=\"mailto:cfredo@sp.gov.br\">cfredo@sp.gov.br<\/a>)\u00a0<a href=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/trabalhos.php?codAutor=83&amp;busca=1\">Consulte outros textos deste autor<\/a><br>&lt;br>Thiago Brena\u00a0<a href=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/trabalhos.php?codAutor=762&amp;busca=1\">Consulte outros textos deste autor<\/a><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-100\"><a class=\"wp-block-button__link has-background wp-element-button\" style=\"background-color:#009edf\">CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O ARQUIVO EM PDF<\/a><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A manga \u00e9 uma planta origin\u00e1ria do sul e sudeste da \u00c1sia, especialmente da \u00cdndia. 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