{"id":10125,"date":"2021-05-04T00:00:00","date_gmt":"2021-05-04T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/05\/04\/iac-coordena-rede-morangos-do-brasil-para-o-desenvolvimento-tecnologico-da-cultura\/"},"modified":"2021-05-04T00:00:00","modified_gmt":"2021-05-04T03:00:00","slug":"iac-coordena-rede-morangos-do-brasil-para-o-desenvolvimento-tecnologico-da-cultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agricultura.sp.gov.br\/cati\/2021\/05\/04\/iac-coordena-rede-morangos-do-brasil-para-o-desenvolvimento-tecnologico-da-cultura\/","title":{"rendered":"IAC coordena Rede Morangos do Brasil para o desenvolvimento tecnol\u00f3gico da cultura"},"content":{"rendered":"<div class=\"blog margin-bottom-40\">\n<h2>IAC coordena Rede Morangos do Brasil para o desenvolvimento tecnol\u00f3gico da cultura<\/h2>\n<div class=\"blog-post-tags\">\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li><i class=\"fa fa-calendar\"><\/i> 04\/05\/2021<\/li>\n<li><i class=\"fa fa-pencil\"><\/i> Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-tags\">\n<li>\n<i class=\"fa fa-tags\"><\/i><br \/>\n<a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Extens\u00e3o Rural\">Extens\u00e3o Rural<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Pesquisa\">Pesquisa<\/a><a class=\"color-dark\" href=\"\/portal\/imprensa\/noticias?tag=Instituto Agron\u00f4mico\">Instituto Agron\u00f4mico<\/a> <\/li>\n<\/ul>\n<ul class=\"list-unstyled list-inline blog-info\">\n<li style=\"float: left;\">\n<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<div class=\"fb-share-button\" data-layout=\"button_count\" data-mobile_iframe=\"true\" data-size=\"large\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li><a class=\"twitter-share-button\" data-lang=\"en\"><\/a><br \/>\n<noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<li>\n<div class=\"g-plus\" data-action=\"share\" data-annotation=\"bubble\"><\/div>\n<p><noscript><\/p>\n<div class=\"alert alert-danger\">Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente.<\/div>\n<p><\/noscript><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"blog-img\">\n<img decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"img-responsive center-block\" src=\"\/portal\/themes\/unify\/img\/noticias\/13382-pexels-tiberiu-5773713.-mqe.jpg\"\/>\n<\/div>\n<p><p style=\"text-align: justify;\">O Instituto Agron\u00f4mico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de S\u00e3o Paulo, coordena a nova Rede de PD&amp;I \u201cMorangos do Brasil\u201d em conjunto com a Universidade Estadual de Londrina (UEL). O objetivo \u00e9 elaborar e executar um plano multiregional para pesquisa e extens\u00e3o, a fim de desenvolver a\u00e7\u00f5es que contribuam para o fortalecimento socioecon\u00f4mico da cadeia de produ\u00e7\u00e3o de morango brasileira. Espera-se desenvolver atividades de pesquisa e extens\u00e3o que capacitem o setor no enfrentamento da crise econ\u00f4mico-financeira que o atinge, principalmente a agricultura familiar. Todas as lavouras nacionais de morango s\u00e3o instaladas com material gen\u00e9tico importado, que encarece a produ\u00e7\u00e3o e atrasa o ciclo da cultura, al\u00e9m de reduzir produtividade e qualidade. O IAC tem conhecimento para desenvolver cultivares de morango adaptadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de solo e clima brasileiros e voltadas \u00e0s exig\u00eancias do mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com os especialistas, o principal problema do setor est\u00e1 na aus\u00eancia de cultivares nacionais de morangueiro e mudas de boa qualidade. A necessidade de importa\u00e7\u00e3o de mudas gera diversos problemas. Dentre eles est\u00e1 o elevado custo de produ\u00e7\u00e3o. Somente com a importa\u00e7\u00e3o de material gen\u00e9tico, por ano, os agricultores familiares investem de R$ 80 mil a R$ 140 mil, por hectare. No entanto, apesar do alto investimento, as mudas t\u00eam baixa qualidade fisiol\u00f3gica, o que reduz a produtividade da lavoura e a qualidade do fruto, al\u00e9m de elevar o risco de introdu\u00e7\u00e3o de pat\u00f3genos e pragas. A importa\u00e7\u00e3o ainda provoca demora na entrega das mudas, que reflete no atraso do cultivo.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enfrentamento desse desafio requer o desenvolvimento de cultivares de morangueiro genuinamente brasileiras, com caracter\u00edsticas desejadas pelo mercado e mais adaptadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de solo e clima das regi\u00f5es produtoras brasileiras. Por isso o setor precisa contar com as institui\u00e7\u00f5es de pesquisa, como o Instituto Agron\u00f4mico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com a diretoria-geral do IAC, a participa\u00e7\u00e3o do Instituto nessa rede ser\u00e1 vital para alcan\u00e7ar o avan\u00e7o no desenvolvimento tecnol\u00f3gico da cadeia de produ\u00e7\u00e3o de morango. As a\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas a serem desenvolvidas envolvem melhoramento gen\u00e9tico, tecnologia de produ\u00e7\u00e3o de mudas, nutri\u00e7\u00e3o de plantas para os diversos sistemas de produ\u00e7\u00e3o, controle de doen\u00e7as e pragas da cultura, p\u00f3s-colheita e gest\u00e3o da cadeia de produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u201cGrande parte dos materiais s\u00e3o provenientes de viveiros chilenos, argentinos e espanh\u00f3is\u201d, afirma Eliane Gomes Fabri, pesquisadora do IAC e co-respons\u00e1vel pelo projeto. O Instituto desenvolveu v\u00e1rias cultivares de morango. A IAC Campinas, lan\u00e7ada em 1960, foi l\u00edder de mercado at\u00e9 o come\u00e7o dos anos 90. A IAC Guarani tamb\u00e9m se destacou. Atualmente, com o avan\u00e7o da ci\u00eancia, \u00e9 poss\u00edvel desenvolver uma nova cultivar em cerca de cinco a seis anos. No passado, eram necess\u00e1rios dez anos de pesquisa para obter um novo material.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com Eliane, diversos pesquisadores de diferentes Centros de Pesquisa do IAC fazem parte desse trabalho. Dentre os 47 profissionais que comp\u00f5em a Rede, sete s\u00e3o do Instituto. As equipes continuam sendo elaboradas, de modo que outros poder\u00e3o se juntar ao trabalho. \u201cAs tem\u00e1ticas abordadas s\u00e3o muito abrangentes, por isso a necessidade de pesquisadores, produtores e extensionistas\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m do IAC, fazem parte da\u00a0<strong>Rede de PD&amp;I \u201cMorangos do Brasil\u201d\u00a0<\/strong>outras unidades da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de S\u00e3o Paulo: Instituto Biol\u00f3gico (IB), Instituto de Economia Agr\u00edcola (IEA), Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), Ag\u00eancia Paulista de Tecnologia dos Agroneg\u00f3cios (APTA Regional) e Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustent\u00e1vel (CDRS), envolvendo pesquisadores e extensionistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cReiteramos a import\u00e2ncia da participa\u00e7\u00e3o da Secretaria de Agricultura e Abastecimento nessa a\u00e7\u00e3o in\u00e9dita no Brasil, com a expectativa de contribuir, de forma efetiva, para o desenvolvimento das principais regi\u00f5es produtoras da cadeia do morango, alavancadas por atividades de P&amp;D, com foco em inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, apropriadas ao fortalecimento da agricultura familiar e do agroneg\u00f3cio do Estado de S\u00e3o Paulo e do Brasil\u201d, afirma Eliane.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Tamb\u00e9m fazem parte da\u00a0<strong>Rede de PD&amp;I \u201cMorangos do Brasil\u201d<\/strong>: Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais (EPAMIG), Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (INCAPER), Universidade Federal de Lavras (UFLA), Universidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO), Instituto de Desenvolvimento Rural do Paran\u00e1 (IAPAR), Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria e Extens\u00e3o Rural de Santa Catarina\u00a0(EPAGRI).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com esse trabalho em rede, espera-se, em prazo inferior a cinco anos, mitigar o poss\u00edvel colapso no setor. As equipes avaliam que as situa\u00e7\u00f5es negativas que acometem a cadeia produtiva v\u00eam se manifestando de maneira mais proeminente e, caso n\u00e3o haja nenhuma a\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel que os gargalos financeiros levem \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de cultivo e, consequentemente, na produ\u00e7\u00e3o. O resultado desse cen\u00e1rio seria a perda de renda para os produtores de morango, impactos na cadeia de produ\u00e7\u00e3o e produto mais caro para o consumidor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 de grande import\u00e2ncia a participa\u00e7\u00e3o da pesquisa paulista nessa a\u00e7\u00e3o in\u00e9dita no Brasil, com a expectativa de contribuir para o desenvolvimento das principais regi\u00f5es produtoras da cadeia do morango. \u201cA proposta \u00e9 alavancar a cadeia por atividades de P&amp;D, com foco em inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, apropriadas ao fortalecimento da agricultura familiar e do agroneg\u00f3cio do Estado de S\u00e3o Paulo e do Brasil\u201d, diz Lilian Cristina Anefalos, diretora do N\u00facleo de Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica (NIT-IAC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como nasceu a rede<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir da necessidade de enfrentamento da crise para a cadeia produtiva do morango no Brasil, pesquisadores e extensionistas do Instituto Agron\u00f4mico (IAC), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paran\u00e1 (UNICENTRO), Empresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural de Minas Gerais (Emater) e Instituto de Desenvolvimento Rural do Paran\u00e1 (IDR) se uniram em busca de solu\u00e7\u00f5es que pudessem ser regionalizadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O grupo observou a necessidade de a\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os competentes de pesquisa e extens\u00e3o, somados \u00e0s \u00e1reas administrativa, pol\u00edtica e fomento de todos os estados produtores de morango do Brasil.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As discuss\u00f5es que resultaram no projeto foram iniciadas em agosto de 2020, com a participa\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e extens\u00e3o, al\u00e9m de equipes de gest\u00e3o dos estados da Regi\u00e3o Sudeste &#8211; S\u00e3o Paulo, Esp\u00edrito Santo, Minas Gerais -, e da Regi\u00e3o Sul &#8211; Paran\u00e1, Santa Catarina, Rio Grande do Sul. Nessas unidades da Federa\u00e7\u00e3o, o morangueiro tem express\u00e3o socioecon\u00f4mica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Firmada em novembro de 2020, a parceria ir\u00e1 viabilizar a promo\u00e7\u00e3o, o desenvolvimento e a coopera\u00e7\u00e3o em \u00e1reas de interesse comum em ci\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o. Foram criados grupos espec\u00edficos para cada uma dessas frentes. O trabalho ser\u00e1 organizado em subprojetos, de acordo com as expertises e tem\u00e1ticas estabelecidas pela equipe. S\u00e3o previstas tamb\u00e9m intera\u00e7\u00f5es com o objetivo de obter recursos. A uni\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es visa mobilizar as Secretarias Estaduais de Governo para a promo\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es articuladoras junto aos \u00f3rg\u00e3os de fomento federal com intuito de prover recursos para implanta\u00e7\u00e3o da Rede Brasileira para Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Morango. As equipes dever\u00e3o fazer contato com Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPQ).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os programas de gradua\u00e7\u00e3o, de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e de pesquisa em ci\u00eancia agr\u00edcola e \u00e1reas relacionadas poder\u00e3o fazer parte do projeto. S\u00e3o previstas tamb\u00e9m colabora\u00e7\u00e3o em atividades de pesquisa em agricultura, inclusive com interc\u00e2mbio de material gen\u00e9tico e tamb\u00e9m de pesquisadores, professores e estudantes. Neste caso, alunos do mestrado e do doutorado da P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Agricultura Tropical e Subtropical do Instituto Agron\u00f4mico poder\u00e3o desenvolver pesquisas nesse segmento.\u00a0 As institui\u00e7\u00f5es envolvidas pretendem contribuir para melhorar o acesso \u00e0 pesquisa e apoiar os seus membros na constru\u00e7\u00e3o de la\u00e7os que viabilizem projetos conjuntos em pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>IAC coordena Rede Morangos do Brasil para o desenvolvimento tecnol\u00f3gico da cultura 04\/05\/2021 Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Extens\u00e3o RuralPesquisaInstituto Agron\u00f4mico Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente. Voc\u00ea precisa habilitar o Javascript em seu navegador para que este site funcione e seja exibido completamente. 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