{"id":10176,"date":"2021-04-01T00:00:00","date_gmt":"2021-04-01T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/04\/01\/voce-consome-pescado-pesquisadoras-do-instituto-de-pesca-explicam-porque-devemos-inclui-los-na-alimentacao-e-elucidam-alguns-mitos\/"},"modified":"2021-04-01T00:00:00","modified_gmt":"2021-04-01T03:00:00","slug":"voce-consome-pescado-pesquisadoras-do-instituto-de-pesca-explicam-porque-devemos-inclui-los-na-alimentacao-e-elucidam-alguns-mitos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/04\/01\/voce-consome-pescado-pesquisadoras-do-instituto-de-pesca-explicam-porque-devemos-inclui-los-na-alimentacao-e-elucidam-alguns-mitos\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea consome pescado? Pesquisadoras do Instituto de Pesca explicam porque devemos inclu\u00ed-los na alimenta\u00e7\u00e3o e elucidam alguns mitos"},"content":{"rendered":"<div class=\"blog margin-bottom-40\">\n<h2>Voc\u00ea consome pescado? Pesquisadoras do Instituto de Pesca explicam porque devemos inclu\u00ed-los na alimenta\u00e7\u00e3o e elucidam alguns mitos<\/h2>\n<div class=\"blog-post-tags\">\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li><i class=\"fa fa-calendar\"><\/i> 01\/04\/2021<\/li>\n<li><i class=\"fa fa-pencil\"><\/i> Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-tags\">\n<li>\n<i class=\"fa fa-tags\"><\/i><br \/>\n<a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Peixes\">Peixes<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Moluscos\">Moluscos<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=organismos aqu\u00e1ticos\">organismos aqu\u00e1ticos<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=crust\u00e1ceos\">crust\u00e1ceos<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=anf\u00edbios\">anf\u00edbios<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=equinodermos\">equinodermos<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=r\u00e9pteis\">r\u00e9pteis<\/a> <\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li style=\"float: left;\">\n<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<div class=\"fb-share-button\" data-layout=\"button_count\" data-mobile_iframe=\"true\" data-size=\"large\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li><a class=\"twitter-share-button\" data-lang=\"en\"><\/a><br \/>\n<noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li>\n<div class=\"g-plus\" data-action=\"share\" data-annotation=\"bubble\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"blog-img\">\n<img decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"img-responsive center-block\" src=\"\/portal\/themes\/unify\/img\/noticias\/pescadocapa.-e9d.jpg\"\/>\n<\/div>\n<p><p style=\"text-align: center;\">Cr\u00e9dito: R\u00fabia Tomita<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Saud\u00e1veis e saborosos, o consumo dos organismos aqu\u00e1ticos representa um mar de possibilidades<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Compreendendo uma ampla gama de esp\u00e9cies animais, o pescado \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o valiosa de prote\u00edna de alta qualidade, al\u00e9m de trazer sabor e variedade \u00e0s refei\u00e7\u00f5es. O Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de S\u00e3o Paulo, desenvolve pesquisas e a\u00e7\u00f5es voltadas a disseminar a import\u00e2ncia desses alimentos e mostrar seus benef\u00edcios para a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO Brasil tem uma diversidade impressionante de tipos de pescado\u201d, diz a pesquisadora do IP Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva. \u201cUsamos o termo para nos referirmos a todos esses organismos aqu\u00e1ticos: peixes, crust\u00e1ceos (camar\u00f5es, lagostas, siris, caranguejos), moluscos (mariscos, mexilh\u00e3o, polvo, lula, ostras) e, al\u00e9m desses, os r\u00e9pteis (a exemplo do jacar\u00e9, tartaruga), os anf\u00edbios (r\u00e3s) e alguns equinodermos, como o pepino do mar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme aponta, o consumo desses produtos sempre foi visto como um h\u00e1bito saud\u00e1vel, algo que \u00e9 corroborado pelas pesquisas cient\u00edficas. \u201cQuando pensamos em alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel, o pescado \u00e9 um alimento estrat\u00e9gico\u201d, coloca a especialista.\u00a0\u201cTanto pela alta qualidade das prote\u00ednas, quanto pela presen\u00e7a de nutrientes muito importantes, como os \u00e1cidos-graxos (ou gorduras) poli-insaturados, principalmente os chamados \u00d4mega-3, relacionados ao desenvolvimento neurol\u00f3gico, principalmente na inf\u00e2ncia e mesmo na gesta\u00e7\u00e3o\u201d, complementa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses alimentos, explica, podem implicar, inclusive, na diminui\u00e7\u00e3o do risco de algumas doen\u00e7as coronarianas, sendo importante aliados no combate \u00e0 obesidade. \u201cTemos, ainda, os micronutrientes, como os minerais, que s\u00e3o muito importantes para o funcionamento do nosso organismo, como o mangan\u00eas, magn\u00e9sio, zinco, cobre entre outros, al\u00e9m das vitaminas do complexo B\u201d, acrescenta R\u00fabia Yuri Tomita, tamb\u00e9m pesquisadora do IP, real\u00e7ando mais aspectos nutricionais positivos dos organismos aqu\u00e1ticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos esses impactos positivos na sa\u00fade s\u00e3o confirmados pelas recomenda\u00e7\u00f5es dos principais \u00f3rg\u00e3os de sa\u00fade em n\u00edvel mundial e nacional. \u201cA Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), tem recomendado o consumo de uma a duas por\u00e7\u00f5es semanais de pescado, assim como a Autoridade de Seguran\u00e7a Alimentar da Uni\u00e3o Europeia, que recomenda o consumo de 300g de peixe por semana para adultos\u201d, coloca R\u00fabia, o que daria um consumo per capita de cerca de 12 kg por ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com as pesquisadoras, o Brasil est\u00e1 pr\u00f3ximo desse patamar se considerarmos a m\u00e9dia nacional, com cerca de 10 kg anuais por pessoa, mas h\u00e1 discrep\u00e2ncias acentuadas entre as regi\u00f5es do pa\u00eds. \u201cNa Regi\u00e3o Norte, temos um consumo muito grande, cerca de 30 kg\/ano, o maior do pa\u00eds. Em compensa\u00e7\u00e3o, na Regi\u00e3o Sul, n\u00e3o chega a 2 kg\/ano per capita\u201d, detalha R\u00fabia. J\u00e1 Cristiane aponta que, da mesma forma que acontece no Brasil, S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m apresenta caracter\u00edsticas peculiares em cada regi\u00e3o do Estado. \u201cFizemos um estudo, em 2010, focado na Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo, onde encontramos um consumo interessante, relacionado principalmente aos restaurantes e servi\u00e7os de alimenta\u00e7\u00e3o, chegando a 15 kg por pessoa\u201d, relata a pesquisadora, contextualizando que em outras cidades paulistas o consumo \u00e9 bem menor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual pescado devo escolher? Todos!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com uma variedade t\u00e3o grande, como escolher qual pescado comprar? O conselho das especialistas \u00e9 justamente experimentar, variar e testar os diferentes tipos para ver quais mais agradam ao paladar, se mostram mais pr\u00e1ticos e t\u00eam melhor rendimento. \u201cFazendo experimenta\u00e7\u00f5es, o consumidor vai ter a oportunidade de escolher entre peixes de extrativismo (pesca) ou cultivo, de \u00e1gua salgada ou doce, e uma enormidade de sabores e caracter\u00edsticas nutricionais\u201d, garante Cristiane.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">R\u00fabia, por sua vez, pondera que apesar de alguns peixes possu\u00edrem mais gordura que outros, isso n\u00e3o deve ser considerado um problema, pois trata-se de \u201cgordura boa\u201d. De qualquer forma, h\u00e1 op\u00e7\u00f5es para todos os gostos. \u201cUma pesquisa que fizemos em 2016 mostrou que peixes como sardinha e trilha possuem mais gordura e s\u00e3o mais cal\u00f3ricos; j\u00e1 tambaqui, abr\u00f3tea e pescada-branca s\u00e3o mais magros\u201d, detalha. Ela ressalta a necessidade de pensarmos na variedade como um fator essencial. \u201cA indica\u00e7\u00e3o para o consumidor \u00e9 buscar essa riqueza da diversidade de pescado e n\u00e3o ter uma preocupa\u00e7\u00e3o com qual seria \u2018mais saud\u00e1vel\u2019, pois todos s\u00e3o!\u201d, concorda Cristiane.\u00a0Para as duas, do mesmo modo que devemos procurar a diversifica\u00e7\u00e3o quando falamos no consumo de frutas, legumes e verduras, no que diz respeito ao pescado, tamb\u00e9m \u00e9 importante diversificar. \u201cN\u00e3o consuma apenas salm\u00e3o, por exemplo. Busque variedade\u201d, aconselham.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.apta.sp.gov.br\/noticias\/consumo-de-peixes-n%C3%A3o-convencionais-une-sabor,-nutri%C3%A7%C3%A3o-e-fortalecimento-da-pesca-regional\"><strong>Consumo de Peixes N\u00e3o-convencionais une sabor, nutri\u00e7\u00e3o e fortalecimento da pesca regional<\/p>\n<p><\/strong><\/a><\/p>\n<div class=\"caption none\"><\/p>\n<p>Cr\u00e9dito: R\u00fabia Tomita<\/p>\n<p><\/img><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><br \/>Tirando do caminho os mitos sobre pescado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para as pesquisadoras do IP, tem havido um aumento no interesse pelo pescado por parte dos consumidores brasileiros, reflexo de uma maior preocupa\u00e7\u00e3o com a alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel &#8211; em parte devido \u00e0 atual pandemia. No entanto, ainda prevalece no senso comum alguns mitos, ou preconceitos infundados quanto ao consumo de peixes, crust\u00e1ceos e moluscos.\u00a0Cristiane e R\u00fabia nos ajudam a afugentar alguns deles:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><u>Pescado \u00e9 muito dif\u00edcil de preparar<\/u><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Provavelmente voc\u00ea j\u00e1 deve ter ouvido isso, ou pessoalmente deu prefer\u00eancia \u00e0 compra de outra carne pensando no trabalho extra que seria preparar um pescado. Conforme explica Cristiane, isso n\u00e3o \u00e9 mais uma realidade, gra\u00e7as \u00e0 oferta de produtos variados que encontramos atualmente. \u201cNo passado, esse era um dos pontos que levava o consumidor, por vezes, a n\u00e3o escolher o pescado, pela dificuldade em eviscerar, descamar etc. Hoje, no entanto, encontramos fil\u00e9s j\u00e1 sem pele, sem espinhos, sem v\u00edsceras, prontos para o preparo\u201d, afirma. Ela menciona que algumas pesquisas j\u00e1 evidenciam o aumento de consumo nos lares, pois o consumidor passou a perceber que pode, sim, ser f\u00e1cil e pr\u00e1tico preparar o pescado.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><u>S\u00f3 como o pescado se for fresco; nada de congelado<\/u><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Essa \u00e9 outra afirma\u00e7\u00e3o que n\u00e3o procede, de acordo com as pesquisadoras. \u201cO pescado tem que ser de qualidade, seja fresco, seja congelado ou conservado de outra forma, ou seja pronto para o consumo\u201d, garante R\u00fabia. A pesquisadora acredita que essa cren\u00e7a se deve a fatores culturais dos brasileiros, onde, antigamente, prezava-se por comprar o peixe rec\u00e9m-desembarcado, das m\u00e3os do pescador. Com o desenvolvimento da cadeia do frio e da industrializa\u00e7\u00e3o do pescado no pa\u00eds, entretanto, passou a ser poss\u00edvel conserv\u00e1-lo por muito mais tempo e pessoas de regi\u00f5es distantes do litoral puderam ter acesso aos frutos do mar, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA cadeia produtiva est\u00e1 cada vez mais organizada e a qualidade cada vez melhor. Os \u00f3rg\u00e3os de inspe\u00e7\u00e3o est\u00e3o trabalhando bastante e atuando no sentido de coibir falsifica\u00e7\u00f5es e fraudes, tentando transmitir uma seguran\u00e7a maior para o consumidor\u201d, garante R\u00fabia. As pesquisadoras lembram que, fresco ou congelado, \u00e9 essencial comprar pescado em estabelecimentos de confian\u00e7a, que cumpram os requisitos higi\u00eanicos-sanit\u00e1rios e sejam aprovados pelos \u00f3rg\u00e3os fiscalizadores.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><u>Tenho medo de comer peixe, porque tem muita espinha<\/u><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais um preconceito de raiz cultural em nosso pa\u00eds que acaba atrapalhando o acesso ao pescado. \u201c\u00c9 uma preocupa\u00e7\u00e3o at\u00e9 certo ponto exacerbada, que acaba se tornando um dem\u00e9rito na percep\u00e7\u00e3o popular sobre o pescado. Muita gente n\u00e3o come pensando nesse risco\u201d, lamenta Cristiane. Embora algumas esp\u00e9cies tenham muitas espinhas e que seja necess\u00e1ria aten\u00e7\u00e3o ao consumi-las, h\u00e1 muitos peixes com bem poucas, a exemplo dos bagres, do ca\u00e7\u00e3o, da truta, do pirarucu, entre outros.\u00a0\u201cEsse \u00e9 um mito importante que podemos melhorar, tanto na escolha da esp\u00e9cie quanto nos modos de preparo, optando, por exemplo, pelos fil\u00e9s, que j\u00e1 vem sem espinhas\u201d, assegura a pesquisadora. J\u00e1 R\u00fabia alerta que, no caso das crian\u00e7as, sempre \u00e9 importante os pais supervisionarem o consumo dos filhos, retirando quaisquer espinhas antes de oferecer-lhes o alimento.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><u>Eu n\u00e3o como camar\u00e3o, porque me causa alergi<\/u>a<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com as pesquisadoras, esse receio se volta aos crust\u00e1ceos e mariscos em geral, mas principalmente ao camar\u00e3o. Entretanto, o risco \u00e9 menor do que por vezes acreditamos, sendo amplificado por boatos. \u201cFrequentemente, quando questionamos as pessoas sobre esse respeito, elas pr\u00f3prias dizem que nunca comeram, mas conhecem casos de conhecidos, parentes etc\u201d, questiona-se Cristiane.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA literatura cient\u00edfica indica que, normalmente, esses casos de rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgica ao consumo de frutos do mar (camar\u00e3o mais comumente), est\u00e1 na verdade relacionado ao uso de aditivos na conserva\u00e7\u00e3o desse produto (por exemplo, sais de sulfito), para que mantenha um aspecto visual apropriado e n\u00e3o se deteriore rapidamente\u201d, agrega.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No momento da pesca, o pescador adiciona esses sais de sulfito e, se a concentra\u00e7\u00e3o m\u00e1xima permitida for desrespeitada, pode acontecer de as pessoas terem rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas &#8211; que, em casos extremos, podem ser graves. \u201cH\u00e1 pessoas que t\u00eam rea\u00e7\u00f5es a variados tipos de prote\u00ednas presentes em alimentos, n\u00e3o apenas no pescado, mas isso \u00e9 mais raro. Essas alergias est\u00e3o relacionadas mais ao uso do aditivo\u201d, alega a pesquisadora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como combater isso? Na opini\u00e3o das especialistas \u00e9 preciso conhecer o fornecedor, de quem se compra o camar\u00e3o. \u201cH\u00e1 pescadores que vendem pescados com origem garantida e que evidenciam que o camar\u00e3o n\u00e3o tem aditivos, conservadores e pode ser consumido com seguran\u00e7a. \u00c9 algo que devemos come\u00e7ar a ver e tomar cuidado: a origem do que se consome\u201d, finaliza Cristiane.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea consome pescado? Pesquisadoras do Instituto de Pesca explicam porque devemos inclu\u00ed-los na alimenta\u00e7\u00e3o e elucidam alguns mitos 01\/04\/2021 Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o PeixesMoluscosorganismos aqu\u00e1ticoscrust\u00e1ceosanf\u00edbiosequinodermosr\u00e9pteis Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente. 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