{"id":10251,"date":"2021-02-16T00:00:00","date_gmt":"2021-02-16T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/02\/16\/conservacao-da-biodiversidade-geracao-de-renda-e-seguranca-alimentar-sao-foco-de-pesquisa-liderada-pela-apta\/"},"modified":"2021-02-16T00:00:00","modified_gmt":"2021-02-16T03:00:00","slug":"conservacao-da-biodiversidade-geracao-de-renda-e-seguranca-alimentar-sao-foco-de-pesquisa-liderada-pela-apta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/02\/16\/conservacao-da-biodiversidade-geracao-de-renda-e-seguranca-alimentar-sao-foco-de-pesquisa-liderada-pela-apta\/","title":{"rendered":"Conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, gera\u00e7\u00e3o de renda e seguran\u00e7a alimentar s\u00e3o foco de pesquisa liderada pela APTA"},"content":{"rendered":"<div class=\"blog margin-bottom-40\">\n<h2>Conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, gera\u00e7\u00e3o de renda e seguran\u00e7a alimentar s\u00e3o foco de pesquisa liderada pela APTA<\/h2>\n<div class=\"blog-post-tags\">\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li><i class=\"fa fa-calendar\"><\/i> 16\/02\/2021<\/li>\n<li><i class=\"fa fa-pencil\"><\/i> Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-tags\">\n<li>\n<i class=\"fa fa-tags\"><\/i><br \/>\n<a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Extens\u00e3o Rural\">Extens\u00e3o Rural<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=muvuca de sementes\">muvuca de sementes<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=esp\u00e9cies tropicais e nativas\">esp\u00e9cies tropicais e nativas<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Sequestro de carbono\">Sequestro de carbono<\/a> <\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li style=\"float: left;\">\n<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<div class=\"fb-share-button\" data-layout=\"button_count\" data-mobile_iframe=\"true\" data-size=\"large\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li><a class=\"twitter-share-button\" data-lang=\"en\"><\/a><br \/>\n<noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li>\n<div class=\"g-plus\" data-action=\"share\" data-annotation=\"bubble\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"blog-img\">\n<img decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"img-responsive center-block\" src=\"\/portal\/themes\/unify\/img\/noticias\/13375-saf.-70u.jpg\"\/>\n<\/div>\n<p><p style=\"text-align: center;\"><em>Trabalho desenvolvido no Vale do Para\u00edba aplicar\u00e1 modelagem para c\u00e1lculo de sequestro de carbono de esp\u00e9cies tropicais e nativas<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pesquisadores da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de S\u00e3o Paulo desenvolvem estudos que visam a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e florestal da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Para\u00edba do Sul, na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba, aliando a gera\u00e7\u00e3o de renda e seguran\u00e7a alimentar de fam\u00edlias de agricultores. O projeto, que tamb\u00e9m tem foco em c\u00e1lculos relacionados ao sequestro de carbono, \u00e9 financiado pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (FAPESP) e pelo Fundo Mundial para o Ambiente (GEF) e prev\u00ea o plantio de esp\u00e9cies nativas de frutas e plantas de diferentes regi\u00f5es do Pa\u00eds por meio de v\u00e1rias t\u00e9cnicas, entre elas a chamada muvuca, uma esp\u00e9cie de \u201ccoquetel\u201d de sementes. Confira podcast sobre esse assunto no\u00a0<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/1Zetg7l563zWmocX2uc8WB?si=k4EQ_qXCR9m-PKktSfLqnQ\">Spotify<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/soundcloud.com\/user-326872100-410422792\/saa-restauracao-ecologica-e-florestal-da-bacia-hidrografica-do-paraiba-do-sul\">Soundclound<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto \u00e9 conduzido pelas unidades regionais da Ag\u00eancia Paulista de Tecnologia dos Agroneg\u00f3cios (APTA) localizadas em Pindorama e Pindamonhangaba e conta com a participa\u00e7\u00e3o da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de S\u00e3o Paulo (SIMA), de rede de agricultores agroflorestais, al\u00e9m de associa\u00e7\u00f5es e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais. Ao todo, mais de cem fam\u00edlias de agricultores participam dessa iniciativa, em \u00e1rea total de 15 hectares plantados e distribu\u00eddos em dezenas de m\u00f3dulos de cerca de 1.000 m\u00b2 em \u00e1reas particulares nos munic\u00edpios de Trememb\u00e9, Lagoinha, Cunha, S\u00e3o Luiz do Paraitinga, Natividade da Serra e S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos.<\/p>\n<div class=\"caption left\"><\/p>\n<p>A muvuca de sementes<\/p>\n<p><\/img><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o pesquisador Antonio Carlos Devide, da APTA Regional de Pindamonhangaba, o objetivo \u00e9 fortalecer iniciativas em desenvolvimento e de forma colaborativa realizar pesquisas e disseminar o conhecimento sobre o plantio de esp\u00e9cies nativas da regi\u00e3o em conjunto com frut\u00edferas e culturas agr\u00edcolas, como a mandioca e a banana. Com isso, espera-se n\u00e3o apenas o reflorestamento de \u00e1reas, mas a gera\u00e7\u00e3o de renda, emprego e seguran\u00e7a alimentar, al\u00e9m da inser\u00e7\u00e3o dos pequenos agricultores nas atividades de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA t\u00e9cnica muvuca de sementes florestais, ou semeadura direta, \u00e9 como um coquetel em que pegamos sementes de diversas \u00e1rvores e aduba\u00e7\u00e3o verde e misturamos para realizar o plantio. Junto com essas sementes, de diferentes regi\u00f5es do Pa\u00eds, inserimos esp\u00e9cies florestais que foram extintas na regi\u00e3o. Nos dois primeiros anos do plantio, as culturas agr\u00edcolas podem gerar renda aos agricultores familiares, quando a floresta ainda n\u00e3o est\u00e1 formada. Os produtores podem colher esses alimentos para comer e vender. Quando a floresta se forma, eles ainda continuar\u00e3o com fonte de renda, pois poder\u00e3o colher os frutos de esp\u00e9cies nativas e alimentos da pr\u00f3pria mata restaurada\u201d, explica o pesquisador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa mistura de floresta com produ\u00e7\u00e3o de alimentos forma o chamado sistema agroflorestal (SAF), uma estrat\u00e9gia que pode conectar fragmentos de mata nativa. Nesse sistema, \u00e9 poss\u00edvel inserir gr\u00e3os, como o milho variedade \u2018Palha Roxa\u2019, origin\u00e1rio de Cunha, e que est\u00e1 sendo multiplicado em Lagoinha e na APTA para servir como fonte de alimento e bioindicador do n\u00edvel de fertilidade do solo, mandioca e at\u00e9 mesmo adubos verdes, que v\u00e3o impedir a prolifera\u00e7\u00e3o de capins indesej\u00e1veis na restaura\u00e7\u00e3o florestal, como \u00e9 o caso das braqui\u00e1rias, possibilitando o controle sem uso de produtos qu\u00edmicos. Esses sistemas foram implantados em quatro assentamentos de reforma agr\u00e1ria e essas a\u00e7\u00f5es contaram com a supervis\u00e3o do bolsista do projeto e bi\u00f3logo Thiago Ribeiro Coutinho, que organizou brigadas de trabalhadores para consolidar as \u00e1reas de restaura\u00e7\u00e3o com muvuca e SAF.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Coletores de sementes<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Thiago Ribeiro \u00e9 bolsista Fapesp do projeto da APTA e morador do assentamento Eg\u00eddio Brunetto, em Lagoinha. Junto com outras 11 pessoas que moram no local, tem coletado sementes de esp\u00e9cies nativas para produ\u00e7\u00e3o das muvucas. De acordo com Ribeiro, h\u00e1 cerca de cinco anos eles trabalham na coleta de sementes que auxiliam na viabilidade das implanta\u00e7\u00f5es de Sistemas Agroflorestais pela Rede Agroflorestal do Vale do Para\u00edba, mas h\u00e1 dois anos essa a\u00e7\u00e3o se intensificou, j\u00e1 que para a realiza\u00e7\u00e3o da muvuca, s\u00e3o necess\u00e1rias muitas sementes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEm 2019, entregamos 100 quilos de sementes. Em 2020, conseguimos entregar 700 kg de sementes nativas. Temos muito potencial para crescer, j\u00e1 que esse assentamento, que tem a proposta agroecol\u00f3gica, conta com 55 fam\u00edlias e h\u00e1 ainda a rela\u00e7\u00e3o com outros assentamentos e produtores que se utilizam das agroflorestas. Esse trabalho \u00e9 muito importante para resgate cultural e para engrossar a renda e o sustento das fam\u00edlias\u201d, conta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ribeiro explica que a agroecologia e os sistemas agroflorestais t\u00eam mudado a rela\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias do assentamento com a terra, fazendo com que muitas pessoas, por exemplo, passassem a conhecer e a reconhecer as esp\u00e9cies de plantas que eram utilizadas por seus pais e av\u00f3s. \u201cH\u00e1 um processo de entendimento, de reconhecimento das esp\u00e9cies nativas e suas import\u00e2ncias e, principalmente, de melhoria de renda. Atrav\u00e9s do acesso \u00e0 terra, informa\u00e7\u00f5es e tecnologias, tem sido realizada uma transforma\u00e7\u00e3o social dessas fam\u00edlias, que viviam em grande vulnerabilidade\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><br \/>Trabalho coletivo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho coletivo \u00e9 um dos pilares do projeto. Apesar de ser liderado pela APTA em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, a pesquisa envolve a participa\u00e7\u00e3o da Rede Agroflorestal do Vale do Para\u00edba, que conta com 41 agricultores neste projeto, al\u00e9m de parcerias com o projeto Conex\u00e3o Mata Atl\u00e2ntica, Associa\u00e7\u00e3o de Cultura e Educa\u00e7\u00e3o Ambiental Serra Acima, Instituto Au\u00e1, Akarui, Instituto Socioambiental, Caminhos da Semente, Rede Sementes do Xingu e Agro\u00edcone.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os t\u00e9cnicos do projeto Conex\u00e3o Mata Atl\u00e2ntica atuam em tr\u00eas frentes: desenvolvimento de tecnologias, pagamento por servi\u00e7os ambientais e prote\u00e7\u00e3o da bacia hidrogr\u00e1fica. \u201cPor meio do nosso plano de a\u00e7\u00e3o, temos atuado na capacita\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia t\u00e9cnica dos produtores. Identificamos aqueles que tinham interesse em iniciar a convers\u00e3o de suas \u00e1reas em sistemas agroflorestais e rotacionados e iniciamos o projeto para auxiliar nessa transforma\u00e7\u00e3o, que render\u00e1 a eles benef\u00edcios ambientais, alimentares e de renda, pois al\u00e9m da colheita daquilo que foi plantado, faremos o pagamento dos servi\u00e7os ambientais\u201d, afirma Dagoberto Meneghini, coordenador de campo do Escrit\u00f3rio de S\u00e3o Luiz do Paraitinga do Conex\u00e3o Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O t\u00e9cnico analista do Conex\u00e3o Mata Atl\u00e2ntica, Ismael Soares Filho, explica que a iniciativa tem dado certo devido a confian\u00e7a conquistada junto aos agricultores familiares. \u201cN\u00e3o estamos passando a t\u00e9cnica pela t\u00e9cnica. Estamos trabalhando em conjunto com os agricultores, para que eles tenham confian\u00e7a no nosso trabalho. S\u00f3 assim conseguimos alcan\u00e7ar os resultados esperados no projeto e melhorar a qualidade de vida dessas fam\u00edlias. Quando eu falo em qualidade de vida, n\u00e3o significa apenas melhoria na renda, mas tamb\u00e9m a cria\u00e7\u00e3o de oportunidade para que os jovens dessas fam\u00edlias queiram ficar na propriedade, no territ\u00f3rio\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A diretora da OSCIP Serra Acima, Marina Marcos Valad\u00e3o, explica que a institui\u00e7\u00e3o auxilia na dissemina\u00e7\u00e3o do projeto, envolvendo agricultores familiares, principalmente aqueles em situa\u00e7\u00e3o de maior vulnerabilidade social. \u201cCom o emprego de v\u00e1rias t\u00e9cnicas combinadas, demos in\u00edcio \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o de dez Sistemas Agroflorestais. Com esse projeto, auxiliamos os produtores a identificar o melhor local para implementar o sistema, realizamos o plantio das muvucas de sementes a apoiamos o estabelecimento de uma rela\u00e7\u00e3o de sinergia entre esse novo sistema e o cultivo de hortali\u00e7as realizado nas propriedades dos agricultores familiares agroecol\u00f3gicos\u201d, afirma, ressaltando a import\u00e2ncia da participa\u00e7\u00e3o de Marccella Lopes Berte, t\u00e9cnica respons\u00e1vel pelo planejamento e acompanhamento da implanta\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sequestro de carbono<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma parte muito importante do projeto da Secretaria de Agricultura coordenado em conjunto com a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente \u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o de uma modelagem para o c\u00e1lculo de sequestro de carbono, focado em esp\u00e9cies tropicais\u00a0 nativas da Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA ideia \u00e9 aplicar uma metodologia para o c\u00e1lculo de sequestro de carbono nessas esp\u00e9cies e capacitar os pesquisadores da APTA e t\u00e9cnicos da SIMA para aplicar essa modelagem. Isso trar\u00e1 ganhos muito significativos para a ci\u00eancia e para a \u00e1rea de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d, afirma Maria Teresa Vilela Nogueira Abdo, pesquisadora da APTA Regional de Pindorama e l\u00edder do projeto de pesquisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isabel Fonseca Barcellos, diretora do Departamento\u00a0de Fomento \u00e0 Prote\u00e7\u00e3o da\u00a0Biodiversidade da SIMA, explica que o trabalho est\u00e1 ligado \u00e0 agenda clim\u00e1tica e \u00e9 importante pois o\u00a0Estado de S\u00e3o Paulo busca cumprir com metas internacionais, como por exemplo as Metas de AICHI (recupera\u00e7\u00e3o dos ecossistemas degradados para mitiga\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas), para\u00a0aumentar a remo\u00e7\u00e3o de gases de efeito estufa da atmosfera.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAl\u00e9m isso, \u00e9 muito importante essa alian\u00e7a entre conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade com a produ\u00e7\u00e3o e renda desses pequenos produtores. Os Sistemas Agroflorestais s\u00e3o especialmente interessantes para esses agricultores, pois possibilitam que eles os utilizem em \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o ambiental. Ent\u00e3o, o produtor consegue estar dentro da legisla\u00e7\u00e3o, conservar a sua \u00e1rea e ainda retirar uma renda dela\u201d, afirma.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><br \/>Extens\u00e3o rural<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cerca de 250 t\u00e9cnicos das Secretarias de Agricultura e Abastecimento, Infraestrutura e Meio Ambiente e da Companhia Ambiental do Estado de S\u00e3o Paulo (Cetesb) participaram da capacita\u00e7\u00e3o \u201cRestaura\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica de Vegeta\u00e7\u00e3o Nativa\u201d coordenado pelo Departamento de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da CDRS\/SAA, em parceria com a Iniciativa Caminhos da Semente, Agro\u00edcone,The Nature Conservance (TNC Brasil), SIMA e Cetesb. O objetivo do curso foi capacitar os t\u00e9cnicos da SAA, SIMA e Cetesb em todas as etapas relacionadas ao processo de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica para possibilitar a orienta\u00e7\u00e3o dos produtores rurais no processo de adequa\u00e7\u00e3o ambiental de suas propriedades, e tamb\u00e9m a an\u00e1lise dos projetos de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica implantados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O curso foi composto por 12 m\u00f3dulos apresentados pelos maiores especialistas brasileiros em cada tema, abordando desde conceitos t\u00e9cnicos, caracteriza\u00e7\u00e3o dos biomas, fitofisionomias, at\u00e9 as diversas formas de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica dispon\u00edveis, como a muvuca de sementes, condu\u00e7\u00e3o da regenera\u00e7\u00e3o natural, plantios de mudas em \u00e1rea total e sistemas agroflorestais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O conte\u00fado do curso encontra-se dispon\u00edvel para o p\u00fablico no canal da CDRS:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/playlist?list=PLrJPh9ao-pSkLoUXyXWYT_MEcUkEnVEbJ\">https:\/\/www.youtube.com\/playlist?list=PLrJPh9ao-pSkLoUXyXWYT_MEcUkEnVEbJ<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, gera\u00e7\u00e3o de renda e seguran\u00e7a alimentar s\u00e3o foco de pesquisa liderada pela APTA 16\/02\/2021 Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Extens\u00e3o Ruralmuvuca de sementesesp\u00e9cies tropicais e nativasSequestro de carbono Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente. 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