{"id":10287,"date":"2021-01-25T00:00:00","date_gmt":"2021-01-25T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/01\/25\/de-recife-a-campinas-em-busca-de-tecnologia-do-instituto-agronomico\/"},"modified":"2021-01-25T00:00:00","modified_gmt":"2021-01-25T03:00:00","slug":"de-recife-a-campinas-em-busca-de-tecnologia-do-instituto-agronomico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/01\/25\/de-recife-a-campinas-em-busca-de-tecnologia-do-instituto-agronomico\/","title":{"rendered":"De Recife a Campinas em busca de tecnologia do Instituto Agron\u00f4mico"},"content":{"rendered":"<div class=\"blog margin-bottom-40\">\n<h2>De Recife a Campinas em busca de tecnologia do Instituto Agron\u00f4mico<\/h2>\n<div class=\"blog-post-tags\">\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li><i class=\"fa fa-calendar\"><\/i> 25\/01\/2021<\/li>\n<li><i class=\"fa fa-pencil\"><\/i> Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-tags\">\n<li>\n<i class=\"fa fa-tags\"><\/i><br \/>\n<a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Instituto Agron\u00f4mico\">Instituto Agron\u00f4mico<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=batata-semente\">batata-semente<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=broto\">broto<\/a> <\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li style=\"float: left;\">\n<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<div class=\"fb-share-button\" data-layout=\"button_count\" data-mobile_iframe=\"true\" data-size=\"large\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li><a class=\"twitter-share-button\" data-lang=\"en\"><\/a><br \/>\n<noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li>\n<div class=\"g-plus\" data-action=\"share\" data-annotation=\"bubble\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"blog-img\">\n<img decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"img-responsive center-block\" src=\"\/portal\/themes\/unify\/img\/noticias\/broto-batata-semente.-wvb.jpg\"\/>\n<\/div>\n<p><p style=\"text-align: justify;\">Percorrer 2.644 quil\u00f4metros. Foi o que fez o estudante de Agronomia do 5\u00b0 semestre da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Marco Antonio Pareja, para conhecer a tecnologia do Instituto Agron\u00f4mico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de S\u00e3o Paulo, para desenvolver batata-semente livre de v\u00edrus. Ele veio de Recife para Campinas, interior paulista, com o objetivo de ver na pr\u00e1tica como \u00e9 produzido esse broto. Na fazenda Santa Elisa, do IAC, Pareja ficou de 7 a 22 de dezembro de 2020, na companhia do pesquisador respons\u00e1vel pela tecnologia, Jos\u00e9 Alberto Caram de Souza Dias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cDecidi vir fazer uma visita e discutir a possibilidade de levar esta tecnologia para o Agreste Nordestino e, particularmente, na regi\u00e3o de Caruaru, que dista 130 quil\u00f4metros de Recife, com aproximadamente 554 metros de altitude ao n\u00edvel do mar\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pareja conta que a\u00a0regi\u00e3o de Caruaru \u00e9 tradicional no cultivo de batata h\u00e1 mais de 50 anos. \u201cEm revis\u00f5es de literatura e em conversa com o doutor Caram durante esta visita t\u00e9cnica, tive conhecimento de que s\u00e3o excelentes as condi\u00e7\u00f5es agroecol\u00f3gicas da nossa regi\u00e3o para a manuten\u00e7\u00e3o da batata-semente, com alta sanidade,\u00a0conforme mostram estudos do pesquisador do Instituto Agron\u00f4mico\u201d, relata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o acad\u00eamico, an\u00e1lises das principais viroses da batata-semente em amostras de tub\u00e9rculos de v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es sucessivas de batata, mantidas pelos pr\u00f3prios produtores e coletados em batatais da regi\u00e3o de Recife, indicaram alta sanidade e praticamente aus\u00eancia de viroses. As amostras vieram tamb\u00e9m da vizinha regi\u00e3o de Campina Grande, na Para\u00edba.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, de acordo com Caram, tecnicamente \u00e9 recomend\u00e1vel a produ\u00e7\u00e3o de batata-semente, b\u00e1sica, livre de v\u00edrus e outras pragas, de forma certificada, conforme as normas oficiais do Minist\u00e9rio de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA), de 2012. Essa produ\u00e7\u00e3o certificada dever\u00e1 atender \u00e0 renova\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica do estoque b\u00e1sico de batata-semente de alta sanidade. \u201cEssa renova\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria por seguran\u00e7a contra problemas sanit\u00e1rios que podem perpetuar via tub\u00e9rculo\u201d, ressalta o pesquisador do IAC, da Ag\u00eancia Paulista de Tecnologia dos Agroneg\u00f3cios (APTA).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na regi\u00e3o do Agreste Paraibano, o\u00a0sistema convencional e tradicional de produ\u00e7\u00e3o comercial da batata tem dependido de batata-semente certificada vinda de fora, geralmente de outros estados do Sul e Sudeste brasileiros ou at\u00e9 mesmo de outros pa\u00edses. Caram esclarece que, quando se depende de material de propaga\u00e7\u00e3o vindo de fora, sempre existe o risco de introdu\u00e7\u00e3o de novas viroses ou pragas ex\u00f3ticas na bataticultura e agricultura local. \u201cEsses materiais podem trazer part\u00edculas de solo com esporos de bact\u00e9rias fungos, larvas de insetos, al\u00e9m de v\u00edrus, que podem ser introduzidos e disseminados na regi\u00e3o que adquire os lotes\u201d, alerta. \u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar da produ\u00e7\u00e3o local, o Brasil tradicionalmente depende de lotes de tub\u00e9rculos\/batata-semente importados. Por ano, cerca de 6 mil toneladas chegam ao pa\u00eds. \u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o pesquisador do IAC, essa tecnologia constitui a ferramenta correta para aproveitar, de forma sustent\u00e1vel e org\u00e2nica, o potencial de produ\u00e7\u00e3o de batata-semente\u00a0livre de v\u00edrus, com perspectivas de atender \u00e0 demanda desse insumo fundamental na bataticultura na regi\u00e3o de Caruaru e Agreste Nordestino. \u201c\u00c9 poss\u00edvel que essa tecnologia IAC seja adotada na regi\u00e3o de Caruaru e venha oferecer lotes de batata-semente tanto \u00e0 pr\u00f3pria regi\u00e3o como a outras localidades do Brasil\u201d, avalia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Juntamente com t\u00e9cnicos da Secretaria Municipal de Agricultura de Caruaru e de professores da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Caram observou baixa incid\u00eancia de insetos transmissores de viroses durante o ciclo de cultivo da batata na regi\u00e3o. \u201cCom essa evid\u00eancia t\u00e3o vantajosa e incomum nas principais\u00a0regi\u00f5es produtoras de batata no Brasil e no mundo da \u00e1rea subtropical, que produzem esse alimento t\u00e3o importante \u00e0\u00a0humanidade, penso ser importante experimentar esse potencial inovador\u00a0no agroneg\u00f3cio na regi\u00e3o\u201d, conclui.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De Recife a Campinas em busca de tecnologia do Instituto Agron\u00f4mico 25\/01\/2021 Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Instituto Agron\u00f4micobatata-sementebroto Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente. 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