{"id":8814,"date":"2025-05-26T16:27:22","date_gmt":"2025-05-26T19:27:22","guid":{"rendered":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/iea\/?p=8814"},"modified":"2025-05-27T16:34:49","modified_gmt":"2025-05-27T19:34:49","slug":"custo-de-implantacao-e-formacao-da-cultura-da-seringueira-no-estado-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/iea\/custo-de-implantacao-e-formacao-da-cultura-da-seringueira-no-estado-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Custo de Implanta\u00e7\u00e3o e Forma\u00e7\u00e3o da Cultura da Seringueira no Estado de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"\n<p>A implanta\u00e7\u00e3o de um seringal, ou seja, o plantio de seringueiras para produ\u00e7\u00e3o de borracha natural,&nbsp;envolve diversas etapas, desde a escolha do local e prepara\u00e7\u00e3o do solo at\u00e9 o manejo e a explora\u00e7\u00e3o do l\u00e1tex ou do co\u00e1gulo. Dessa forma, \u00e9 fundamental selecionar um terreno com bom solo, com boa profundidade e drenagem, e que seja favor\u00e1vel ao crescimento da seringueira.&nbsp;O solo deve ser preparado com aduba\u00e7\u00e3o org\u00e2nica e mineral, de acordo com as necessidades do solo e da planta, e com a an\u00e1lise do solo. A \u00e9poca ideal para o plantio \u00e9 no in\u00edcio das esta\u00e7\u00f5es chuvosas, utilizando mudas de boa qualidade, com espa\u00e7amento adequado para o desenvolvimento das plantas.&nbsp;O seringal requer cuidados com a desbrota, controle de pragas e doen\u00e7as, irriga\u00e7\u00e3o e aduba\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de outras pr\u00e1ticas que garantem o bom desenvolvimento das plantas.&nbsp;A explora\u00e7\u00e3o do l\u00e1tex ou do co\u00e1gulo se inicia ap\u00f3s o per\u00edodo de forma\u00e7\u00e3o da cultura (aproximadamente 7 anos), com a sangria, que \u00e9 o corte da casca da seringueira para coletar o l\u00e1tex<sup>2<\/sup>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a implanta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas o plantio, mas tamb\u00e9m a manuten\u00e7\u00e3o e melhoria cont\u00ednuas do seringal, incluindo o controle de pragas, o manejo da terra e o investimento em tecnologias para aumentar a produtividade e a sustentabilidade da atividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a finalidade de contribuir no planejamento de safra agr\u00edcola da seringueira, este artigo apresenta estimativas do custo de implanta\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o da atividade. Por tratar-se de cultura perene, o cultivo da seringueira exige elevado investimento nos anos iniciais de implanta\u00e7\u00e3o, apresentando uma fase juvenil entre seis a sete anos, momento em que se inicia a produ\u00e7\u00e3o de forma gradativa do seringal. Sendo assim, somente ap\u00f3s esse per\u00edodo se inicia o per\u00edodo de amortiza\u00e7\u00e3o do investimento inicial.<\/p>\n\n\n\n<p>Calculou-se o custo de produ\u00e7\u00e3o para a cultura da seringueira utilizando a metodologia de Custo Operacional do Instituto de Economia Agr\u00edcola<sup>3<\/sup>, que preconiza a concep\u00e7\u00e3o de curto prazo, sendo que as remunera\u00e7\u00f5es do capital, terra e empres\u00e1rio n\u00e3o s\u00e3o computadas, supondo-se que isso se far\u00e1 pela renda l\u00edquida<sup>4<\/sup>. A estrutura de custos do sistema \u00e9 composta de: a) custo operacional efetivo (COE): despesas efetuadas com m\u00e3o de obra, encargos sociais (40% sobre o valor da despesa com m\u00e3o de obra), opera\u00e7\u00f5es de m\u00e1quinas\/equipamentos, ve\u00edculos e materiais consumidos ao longo do ciclo da cultura; e b) custo operacional total (COT): o COE acrescido da deprecia\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e do seringal, encargos financeiros que se referem aos juros de custeio \u00e0 taxa de 8,0% a.a. sobre o COE, e despesas com servi\u00e7os de assist\u00eancia t\u00e9cnica. A partir do s\u00e9timo ano s\u00e3o incorporados os gastos com contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 seguridade social rural CSSR (1,5% do valor da renda bruta) e a deprecia\u00e7\u00e3o do seringal.<\/p>\n\n\n\n<p>As matrizes de coeficientes t\u00e9cnicos de fatores de produ\u00e7\u00e3o calculados referem-se a uma propriedade padr\u00e3o composta por: \u00e1rea plantada de 50ha, clone RRIM 600, espa\u00e7amento de 2,5m<sup>2<\/sup>&nbsp;x 8m<sup>2<\/sup>, 20m<sup>2<\/sup>\/planta, totalizando 500 p\u00e9s plantados por hectare, no sistema de sangria D4.&nbsp;Para forma\u00e7\u00e3o do seringal, foi considerado o sistema convencional de preparo do solo e plantio. O per\u00edodo de forma\u00e7\u00e3o considerado vai do plantio (implanta\u00e7\u00e3o ou 1\u00ba ano) ao 6\u00ba ano da cultura. A explota\u00e7\u00e3o do seringal se inicia no 7\u00ba ano da implanta\u00e7\u00e3o da cultura, quando pelo menos 50% das plantas atingem di\u00e2metro de 45cm de circunfer\u00eancia a uma altura de 1,30m do solo e 6mm de espessura de casca. Neste trabalho, considerou-se que 50% das plantas entraram em produ\u00e7\u00e3o no 7\u00ba ano, mais 25% entraram em produ\u00e7\u00e3o no 8\u00ba ano, 20% no 9\u00ba e o restante ap\u00f3s o 10\u00ba ano. Para a sangria, considerou-se o sistema D4\/S2 que consiste em uma interven\u00e7\u00e3o na casca com formato de meia espiral, no qual a sangria \u00e9 efetuada a cada quatro dias, num total de 63 sangrias efetivas por planta\/ano, no per\u00edodo de outubro a julho. Nesse sistema, o produtor necessitar\u00e1 de um sangrador para cada 7,0 hectares<sup>5<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pre\u00e7os dos fatores de produ\u00e7\u00e3o que comp\u00f5es as matrizes foram coletados na regi\u00e3o produtora e referem-se ao m\u00eas de outubro de 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>O custo de implanta\u00e7\u00e3o de um seringal (1\u00ba ano), com as caracter\u00edsticas descritas e analisadas nesse estudo (Tabela 1) apresentou valor de COT de R$38.353,49&nbsp;e COE de R$44.304,69por hectare. Analisando a participa\u00e7\u00e3o percentual dos itens componentes (Tabela 2), observa-se que a maior despesa foi com o item opera\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas, tanto no COE quanto no COT, com valor de 59,7% e 51,7% respectivamente. Pelo fato de serem realizadas, nessa fase, todas as opera\u00e7\u00f5es mecanizadas de preparo de solo convencional com um valor alto de horas m\u00e1quinas observou-se que os valores das m\u00e1quinas e equipamentos como os de \u00f3leo combust\u00edvel foram as vari\u00e1veis que mais oneraram tais custos. O segundo maior item de despesa foram os gastos com mudas, e esse fato (15,6% e 13,5%) ocorreu por dois fatores: o pre\u00e7o relativo da muda e a quantidade utilizadas para compor o seringal adicionado ainda o replantio, necess\u00e1rio para garantir o&nbsp;<em>stand<\/em>&nbsp;ideal da cultura. As despesas com m\u00e3o de obra oneraram os custos em 9,5% e 8,2% para COE e COT, respectivamente. Estas despesas representam os gastos com o maior n\u00famero de horas de todos os insumos na implanta\u00e7\u00e3o da cultura, onde se destacam as opera\u00e7\u00f5es de irriga\u00e7\u00e3o, desbrota e plantio. Numa combina\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de horas de utiliza\u00e7\u00e3o e o pre\u00e7o da maquinaria nova encontra-se o custo de deprecia\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas que onera o COT em 11,2%.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/AIA\/AIA-15-2025F1.JPG\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>No 2\u00ba ano, o COT somou R$5.661,63\/ha, enquanto o valor do COE foi de R$4.225,67\/ha (Tabela 1), apontando que o item de maior despesa foi o de opera\u00e7\u00f5es de m\u00e1quinas, evidenciando que o pre\u00e7o relativo dos fatores que comp\u00f5em o custo das horas m\u00e1quina influenciam com muita import\u00e2ncia os custos de produ\u00e7\u00e3o (pre\u00e7o do \u00f3leo diesel, por exemplo). O item mudas apresenta-se em segundo lugar com 14,0% de participa\u00e7\u00e3o no COE e de 10,4% no COT, seguido dos gastos com m\u00e3o de obra comum, tratorista e os encargos sociais, este \u00faltimo associado ao uso da m\u00e3o de obra (Tabela 2).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/AIA\/AIA-15-2025F2.JPG\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>No 3\u00ba ano, o COT foi de R$6.989,81&nbsp;por hectare, e o item opera\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas foi o item mais oneroso com percentuais de 50,1% no COE e 39,4% no COT seguido dos gastos com adubos. O 4\u00ba ano apresenta COT de R$5.002,25&nbsp;e o maior item de participa\u00e7\u00e3o aindam \u00e9 o item opera\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas, pois nesse est\u00e1gio de desenvolvimento ainda permitem o tr\u00e2nsito de m\u00e1quinas no manejo do seringal. \u00c0 medida que as \u00e1rvores crescem, aumenta a necessidade de se fornecer nutrientes e de realizar o combate \u00e0s pragas e doen\u00e7as, assim, no 5\u00ba e no 6\u00ba ano da cultura, os gastos com adubos assumiram as maiores despesas no custo de forma\u00e7\u00e3o do seringal. No COT do 5\u00ba ano de R$6.218,48&nbsp;os adubos oneram em 46,0% e os defensivos em 4,8%. A partir do 6\u00ba ano, devido ao crescimento das \u00e1rvores, diminui o n\u00famero das opera\u00e7\u00f5es de ro\u00e7ada e aplica\u00e7\u00e3o de herbicidas. Nessa fase, os maiores gastos se referem ao uso de adubos, relativos a 31,2% e de defensivos com 5,4% de um COT de R$3.786,68 (Tabelas 1 e 2).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A partir do 7\u00ba ano inicia-se a produ\u00e7\u00e3o, por meio da opera\u00e7\u00e3o de sangria. Nesta fase entram em explota\u00e7\u00e3o 50% das plantas do seringal e para isso \u00e9 necess\u00e1ria m\u00e3o de obra de sangria, aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual (EPI), equipamentos utilizados nas \u00e1rvores e gastos com m\u00e3o de obra para selecionar e preparar as plantas que ser\u00e3o exploradas. No 7\u00ba ano, o COT \u00e9 de R$22.024,44\/ha e o COE \u00e9 de R$18.517,36\/ha.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nessa fase o gasto com a m\u00e3o de obra para efetuar a sangria tem participa\u00e7\u00e3o percentual de 41,7% no COE e 35,0% no COT. No 8\u00ba ano, com maior n\u00famero de \u00e1rvores em sangria, eleva-se a participa\u00e7\u00e3o percentual do item para 37,5% do COT, que tem valor de R$20.325,18&nbsp;por hectare. No 9\u00b0 e no 10\u00b0 anos, o comportamento dos custos \u00e9 semelhante, no 9\u00ba ano a maior participa\u00e7\u00e3o no custo de produ\u00e7\u00e3o total (COT) \u00e9 da m\u00e3o de obra para a sangria (35,6%), seguidas dos encargos sociais, e adubos, com 16,5%, e 9,4%, respectivamente. O 10\u00ba ano de produ\u00e7\u00e3o da cultura da seringueira obteve COE por hectare, de&nbsp;R$19.226,77&nbsp;e COT de R$22.899,55. O item m\u00e3o de obra para a sangria (38,6%) e os encargos sociais (17,7%) s\u00e3o os itens de maior impacto nos custos de produ\u00e7\u00e3o (Tabelas 1 e 3).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/iea.agricultura.sp.gov.br\/out\/AIA\/AIA-15-2025F3.JPG\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>A tabela 3 apresenta tamb\u00e9m os valores do custo por quilograma de co\u00e1gulo por hectare obtidos na produ\u00e7\u00e3o a partir do 7\u00ba ano, quando foi realizada a sangria em 250 \u00e1rvores, com produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 3,5kg de co\u00e1gulo por planta, totalizando 875kg de co\u00e1gulo por hectare com valor de COT de R$25,17\/kg de co\u00e1gulo. Esse aumento nos custos de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 impactado principalmente devido ao preparo das \u00e1rvores para in\u00edcio de sangria, e aquisi\u00e7\u00e3o dos materiais e insumos necess\u00e1rios para explora\u00e7\u00e3o do seringal, al\u00e9m do uso de m\u00e3o de obra especializada (sangradores) e dos custos associados \u00e0 m\u00e3o de obra de sangria. No 8\u00ba ano sangraram-se 350 \u00e1rvores, que produziram 4,5kg de co\u00e1gulo por planta, somando 1.575kg por hectare e o COT atingiu R$12,21\/kg. No 9\u00ba ano o custo do kg do co\u00e1gulo \u00e9 de R$11,35\/kg com sangria de 400 \u00e1rvores que produziram 5,0kg por planta ou 2.000kg por hectare. A produ\u00e7\u00e3o por planta no d\u00e9cimo ano atingiu 5,5kg de co\u00e1gulo e o custo foi de R$9,25\/kg, com 450 \u00e1rvores em sangria e produ\u00e7\u00e3o por hectare de 2.475kg de co\u00e1gulo.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir desse ano, a produ\u00e7\u00e3o eleva-se ainda at\u00e9 se estabilizar em torno do 13\u00b0 ano. A produtividade m\u00e9dia do seringal pode atingir, nesse sistema de sangria, 2.800kg de co\u00e1gulo por hectare em m\u00e9dia, e pode entrar em decl\u00ednio a partir do 30\u00ba ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante dos resultados apresentados de alto custos de implanta\u00e7\u00e3o e longo per\u00edodo de forma\u00e7\u00e3o para atingir a plena produtividade, v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es devem ser tomadas pelos produtores que, submetidos a condi\u00e7\u00f5es adversas de mercado, devem aprimorar a gest\u00e3o profissional de custos e buscar efici\u00eancia na explora\u00e7\u00e3o do seringal a fim de mitigar perdas e riscos. O bom gerenciamento do seringal, bem como o aumento no rendimento da sangria, podem oferecer condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis, uma vez em que a m\u00e3o de obra \u00e9 o item de maior \u00f4nus no custo de produ\u00e7\u00e3o, especialmente a demandada pela sangria. Por isso, o acompanhamento di\u00e1rio das atividades desenvolvidas dentro do seringal, bem como a correta gest\u00e3o dos fatores de produ\u00e7\u00e3o, s\u00e3o ferramentas fundamentais para sucesso.<\/p>\n\n\n\n<p>Como visto, a implanta\u00e7\u00e3o do seringal demanda recursos financeiros de alta monta e, por ser uma cultura perene, a decis\u00e3o de implanta\u00e7\u00e3o deve ser acompanhada de estudos e de previs\u00e3o de gastos muito realistas.&nbsp;Para que um investimento traga resultados positivos aos neg\u00f3cios \u00e9 preciso que esse seja elaborado com precau\u00e7\u00e3o, tomando atitudes corretas e dentro de um planejamento pr\u00e9-estabelecido.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>1<\/sup>Este trabalho cont\u00e9m similaridades textuais com artigos anteriores de mesma metodologia, pois \u00e9 necess\u00e1rio que determinados trechos sejam descritos novamente para manter a consist\u00eancia e a comparabilidade das informa\u00e7\u00f5es ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>2<\/sup>GON\u00c7ALVES, E. C. P.; MARTINS, A. L. M.; OLIVEIRA, M. D. M.; B\u00c1RBARO-TORNELI, I. M.; SILVA, J. A. S.; SCHMIDEK, A.; MIGUEL, F. B.; FARIA, M. H.; GRIZOTTO, R. K. Good practices in hyveculture implementation and conducting of the rubber tree plantation.&nbsp;<strong>Journal of Agricultural Sciences Research<\/strong>, v. 2, p. 1\u201312, 2022. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/359179982.&nbsp;Acesso em: 20 maio 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>3<\/sup>MATSUNAGA, M.; BEMELMANS, P. F.; TOLEDO, P. E. N. de; DULLEY, R. D.; OKAWA, H.; PEDROSO, I. A. Metodologia de custo utilizada pelo IEA.&nbsp;<strong>Agricultura em S\u00e3o Paulo<\/strong>, S\u00e3o Paulo, v. 23, p. 123\u2013139, 1976. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.iea.sp.gov.br\/out\/verTexto.php?codTexto=11566. Acesso em: 20 maio 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>4<\/sup>MARTIN, N. B.; OLIVEIRA, M. D. M.; \u00c2NGELO, J. A.; OKAWA, H.; SERRA, R. Sistema integrado de custos agropecu\u00e1rios \u2013 CUSTAGRI.&nbsp;<strong>Informa\u00e7\u00f5es Econ\u00f4micas<\/strong>, S\u00e3o Paulo, v. 28, n. 1, p. 7\u201328, jan. 1998. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.iea.sp.gov.br\/ftpiea\/ie\/1998\/tec1-0198.pdf. Acesso em: 20 maio 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><sup>5<\/sup>OLIVEIRA, M. D. M.; GON\u00c7ALVES, E. C. P.; DELLA NINA, L. C.; JACINTHO SOBRINHO, J.; PUTZ, P. Custo de implanta\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e rentabilidade do cultivo da seringueira no Estado de S\u00e3o Paulo, 2016.&nbsp;<strong>Informa\u00e7\u00f5es Econ\u00f4micas<\/strong>, S\u00e3o Paulo, v. 47, n. 1, p. 31\u201349, jan.\/mar. 2017. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.iea.sp.gov.br\/ftpiea\/ie\/2017\/tec3-0117.pdf. Acesso em: 20 maio 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras-chave<\/strong>:&nbsp;custo de implanta\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o de seringal, custo heveicultura, implanta\u00e7\u00e3o seringueira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A implanta\u00e7\u00e3o de um seringal, ou seja, o plantio de seringueiras para produ\u00e7\u00e3o de borracha natural,&nbsp;envolve diversas etapas, desde a escolha do local e prepara\u00e7\u00e3o do solo at\u00e9 o manejo e a explora\u00e7\u00e3o do l\u00e1tex ou do co\u00e1gulo. 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