{"id":10187,"date":"2021-03-26T00:00:00","date_gmt":"2021-03-26T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/03\/26\/consumo-de-peixes-nao-convencionais-une-sabor-nutricao-e-fortalecimento-da-pesca-regional\/"},"modified":"2021-03-26T00:00:00","modified_gmt":"2021-03-26T03:00:00","slug":"consumo-de-peixes-nao-convencionais-une-sabor-nutricao-e-fortalecimento-da-pesca-regional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/03\/26\/consumo-de-peixes-nao-convencionais-une-sabor-nutricao-e-fortalecimento-da-pesca-regional\/","title":{"rendered":"Consumo de Peixes N\u00e3o-convencionais une sabor, nutri\u00e7\u00e3o e fortalecimento da pesca regional"},"content":{"rendered":"<div class=\"blog margin-bottom-40\">\n<h2>Consumo de Peixes N\u00e3o-convencionais une sabor, nutri\u00e7\u00e3o e fortalecimento da pesca regional<\/h2>\n<div class=\"blog-post-tags\">\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li><i class=\"fa fa-calendar\"><\/i> 26\/03\/2021<\/li>\n<li><i class=\"fa fa-pencil\"><\/i> Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-tags\">\n<li>\n<i class=\"fa fa-tags\"><\/i><br \/>\n<a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Instituto de Pesca\">Instituto de Pesca<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Pescado\">Pescado<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Betara\">Betara<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Palombeta\">Palombeta<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Salteira\">Salteira<\/a> <\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li style=\"float: left;\">\n<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<div class=\"fb-share-button\" data-layout=\"button_count\" data-mobile_iframe=\"true\" data-size=\"large\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li><a class=\"twitter-share-button\" data-lang=\"en\"><\/a><br \/>\n<noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li>\n<div class=\"g-plus\" data-action=\"share\" data-annotation=\"bubble\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"blog-img\">\n<img decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"img-responsive center-block\" src=\"\/portal\/themes\/unify\/img\/noticias\/peixes-nao-convencionaisfoto1.-347.jpg\"\/>\n<\/div>\n<p><p style=\"text-align: center;\">Foto: R\u00fabia Tomita<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Betara, Palombeta, Salteira&#8230;que tal experimentar um desses peixes na \u00e9poca da P\u00e1scoa?<br \/><\/em>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de S\u00e3o Paulo, desenvolve pesquisas e a\u00e7\u00f5es visando ampliar o consumo dos chamados Peixes N\u00e3o-convencionais (Penacos). Os trabalhos abrangem desde a qualidade nutricional desse alimento, ao aspecto social relacionado \u00e0 pesca e o potencial de mercado envolvido, com foco no consumo consciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO termo Penacos surgiu em Santos, atrav\u00e9s de um chef de cozinha que \u00e9 tamb\u00e9m um estudioso, F\u00e1bio Leal, mas j\u00e1 est\u00e1 em muitos estados\u201d, diz Erika Fabiane Furlan, pesquisadora do IP. Como explica, basicamente, os Penacos s\u00e3o esp\u00e9cies de peixes usadas tradicionalmente por popula\u00e7\u00f5es de pescadores e ribeirinhos, mas que tem menor valor comercial, por n\u00e3o serem usualmente conhecidas e consumidas por p\u00fablicos mais amplos. \u201cEsse termo j\u00e1 est\u00e1 t\u00e3o bem estabelecido que pescadores de algumas col\u00f4nias j\u00e1 se referem \u00e0s esp\u00e9cies como Penacos\u201d, afirma Ingrid Cabral Machado, tamb\u00e9m pesquisadora do Instituto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Ingrid, a inten\u00e7\u00e3o de abarcar essas esp\u00e9cies sob a sigla \u00e9 uma estrat\u00e9gia para auxiliar na conscientiza\u00e7\u00e3o do consumidor sobre a import\u00e2ncia de consumi-los. \u201cO pescador artesanal, que trabalha em baixa escala, em regime de economia familiar, acaba obtendo essas esp\u00e9cies na pesca e encontra dificuldade em comercializar\u201d, prossegue. \u201cH\u00e1 tamb\u00e9m uma sazonalidade na produ\u00e7\u00e3o: ele n\u00e3o tem todas as esp\u00e9cies o tempo todo, existe uma flutua\u00e7\u00e3o. A ideia \u00e9 conseguir mercado para esses peixes tamb\u00e9m\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Consumidor paulista ainda carece de conhecimento sobre pescado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As especialistas do IP dizem que apesar de seu vasto litoral e grande quantidade de rios, o consumidor paulista &#8211; assim como de boa parte do Sudeste e Sul brasileiros &#8211; ainda n\u00e3o v\u00ea o peixe como uma de suas principais fontes de prote\u00edna na alimenta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria. Nos grandes centros urbanos, acreditam, as pessoas t\u00eam menos contato com pescado, limitando-se a consumi-los em ocasi\u00f5es especiais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMuitas vezes o consumidor n\u00e3o diferencia nem mesmo quais peixes s\u00e3o marinhos e quais de \u00e1gua doce\u201d, menciona Erika, para quem muita gente tem dificuldade na escolha do pescado, por n\u00e3o ter o h\u00e1bito de prepar\u00e1-lo em casa. \u201cIsso a gente v\u00ea nitidamente, por exemplo, quando vai conversar com os jovens, que comem muito fora de casa. Quando voc\u00ea fala de um ingrediente ele n\u00e3o sabe dizer o que \u00e9 e nem como escolher, porque n\u00e3o tem o h\u00e1bito de cozinhar. \u00c0s vezes os pr\u00f3prios pais j\u00e1 n\u00e3o tinham mais\u201d, exemplifica. A pesquisadora constata que, no geral, o consumidor brasileiro muitas vezes n\u00e3o conhece nem mesmo as esp\u00e9cies convencionais de pescado, limitando-se ao salm\u00e3o, ou til\u00e1pia (comercializada como Saint-Peter), por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs pessoas, muitas vezes, sequer conhecem os peixes que s\u00e3o pescados ou produzidos na pr\u00f3pria regi\u00e3o\u201d, adiciona Ingrid, lembrando que mesmo em cidades do litoral de S\u00e3o Paulo, \u00e9 mais regra que exce\u00e7\u00e3o os restaurantes servirem esp\u00e9cies importadas, como a merluza argentina ou a polaca do Alaska, ao inv\u00e9s das encontradas localmente. \u201cO assunto \u00e9 importante porque falta realmente o conhecimento por parte do consumidor\u201d, coloca a pesquisadora.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Fotos: R\u00fabia Tomita<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A import\u00e2ncia do consumo respons\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As pesquisadoras do IP defendem que junto com um aumento da informa\u00e7\u00e3o do consumidor sobre os pescados, tende a surgir uma maior preocupa\u00e7\u00e3o com as origens e caracter\u00edsticas de cada produto, o que se relaciona \u00e0 tend\u00eancia do consumo respons\u00e1vel, que engloba aspectos ambientais, sociais e econ\u00f4micos. De acordo com Ingrid, a este respeito, existem duas etapas diferentes na cadeia. \u201cQuando se fala de pesca respons\u00e1vel, se refere \u00e0s boas pr\u00e1ticas na atividade em si: n\u00e3o praticar pesca predat\u00f3ria, respeitar o defeso, evitar esp\u00e9cies que est\u00e3o em listas de amea\u00e7adas, fazer a escolha correta de petrechos, buscar reduzir o rejeito na pesca\u201d, diz a pesquisadora do IP. J\u00e1 o consumo respons\u00e1vel, pormenoriza, envolve diretamente o consumidor, relacionando-o com esses preceitos. \u201c\u00c9 o conhecimento de que existem esp\u00e9cies que est\u00e3o amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o que ele deve preterir na hora da compra, tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o ao tamanho dos peixes que s\u00e3o comercializados, que deve obedecer a certas regras, entre outras coisas\u201d, complementa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 Erika levanta tamb\u00e9m a quest\u00e3o da sazonalidade de cada esp\u00e9cie e faz uma analogia \u00e0s \u201cfrutas da \u00e9poca\u201d. \u201cAssim como muitas frutas t\u00eam as esta\u00e7\u00f5es do ano, o peixe tamb\u00e9m, pois tem \u00e9pocas em que est\u00e1 no defeso e n\u00e3o pode ser capturado e tem \u00e9pocas em que est\u00e1 dispon\u00edvel e \u00e9 mais facilmente pescado\u201d, detalha. Conforme elucida, a observ\u00e2ncia \u00e0 essa sazonalidade est\u00e1 relacionada tanto \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o dos estoques pesqueiros quanto \u00e0 qualidade e pre\u00e7o do que est\u00e1 sendo vendido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Especificamente quanto aos valores encontrados, Erika menciona que esse ainda \u00e9 um empecilho para maior aceita\u00e7\u00e3o do pescado. No entanto, acredita estar havendo melhoras no cen\u00e1rio. \u201cAinda escutamos do consumidor que o pescado \u00e9 muito caro, e com menor rendimento quando comparado \u00e0 carne bovina, por exemplo. Entretanto, como nesse ano tivemos uma alta no pre\u00e7o de algumas carnes, o peixe ficou mais competitivo e, assim, o consumidor que n\u00e3o levava esse produto para casa por causa do pre\u00e7o, come\u00e7ou a levar\u201d, assegura. De outro lado, a especialista credita essa maior procura a um apelo \u00e0 saudabilidade do pescado, fazendo com que as pessoas levem em conta esse valor agregado num momento de preocupa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade. No que diz respeito ao pre\u00e7o, garantem as especialistas, os Penacos s\u00e3o um caminho interessante, por serem esp\u00e9cies que frequentemente s\u00e3o pescadas em quantidade e acabam at\u00e9 mesmo descartadas, por que a ind\u00fastria n\u00e3o v\u00ea valor comercial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisadora Ingrid ressalta ainda um outro vi\u00e9s central na quest\u00e3o, o aspecto social. \u201cConsumo respons\u00e1vel tem muito a ver com isso: reconhecer a proced\u00eancia do pescado e relacionar a uma comunidade que esteja trabalhando em regime de economia familiar, dar prefer\u00eancia a este tipo de processo\u201d, enfatiza. A especialista diz que j\u00e1 h\u00e1 restaurantes que trabalham com esse conceito, trazendo ao consumidor o conhecimento de que o pescado que ele est\u00e1 comendo foi obtido pelo trabalho de determinada comunidade, como uma atividade tradicional. Para Ingrid, isso \u00e9 um processo educativo: levar ao consumidor uma preocupa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o est\u00e1 internalizada. \u201cNesse nosso universo de consumo, muitas vezes olhamos para os produtos e n\u00e3o enxergamos quem produziu. Existe uma dissocia\u00e7\u00e3o entre aquilo que nos nutre, o alimento, e aquelas pessoas que o produziram\u201d, pondera a pesquisadora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Instituto se dedica \u00e0 promo\u00e7\u00e3o do consumo de pescado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Levando em conta todos os aspectos que envolvem o consumo de pescado e a import\u00e2ncia que adquire, a Secretaria de Agricultura realiza a\u00e7\u00f5es de pesquisa e extens\u00e3o voltadas ao fomento da cadeia, e j\u00e1 confere um olhar pr\u00f3prio para os Penacos. \u201cN\u00f3s participamos de diversos eventos levando a discuss\u00e3o dos Penacos enquanto uma pauta importante para o consumo sustent\u00e1vel e, consequentemente, o desenvolvimento sustent\u00e1vel\u201d, aponta Erika, citando o exemplo do Simp\u00f3sio de Controle de Qualidade do Pescado (Simcope), que ocorre bianualmente. \u201cMuita gente passou a nos buscar interessada no tema\u201d, anima-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00f3s participamos de alguns f\u00f3runs na nossa regi\u00e3o e levantamos frequentemente esse debate: a Baixada Santista \u00e9 produtora de produtos de origem animal, o peixe est\u00e1 em todo lado, tem-se toda uma cultura da pesca que est\u00e1 estabelecida na regi\u00e3o\u201d, agrega Ingrid.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O IP, juntamente com a Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustent\u00e1vel (CDRS), tamb\u00e9m da Secretaria, integra o Conselho de Desenvolvimento da Regi\u00e3o Metropolitana da Baixada Santista (Condesb), que possui uma c\u00e2mara tem\u00e1tica sobre agricultura, pesca e economia solid\u00e1ria, e est\u00e1 elaborando projetos participativos com comunidades tradicionais, debatendo as oportunidades que podem ser geradas com a pesca artesanal. \u201cPercebemos que o termo Penaco precisa ser popularizado e precisamos ajudar a promover a cultura do consumo dessas esp\u00e9cies. \u00c9 tamb\u00e9m uma fun\u00e7\u00e3o nossa, no IP, trazer um pouco dessa preocupa\u00e7\u00e3o.\u201d, enfatiza Ingrid. \u201cIsso, casado com a gastronomia, os restaurantes, pode trazer resultados muito bons\u201d, conclui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se voc\u00ea se animou em experimentar os Peixes N\u00e3o-convencionais, confira o nome de alguns deles, indicados por Eliane Diniz, presidente da Col\u00f4nia de Pescadores Z5 J\u00falio Concei\u00e7\u00e3o, de Peru\u00edbe-SP: Parati, Guaivira, Mandi, Espada, Caratinga, Betara, Acar\u00e1, Carapau, Maria Luiza, Palombeta, Salteira e Oveva.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Consumo de Peixes N\u00e3o-convencionais une sabor, nutri\u00e7\u00e3o e fortalecimento da pesca regional 26\/03\/2021 Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Instituto de PescaPescadoBetaraPalombetaSalteira Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente. 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