{"id":10227,"date":"2021-03-05T00:00:00","date_gmt":"2021-03-05T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/03\/05\/mulheres-no-agro-o-poder-feminino-se-faz-presente-em-propriedades-e-organizacoes-rurais\/"},"modified":"2021-03-05T00:00:00","modified_gmt":"2021-03-05T03:00:00","slug":"mulheres-no-agro-o-poder-feminino-se-faz-presente-em-propriedades-e-organizacoes-rurais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/03\/05\/mulheres-no-agro-o-poder-feminino-se-faz-presente-em-propriedades-e-organizacoes-rurais\/","title":{"rendered":"Mulheres no agro: o poder feminino se faz presente em propriedades e organiza\u00e7\u00f5es rurais"},"content":{"rendered":"<div class=\"blog margin-bottom-40\">\n<h2>Mulheres no agro: o poder feminino se faz presente em propriedades e organiza\u00e7\u00f5es rurais<\/h2>\n<div class=\"blog-post-tags\">\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li><i class=\"fa fa-calendar\"><\/i> 05\/03\/2021<\/li>\n<li><i class=\"fa fa-pencil\"><\/i> Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-tags\">\n<li>\n<i class=\"fa fa-tags\"><\/i><br \/>\n<a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Desenvolvimento Sustent\u00e1vel\">Desenvolvimento Sustent\u00e1vel<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Agroneg\u00f3cio\">Agroneg\u00f3cio<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=AgroMeninas\">AgroMeninas<\/a> <\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li style=\"float: left;\">\n<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<div class=\"fb-share-button\" data-layout=\"button_count\" data-mobile_iframe=\"true\" data-size=\"large\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li><a class=\"twitter-share-button\" data-lang=\"en\"><\/a><br \/>\n<noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li>\n<div class=\"g-plus\" data-action=\"share\" data-annotation=\"bubble\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"blog-img\">\n<img decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"img-responsive center-block\" src=\"\/portal\/themes\/unify\/img\/noticias\/13410-agromeninas-6.-bwr.jpg\"\/>\n<\/div>\n<p><p style=\"text-align: center;\"><em>Em um ambiente tradicionalmente masculino, nos \u00faltimos anos as mulheres v\u00eam deixando de ser expectadoras no processo de desenvolvimento sustent\u00e1vel do agroneg\u00f3cio<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do long\u00ednquo tempo em que as mulheres n\u00e3o podiam sequer participar da conversa que girava em torno da propriedade rural, o ano de 2021 mostra que o agro \u00e9 sim lugar de mulher. Seja no trabalho e na condu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, ou na gest\u00e3o da propriedade, com ado\u00e7\u00e3o de tecnologia e abertura de novos mercados de comercializa\u00e7\u00e3o, milhares de mulheres em todo o pa\u00eds t\u00eam mostrado a for\u00e7a do feminino em pequenas, m\u00e9dias e grandes propriedades, e em diversas associa\u00e7\u00f5es e cooperativas. Com informa\u00e7\u00f5es obtidas pelo Censo Agropecu\u00e1rio de 2017, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) identificou quase um milh\u00e3o de mulheres respons\u00e1veis pela gest\u00e3o de propriedades rurais no pa\u00eds, de um universo de 5,07 milh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para M\u00e1rcia Moraes, soci\u00f3loga da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, que atua na Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustent\u00e1vel (CDRS), a participa\u00e7\u00e3o da mulher tem crescido em todos os setores e, portanto, no meio rural, n\u00e3o \u00e9 diferente. \u201cTemos observado que as decis\u00f5es sobre a gest\u00e3o das propriedades t\u00eam sido compartilhadas entre os familiares e o n\u00famero de mulheres \u00e0 frente delas e de organiza\u00e7\u00f5es rurais tem aumentado. Ao analisarmos o cen\u00e1rio atual do agro, identificamos regramentos espec\u00edficos, os quais exigem constante aprendizado, dedica\u00e7\u00e3o e atualiza\u00e7\u00e3o. Nesse contexto, \u00e9 imperativo que as propriedades rurais tenham uma gest\u00e3o profissional como condi\u00e7\u00e3o para se manter sustent\u00e1vel como atividade econ\u00f4mica. Sendo assim, \u00e9 poss\u00edvel dizer que, por suas habilidades transversais, as mulheres, quando n\u00e3o gerenciam, agregam habilidades e experi\u00eancias na gest\u00e3o dos neg\u00f3cios, buscando conhecimentos e novas formas de atua\u00e7\u00e3o, desde a produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 a comercializa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A seguir, exemplos de mulheres que em um momento complexo da hist\u00f3ria, marcado por uma pandemia, no qual os cuidados com a vida e a seguran\u00e7a alimentar se fazem mais necess\u00e1rios que nunca, t\u00eam acentuado em seu trabalho caracter\u00edsticas tidas como intr\u00ednsecas ao ser feminino, as quais t\u00eam se mostrado essenciais para gerir neg\u00f3cios agropecu\u00e1rios, com ado\u00e7\u00e3o de tecnologia e gest\u00e3o eficaz de pessoas, contribuindo favoravelmente para o futuro do agro paulista e brasileiro.<\/p>\n<p><strong>Do plantio de hortali\u00e7as em \u00e1rea cedida \u00e0 presid\u00eancia de associa\u00e7\u00e3o com 150 membros<\/strong><\/p>\n<div class=\"caption left\"><\/p>\n<p>Solange Pinheiro na lida di\u00e1ria como produtora rural<\/p>\n<p><\/img><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 20 anos, Solange Aparecida Nobre Pinheiro e o marido Ad\u00e3o Aparecido Pinheiro acalentavam o sonho de viver da produ\u00e7\u00e3o rural. Sem recursos para adquirir uma \u00e1rea no munic\u00edpio de Lins, onde moravam, viram em um projeto da Prefeitura a possibilidade de torn\u00e1-lo realidade. \u201cA gest\u00e3o municipal cedia terrenos urbanos desocupados para a instala\u00e7\u00e3o de hortas comunit\u00e1rias. Come\u00e7amos, ent\u00e3o, o nosso plantio e a comercializa\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as, que perdurou por sete anos, consolidando a nossa voca\u00e7\u00e3o para trabalhar na terra\u201d, conta a produtora, lembrando que, ap\u00f3s esse per\u00edodo, a Prefeitura disponibilizou uma \u00e1rea para um assentamento das fam\u00edlias interessadas em assumir a agropecu\u00e1ria como atividade principal. \u201cConquistamos o nosso lote e come\u00e7amos a trabalhar apenas com a for\u00e7a do \u2018bra\u00e7o e do enxad\u00e3o\u2019. Era um trabalho pesado, mas a recompensa era ver o fruto do nosso esfor\u00e7o se transformar em alimentos saud\u00e1veis e renda para iniciarmos a constru\u00e7\u00e3o da nossa casa\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s alguns meses de trabalho, viram na organiza\u00e7\u00e3o rural a oportunidade de promover um crescimento da produ\u00e7\u00e3o na \u00e1rea e ampliar as alternativas de renda para todos. \u201cJuntos com oito produtores de oler\u00edcolas e frutas fundamos uma associa\u00e7\u00e3o, sob a presid\u00eancia do meu marido, entidade que aos poucos foi crescendo. Ap\u00f3s dois anos de gest\u00e3o, ele desistiu de ocupar o cargo e, por unanimidade, fui eleita presidente, pois segundo os membros eu j\u00e1 trabalhava muito pelo bem de todos\u201d, comenta Solange, que, logo ap\u00f3s assumir o cargo, sofreu um grande abalo com o falecimento do esposo. \u201cAl\u00e9m do luto, tive que me deparar com uma situa\u00e7\u00e3o assustadora: tr\u00eas filhos, uma ch\u00e1cara e a lideran\u00e7a de uma associa\u00e7\u00e3o da qual muitos dependiam. O primeiro pensamento foi: \u2018E agora?\u2019 Muitos disseram que eu n\u00e3o daria conta, mas com a certeza de que tinha que concretizar os trabalhos e sonhos, arregacei as mangas, confiei em Deus, contei com ajuda de um filho que deixou o trabalho na cidade e de vizinhos que auxiliavam no trabalho pesado\u201d.<\/p>\n<div class=\"caption right\"><\/p>\n<p>Sempre em buscas de novas tecnologias e parceiros para impulsionar a Apol<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, ap\u00f3s oito anos, Solange rememora as dificuldades passadas e celebra os sonhos realizados. \u201cCom muita for\u00e7a de vontade de trabalhar e aprender tudo o que diz respeito \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, \u00e0 gest\u00e3o e \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o (segundo ela, fez todos os cursos oferecidos pela Casa da Agricultura e pelo Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas \u2012 Sebrae) alcancei muitas conquistas. Tenho minha casa finalizada; meu carro quitado; aposentei o enxad\u00e3o e adquiri equipamentos como ro\u00e7adeiras e trator, entre outros; investi em tecnologia e irriga\u00e7\u00e3o. Continuo \u00e0 frente da hoje intitulada Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores e Olericultores de Lins e Regi\u00e3o (Apol), que conta com 150 associados. Fomos beneficiados com recursos do Projeto Microbacias II- executado pela extens\u00e3o rural da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, cujos t\u00e9cnicos t\u00eam nos apoiado grandemente &#8211; os quais possibilitaram o aperfei\u00e7oamento de nossas capacidades log\u00edstica e estrutural, de beneficiamento, distribui\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o. Investimos em uma gest\u00e3o profissional, comercializamos em diversas frentes, de grandes redes de supermercados ao atendimento de pol\u00edticas de compras p\u00fablicas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalizando seu relato, Solange deixa uma mensagem a outras mulheres: \u201cN\u00e3o somos super-hero\u00ednas, mas com decis\u00e3o, dedica\u00e7\u00e3o, parceria, desejo de aprender sempre (agora ela ir\u00e1 se matricular em um curso de computa\u00e7\u00e3o) e uni\u00e3o, somos capazes de romper as barreiras, vencer as dificuldades e gerir e\/ou compartilhar a gest\u00e3o do neg\u00f3cio rural\u201d.<\/p>\n<p><strong>AgroMeninas: do sonho de crian\u00e7a ao sucesso no neg\u00f3cio rural<\/strong><\/p>\n<div class=\"caption left\"><\/p>\n<p>Ariane, Aline e Aniele trabalho dedica\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o profissional garantem o sucesso do s\u00edtio AgroMeninas<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde pequenas, as g\u00eameas Aniele e Ariane, 24, e a irm\u00e3 Aline, 26, acompanharam os pais e av\u00f3s \u201cna ro\u00e7a\u201d, em Guapia\u00e7u, munic\u00edpio de 22 mil habitantes (localizado na regi\u00e3o de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto), cuja base da economia \u00e9 a agropecu\u00e1ria e 70% das propriedades s\u00e3o pequenas. Em meio \u00e0s brincadeiras de crian\u00e7a, ajudavam a retirar o leite, a plantar ou colher, e era do que elas mais gostavam. E assim as meninas, que s\u00e3o a quarta gera\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia Caldeira de Paula, cresceram e, junto com elas, o amor pela terra e a atividade rural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, as meninas continuam sendo conhecidas por esse codinome, tanto que a propriedade adquirida por eles (pais e filhas) recebeu o nome de AgroMeninas. \u201cSempre soubemos que a nossa vida estava ligada ao s\u00edtio e sermos produtoras rurais era a nossa paix\u00e3o. Quando terminamos o ensino m\u00e9dio, nosso desejo era assumir a propriedade junto com nossa fam\u00edlia, mas o pai nos disse: &#8211; \u2018Voc\u00eas ir\u00e3o estudar. V\u00e3o para a faculdade, pois este \u00e9 um trabalho muito pesado e n\u00e3o quero que voc\u00eas passem pelo que eu passei\u2019\u201d, conta Aniele, dizendo que elas se recusaram, mas depois Aline acabou aceitando ir estudar na cidade (S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto), desde que fosse e voltasse no mesmo dia. \u201cEscolhi o curso de Engenharia Civil e me empenhei em obter o diploma. Quando chegou a hora de as minhas irm\u00e3s irem para a universidade, seguiram meu exemplo e optaram pelo mesmo curso\u201d, diz Aline, que, entre sorrisos, lembra que a faculdade foi uma boa \u201cescola\u201d, mas a lida no s\u00edtio \u00e9 melhor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s a conclus\u00e3o do curso, as tr\u00eas decidiram que o conhecimento obtido seria aliado \u00e0 pr\u00e1tica di\u00e1ria e ao saber emp\u00edrico. Aos poucos, identificaram os problemas da propriedade, que vinha passando um momento dif\u00edcil, ap\u00f3s um investimento em gado de corte. Decidiram investir na olericultura e na avicultura de corte. \u201cVimos que, al\u00e9m de ter voca\u00e7\u00e3o para essas atividades, o momento era bom para comercializa\u00e7\u00e3o. Apostamos em tecnologia e fizemos parcerias para alavancar o neg\u00f3cio. Na parte de hortali\u00e7as, diversificamos a produ\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do plantio a c\u00e9u aberto. Com apoio de um parceiro, investimos na constru\u00e7\u00e3o de uma estufa e adotamos o sistema de hidroponia. O que parecia uma loucura naquele momento, se mostrou a decis\u00e3o mais acertada\u201d, comenta Ariane.<\/p>\n<div class=\"caption right\"><\/p>\n<p>As AgroMeninas<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente, a AgroMeninas ocupa uma \u00e1rea de cerca de 5ha, conta com duas estufas onde s\u00e3o cultivadas diversas folhosas em sistema hidrop\u00f4nico, al\u00e9m de uma \u00e1rea de couve plantada na terra. Nos dois barrac\u00f5es da granja, 40 mil frangos s\u00e3o criados a cada ciclo, no sistema de integra\u00e7\u00e3o, por meio do qual a empresa parceira fornece pintinhos, ra\u00e7\u00e3o, medica\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia t\u00e9cnica. \u201cEm toda a nossa produ\u00e7\u00e3o, seja de oler\u00edcolas ou de frangos, fazemos a gest\u00e3o de todo o processo e a comercializa\u00e7\u00e3o amarrada com a produ\u00e7\u00e3o, para minimizar as perdas. H\u00e1 dois anos, com o apoio dos t\u00e9cnicos da Casa da Agricultura de Guapia\u00e7u e da CDRS Regional de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto, que nos ajudam em todas as \u00e1reas, nos tornamos cooperadas na Cooperativa dos Produtores Rurais de Rio Preto, entidade pela qual comercializamos a maior parte de nossa produ\u00e7\u00e3o, fato que impulsionou o nosso neg\u00f3cio\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar do trabalho \u00e1rduo no campo, que \u00e0s vezes pode come\u00e7ar \u00e0s duas da manh\u00e3 e terminar depois das 20h, as meninas n\u00e3o querem outra vida. \u201cJ\u00e1 nos perguntaram se trabalhar na cidade n\u00e3o era melhor e a nossa resposta \u00e9 sempre a mesma: \u2018N\u00e3o!\u2019. Aqui temos qualidade de vida, renda para viver com dignidade ao lado da nossa fam\u00edlia. Quando o servi\u00e7o (que inclui desde o plantio at\u00e9 a colheita \u2013 com utiliza\u00e7\u00e3o de todos os equipamentos e maquin\u00e1rios \u2013, o manejo dos frangos, bem como a gest\u00e3o da propriedade, agregando as quest\u00f5es administrativas) termina, n\u00e3o h\u00e1 prazer melhor que pescar com nossos pais, contemplar a natureza e desfrutar das del\u00edcias que s\u00f3 existem na ro\u00e7a\u201d, dizem Aline, Ariane e Aniele, que mesmo em meio ao trabalho bra\u00e7al, n\u00e3o deixam o ser feminino de lado, fazendo quest\u00e3o de cuidar da apar\u00eancia e n\u00e3o esquecendo de um bom batom vermelho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, lembrando que s\u00e3o jovens, em pleno 2021, n\u00e3o deixam de lado tamb\u00e9m a internet e as redes sociais: o Instagram da AgroMeninas (@agromeninas_3) tem rendido visibilidade, com muitas entrevistas em programas de televis\u00e3o e convites para se tornarem influencers. \u201cMas a gente quer mesmo \u00e9 continuar na nossa simplicidade, com nosso trof\u00e9u que \u00e9 poder viver e trabalhar naquilo que amamos\u201d. E os pais, que n\u00e3o queriam as meninas na lida di\u00e1ria, o que acham do desenrolar dessa hist\u00f3ria? \u201cElas s\u00e3o nosso orgulho e base de sustento, nos ajudaram a mudar a realidade da propriedade, e sem elas, hoje, o s\u00edtio n\u00e3o iria mais para frente; portanto, fizeram e fazem toda a diferen\u00e7a aqui!\u201d, comemoram seu Fl\u00e1zio e dona Silvia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mulheres no agro: o poder feminino se faz presente em propriedades e organiza\u00e7\u00f5es rurais 05\/03\/2021 Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Desenvolvimento Sustent\u00e1velAgroneg\u00f3cioAgroMeninas Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente. Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente. Voc\u00ea [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-10227","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10227","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10227"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10227\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10227"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10227"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10227"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}